quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Vaccareza é contra o fim do Voto Secreto
Com a justificativa que até nos Estados Unidos há voto e sessão secreta. Como se os Estados Unidos fossem um bom exemplo, afinal eles nem elegem diretamente o presidente da república e seus sistema de votação é uma bagunça enorme. Cada um no seu quadrado e no seus sistema, cada desculpa que esses PTralhas usam...
Por que será que eles não fazem um plebiscito para saber o que o povo acha?
Ah, vão dizer que o povo não tem cultura suficiente para entender o que só eles querem... Mas para votar neles e continuar o peculato, isso o povo sabe, né?
Vejam a matéria do UOL sobre a entrevista desse senhor... Atenção, no final ele diz "Consciência" e a maioria dos deputados tem ou sabe o que é? Wow!!!
Comentem...
Abraços
Nilton
Choro e Lágrimas, bem que poderiam ser do povo brasileiro, mas não... São dos corruptos!
Altos salários, passagens aéreas, verbas de gabinete (sem contar todas as outras mordomias), aquilo que, pelo menos uma vez na vida, já oferecemos a uma pessoa amada ou desejada ..."Casa, comida e roupa lavada" (afinal, você já deve ter oferecido isso a alguém, e que atire a primeira pedra quem não o fez...).
Se não bastasse tudo isso, como um(a) prostituto(a), do mais baixo nível, a pessoa que colocamos pra dentro de nossa casa ainda nos rouba!
É o que sinto quando olho pra Brasília.
Aprendí que o exemplo vem de cima... Que exemplo temos de nossa classe política? Por mim, ao invés de construirmos diversos presídios, eu cercaria o plano piloto e o setor dos ministérios da capital e dois novos Carandirú (com direito a 'limpezas' como no filme...), anyway, creio que com essa cerca, poderíamos não prender a grande maioria dos criminosos do Brasil, mas com certeza, o que se economizaria...
O corporativismo chega num ponto que poderia ser uma comédia, se não fosse tão trágico e patético. O choro dos políticos de Brasília são dignos de prêmios nível 'Fernanda Montenegro' (que ela me perdoe, mas ela é um ícone de atuação, somente nisso, não pelo moral de nossos políticos). Vejam o que publicou o UOL no comentário da absolvição da Jaqueline Roriz e outros...
Amo minha pátria e ser brasileiro, mas me envergonho dos políticos que temos.
Comentem...
Abraços
Nilton
Se não bastasse tudo isso, como um(a) prostituto(a), do mais baixo nível, a pessoa que colocamos pra dentro de nossa casa ainda nos rouba!
É o que sinto quando olho pra Brasília.
Aprendí que o exemplo vem de cima... Que exemplo temos de nossa classe política? Por mim, ao invés de construirmos diversos presídios, eu cercaria o plano piloto e o setor dos ministérios da capital e dois novos Carandirú (com direito a 'limpezas' como no filme...), anyway, creio que com essa cerca, poderíamos não prender a grande maioria dos criminosos do Brasil, mas com certeza, o que se economizaria...
O corporativismo chega num ponto que poderia ser uma comédia, se não fosse tão trágico e patético. O choro dos políticos de Brasília são dignos de prêmios nível 'Fernanda Montenegro' (que ela me perdoe, mas ela é um ícone de atuação, somente nisso, não pelo moral de nossos políticos). Vejam o que publicou o UOL no comentário da absolvição da Jaqueline Roriz e outros...
Amo minha pátria e ser brasileiro, mas me envergonho dos políticos que temos.
Comentem...
Abraços
Nilton
Os PTralhas querem atacar novamente! Querem MAIS um imposto.
Claro que se gostássemos, ele não se chamaria "Imposto", já que nos é jogado goela abaixo...
Mas me recordo que quando foi criado a CPMF (um 'imposto' com nome de contribuição temporária), o PT foi o primeiro a gritar; depois quando estava no governo, prorrogou o quanto pode e tentou recria-lo, felizmente sem sucesso.
Agora, estão querendo criar um Imposto para 'curar' o sistema de saúde, inclusive legalizando jogos para isso... Ué, a história se repete... E como diz aquele velho ditado: "A merda é sempre a mesma, só mudam as moscas". Vejam o que a reportagem do UOL apurou UOL entrevista...
Comentem! E me digam se estou errado...
Abração
Nilton
domingo, 28 de agosto de 2011
Presença judaica na língua portuguesa
Jane Bichmacher de Glasman, professora e escritora
| O objetivo do trabalho é apresentar alguns exemplos de influência judaica na língua portuguesa, a partir de uma ampla pesquisa sócio-linguística que venho desenvolvendo há anos. A opção por judaica (e não hebraica) deve-se a uma perspectiva filológica e histórica mais abrangente, englobando dialetos e idiomas judaicos, como o ladino (judeu-espanhol) e o ídish (alemão), entre os mais conhecidos, além de vocábulos judaicos e expressões hebraicas que passaram a integrar o vernáculo a partir de subterfúgios e/ ou corruptelas, cuja origem remonta à bagagem cultural de colonizadores judeus, cristãos-novos e marranos. Há uma significativa probabilidade estatística de brasileiros descendentes de ibéricos, principalmente portugueses, terem alguma ancestralidade judaica. A base histórica para tal é a imigração maciça de judeus expulsos da Espanha, em 1492, para Portugal, devido à contigüidade geográfica e às promessas (não cumpridas) do Rei D. Manuel I, que traziam esperança de sua sobrevivência judaica como tal. Mesmo com a expulsão de Portugal em 1497, os judeus (além dos cristãos-novos e dos cripto-judeus ou marranos) chegaram a constituir 20 a 25% da população local. “Gente da nação” é uma das denominações para designar marranos, judeus, cristãos-novos e cripto-judeus, embora existam diferenças entre termos e personagens. Sefaradim (de Sefarad, Espanha, da Península Ibérica) procuraram refúgio em países próximos no Mediterrâneo, norte da África, Holanda e nas recém-descobertas terras de além-mar nas Américas, procurando escapar da Inquisição. Até hoje é controversa a origem judaica ou criptojudaica de descobridores e colonizadores do Brasil, para onde imigraram incontáveis cristãos-novos, alternando durante séculos uma vida como judeus assumidos e marranos, praticando o judaísmo secretamente (fora os que permaneceram efetivamente católicos), de acordo com os ventos políticos, sob o domínio holandês ou a atuação da Inquisição, variando de um clima de maior tolerância e liberdade à total intolerância e repressão. Comparando apenas sob o ponto de vista cronológico, nem sempre lembramos que, enquanto o Holocausto na II Guerra Mundial foi tão devastador, especialmente nos quatro anos de extermínio maciço de judeus, a Inquisição durou séculos, pelo menos três dos cinco da história “oficial” do Brasil, isto é, após o descobrimento. Tantos séculos de medo, denúncias, processos e mortes, geraram, por um lado, um ambiente psicológico de terror para os judeus e cristãos novos no Brasil; por outro, um anti-semitismo evidente ou subliminar que permaneceu arraigado na população, inclusive como autodefesa e proteção. Uma característica do comportamento de cristãos-novos “suspeitos” foi procurar ser “mais católicos do que os católicos”, buscando sobreviver à intolerância e determinando práticas sócio-culturais e lingüísticas. A citada alternância entre vidas assumidamente judaicas e marranas, praticando judaísmo em segredo, com costumes variados, unificados pela “camuflagem” de seu teor judaico, gerou comportamentos e aspectos culturais (abrangendo rituais, superstições, ditados populares, etc.) que se arraigaram à cultura nacional. A maioria da população desconhece que muitos costumes e dizeres que fazem parte da cultura brasileira têm sua origem em práticas criptojudaicas. Apresentarei alguns exemplos bem como suas origens e explicações, a partir da origem judaica “marrana”. Cristãos-novos foi denominação dada aos judeus que se converteram em massa na Península Ibérica nos séculos XIII e XIV; é preconceituosa devido à distinção feita entre os mesmos e os “cristãos-velhos”, concretizado nas leis espanholas discriminatórias de “Limpieza de Sangre” do século XV. Criptojudeus eram os cristãos-novos que mantiveram secretamente seu judaísmo. Gente da nação era a expressão mais utilizada pela Inquisição e Marranos, como ficaram mais conhecidos. Embora todos fossem descendentes de judeus, só poucos voltaram a sê-lo, e em países e épocas que o permitiram. O próprio termo “marrano” possui uma etimologia diversificada e antitética. Unterman (1992: 166), conceitua de forma tradicional, como “nome em espanhol para judeus convertidos ao cristianismo que se mantiveram secretamente ligados ao judaísmo. A palavra tem conotação pejorativa” geralmente aplicada a todos os cripto-judeus, particularmente aos de origem ibérica. Em 1391 houve uma maciça conversão forçada de judeus espanhóis, mas a maioria dos convertidos conservou sua fé. Já Cordeiro (1994), com base nas pesquisas de Maeso (1977), afirma que a tradução por “porco” em espanhol tornou-se secundária diante das várias interpretações existentes na histografia do marranismo. Para o historiador Cecil Roth (1967), marrano, velho termo espanhol que data do início da Idade Média que significa porco, aplicado aos recém-convertidos (a princípio ironicamente devido à aversão judaica à carne de porco), tornou-se um termo geral de repúdio que no século XVI se estendeu e passou a todas as línguas da Europa ocidental. A designação expressa a profundidade do ódio que o espanhol comum sentia pelos conversos com quem conviviam. Seu uso constante e cotidiano carregado de preconceito turvou o significado original do vocábulo. Em “Santa Inquisição: terror e linguagem”, Lipiner (1977) apresenta as definições: “Marranos: As derivações mais remotas e mais aceitáveis sugerem a origem hebraica ou aramaica do termo. Mumar: converso, apóstata. Da raiz hebraica mumar, acrescida do sufixo castelhano ano derivou a forma composta mumrrano, abreviado: Marrano. Tratar-se-ia, pois de um vocábulo hebraico acomodado às línguas ibéricas. Marit-áyin: aparência, ou seja, cristão apenas na aparência. Mar-anús: homem batizado à força. Mumar-anus: convertido à força. Contração dos dois termos hebraicos, mediante a eliminação da primeira sílaba”. Anus, em hebraico, significa forçado, violentado. Antes de exemplificar a contribuição lingüística marrana, convém ressaltar que a vinda dos portugueses para o Brasil trouxe consigo todos os empréstimos culturais e lingüísticos que já haviam sido incorporados ao cotidiano ibérico, desde uma época anterior à Inquisição, além de novos hábitos e características; muitas palavras e expressões de origem hebraica foram incorporadas ao léxico da língua portuguesa mesmo antes de os portugueses chegarem ao Brasil. Elas encontram-se tão arraigadas em nosso idioma que muitas vezes têm sua origem confundida como sendo árabe ou grega. Exemplo: a “azeite”, comumente atribuída uma origem árabe por se assemelhar a um grande número de palavras começadas por “al-” (como alface, alfarrábio, etc.), identificadas como sendo de origem árabe por esta partícula corresponder ao artigo nesta língua. O artigo definido hebraico é a partícula “a-” e “azeite” significa, literalmente, em hebraico “a azeitona” (ha-zait). Apesar da presença judaica por tantos séculos, em Portugal como no Brasil, as perseguições resultaram também em exclusões vocabulares. A maior parte dos hebraísmos chegou ao português por influência da linguagem religiosa, particularmente da Igreja Católica, fazendo escala no grego e no latim eclesiásticos, quase sempre relacionados a conceitos religiosos, exemplos: aleluia, amém, bálsamo, cabala, éden, fariseu, hosana, jubileu, maná, messias, satanás, páscoa, querubim, rabino, sábado, serafim e muitos outros. Algumas palavras adotaram outros significados, ainda que relacionados à idéia do texto bíblico. Exemplos: babel indicando bagunça; amém passando a qualquer concordância com desejos; aleluia usada como interjeição de alívio. O preconceito marca palavras originárias do hebraico usadas de forma depreciativa, como: desmazelo (de mazal – negligência, desleixo), malsim (de mashlin – delator, traidor), zote (de zot / subterrâneo, inferior, parte de baixo – pateta, idiota, parvo, tolo), ou tacanho (de katan – que tem pequena estatura, acanhado; pequeno; estúpido, avarento); além de palavras relacionadas a questões financeiras, como cacife, derivada de kessef = dinheiro. Dezenas de nomes próprios têm origem hebraica bíblica, como: Adão, Abraão, Benjamim, Daniel, Davi, Débora, Elias, Ester, Gabriel, Hiram, Israel, Ismael, Isaque, Jacó, Jeremias, Jesus, João, Joaquim, José, Judite, Josué, Miguel, Natã, Rafael, Raquel, Marta, Maria, Rute, Salomão, Sara, Saul, Simão e tantos outros. Alguns destes, na verdade, são nomes aramaicos, oriundos da Mesopotâmia, como Abraão (Avraham), que se incorporaram ao léxico hebraico no início da formação do povo hebreu. Podemos citar centenas de nomes e sobrenomes de judaizantes e números de seus dossiês, desde a instalação da Inquisição no Brasil, a partir dos arquivos da Torre do Tombo, em Lisboa, e de livros como Wiznitzer (1966), Carvalho (1982), Falbel (1977), Novinsky (1983), Dines (1990), Cordeiro (1994), etc. Sobrenomes muito comuns, tanto no Brasil como em Portugal, podem ser atribuídos a uma origem sefardita, já que uma das características marcantes das conversões forçadas era a adoção de um novo nome. Muitos conversos adotaram nomes de plantas, animais, profissões, objetos, etc., e estes podem ser encontrados em famílias brasileiras, até hoje, em número tão grande que seria difícil enumerá-los. Exemplos: Alves, Carvalho, Duarte, Fernandes, Gonçalves, Lima, Silva, Silveira, Machado, Paiva, Miranda, Rocha, Santos, etc. Não devemos excluir a possibilidade da existência de outros sobrenomes portugueses de origem judaica. Porém, é importante ressaltar que não se pode afirmar que todo brasileiro cujo sobrenome conste dos processos seja descendente direto de judeus portugueses; para se ter certeza é necessária uma pesquisa profunda da árvore genealógica das famílias. Há ainda algumas palavras e expressões oriundas do misticismo judaico, tão desenvolvido na idade média. O estudo do Talmud e da Cabalá trouxe também contribuições do aramaico, como a conhecida expressão “abracadabra”, que é tida pela nossa cultura como uma “palavra mágica” (num sentido fabuloso), mas que, na realidade pode ser traduzida como “criarei à medida que falo” (num sentido real e sólido para a cultura judaica). Algumas palavras também designam práticas judaicas ou formas de encobri-las, especialmente observável nos costumes alimentares. Por exemplo: os judeus são proibidos pela Torá de comer carne de porco, porque tem os cascos fendidos e não rumina, sendo, portanto, impuro. Para simular o abandono desse princípio e enganar espiões da Inquisição, os cristãos-novos inventaram as alheiras, embutidos à base de carne de vitelo, pato, galinha, peru – e nada de porco. Após algumas horas de defumação já podem ser consumidos. Da mesma forma, peixes “de couro” (sem escamas) não serviam para consumo. Passando às expressões, apresento alguns exemplos, sua origem e explicação: – “Ficar a ver navios” – Em 1492 foi determinado que os judeus que não se convertessem teriam de deixar a Espanha até ao fim de julho. Centenas de milhares então se fixaram em Portugal. O casamento do rei D. Manuel com D. Isabel, filha dos Reis Católicos, levou-o a aceitar a exigência espanhola de expulsar todos os judeus residentes em Portugal que não se convertessem ao catolicismo, num prazo que ia de Janeiro a Outubro de 1497. O rei Dom Manuel precisava dos judeus portugueses, pois eram toda a classe média e toda a mão-de-obra, além da influência intelectual. Se Portugal os expulsasse logo como fez a Espanha, o país passaria por uma crise terrível. Na realidade D. Manuel não tinha qualquer interesse em expulsar esta comunidade, que então constituía um destacado elemento de progresso nos setores da economia e das profissões liberais. A sua esperança era que, retendo os judeus no país, os seus descendentes pudessem eventualmente, como cristãos, atingir um maior grau de aculturação. Para obter os seus fins lançou mão de medidas extremamente drásticas, como ter ordenado que os filhos menores de 14 anos fossem tirados aos pais a fim de serem convertidos. Então fingiu marcar uma data de expulsão na Páscoa. Quando chegou a data do embarque dos que se recusavam a aceitar o catolicismo, alegou que não havia navios suficientes para os levar e determinou um batismo em massa dos que se tinham concentrado em Lisboa à espera de transporte para outros países. No dia marcado, estavam todos os judeus no porto esperando os navios que não vieram. Todos foram convertidos e batizados à força, em pé. Daí a expressão: “ficaram a ver navios”. O rei então declarou: não há mais judeus em Portugal, são todos cristãos (cristãos-novos). Muitos foram arrastados até a pia batismal pelas barbas ou pelos cabelos. – “Pensar na morte da bezerra”: frase tão comumente dita por sertanejos quando querem referir-se a alguém que está meditando com ares de preocupação: “está pensando na morte da bezerra”. Registram as denunciações e as confissões feitas ao Santo Oficio, a noção popular, naquele distante período, do que seria o livro fundamental do judaísmo: a Torá. De Torá veio Toura e depois, bezerra, havendo inclusive quem afirmasse ter visto em cara de alguns cristãos-novos, o citado objeto, com chifres e tudo. – “Passar a mão na cabeça”, com o sentido de perdoar ou acobertar erro cometido por algum protegido, é memória da maneira judaica de abençoar de cristãos-novos, passando a mão pela cabeça e descendo pela face, enquanto pronunciava a bênção. – Seridó, região no Rio Grande do Norte, tem seu nome originário da forma hebraica contraída: Refúgio dele. Porém, não é o que escreve Luís da Câmara Cascudo, indicando uma origem indígena do nome da região, de “ceri-toh”. Em hebraico, a palavra Sarid significa sobrevivente. Acrescentando-se o sufixo ó, temos a tradução sobrevivente dele. A variação Serid, “o que escapou”, pode ser traduzido também por refúgio. Desse modo, a tradução para o nome seridó seria refúgio dele ou seus sobreviventes. – Passar mel na boca: quando da circuncisão, o rabino passa mel na boca da criança para evitar o choro. Daí a origem da expressão: “Passar mel na boca de fulano”. – Para o santo: o hábito sertanejo de, antes de beber, derramar uma parte do cálice, tem raízes no rito hebraico milenar de reservar, na festa de Pessach (Páscoa), um copo de vinho para o profeta Elias (representando o Messias que virá, anunciado pelo Profeta Elias). – “Que massada!” –usada para se referir a uma tragédia ou contra-tempo, é uma alusão à fortaleza de Massada na região do Mar Morto, Israel, reduto de Zelotes, onde permaneceram anos resistindo às forças romanas após a destruição do Templo em 70 d.C., culminando com um suicídio coletivo para não se renderem, de acordo com relato do historiador Flávio Josefo. – “Pagar siza” significando pagar imposto vem do hebraico e do aramaico (mas = imposto, em hebraico de misa, em aramaico). – “Vestir a carapuça” ou “a carapuça serve para ...” vem da Idade Média inquisitorial, quando judeus eram obrigados a usar chapéus pontudos (ou com três pontas) para serem identificados. – “Fazer mesuras” origina-se na reverência à Mezuzá (pergaminho com versículos de DT.6, 4-9 e 11,13-21, afixado, dentro de caixas variadas, no batente direito das portas). – "Deus te crie" após o espirro de alguém é uma herança judaica da frase Hayim Tovim, que pode ser traduzido como tenha uma boa vida. – “Pedir a bênção” aos pais, ao sair e chegar em casa, é prática judaica que remonta à benção sacerdotal bíblica, com a qual pais abençoam os filhos, como no Shabat e no Ano Novo. – “Entrar e sair pela mesma porta traz felicidade” bem como o costume de varrer a casa da porta para dentro, costume arraigado até os dias de hoje, para “não jogar a sorte fora” é uma camuflagem do respeito pela Mezuzá, afixada nos portais de entrada, bem como aos dias de faxina obrigatória religiosa judaica, como antes do Shabat (Sábado, dia santo de descanso semanal) e de Pessach. – “Apontar estrelas faz crescer verrugas nos dedos” era a superstição que se contava às crianças para não serem vistas contando estrelas em público e denunciadas à Inquisição, pois o dia judaico começa no anoitecer do dia anterior, ao despontar das primeiras estrelas, dado necessário para identificar o início do Shabat e dos feriados judaicos. Para concluir, gostaria de mencionar um tema polêmico decorrente deste intercâmbio cultural-religioso: sua influência no português, em vocábulos que adquiriram uma conotação pejorativa e negativa. Os mais discutidos são: judeu, significando usurário, o verbo judiar (e o substantivo judiação) com o sentido de maltratar, torturar, atormentar. Seja sua origem a prática de “judaizar” (cristãos-novos mantendo judaísmo em segredo e/ ou divulgando-o a outros), seja como referência ao maltrato e às perseguições sofridas pelos judeus durante a Inquisição, o fato é que, sem dúvidas, sua conotação é negativa, e cabe a nós estudiosos do assunto e vítimas do preconceito, esclarecer a população e a mídia, alertando e visando à erradicação deste uso, não só pelo desgastado “politicamente correto”, que leva a certos exageros, mas para uma conscientização do eco subliminar de um longo passado recente, Pelo qual não basta o pedido de perdão, se não conduzir a uma mudança no comportamento social. "Fonte: Jornal ALEF, da comunidade judaica (www.jornalalef.com.br)." |
Onde quer que você esteja, feliz aniversário Gilad!
Gilad Shalit: 25 anos de vida
Informe da Wizo-Rio - Hoje, a Wizo-Rio, seu executivo e todas as suas ativistas, fazem coro ao povo judeu, em Israel e no mundo inteiro, em solidariedade a família Shalit. Não só seus pais, Noam e Aviva, e seus irmãos gostariam de comemorar. Celebrar com festa e canto o 25º aniversário de seu filho, e de seu irmão Gilad; nós, que no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro, trabalhamos pelo bem estar comunitário, pelo estreitamento de laços que une povos e nações, pelo status do gênero feminino, gostaríamos de acima de tudo e, principalmente hoje, estarmos como há 85 anos temos estado, defendendo e lutando pela vida e por isso, celebrando a vida. Gostaríamos como todas as mães, irmãs, tias, sobrinhas e primas, quem sabe? Vizinhos? Cantar e dançar como cabe a todos e a cada jovem em especial que celebra seu 25º ano de vida. Gostaríamos de assisti-lo terminar seus estudos, formar sua própria família, ingressar no mundo e no trabalho, e, acima de tudo, ter a felicidade de ver alguém feliz. Gostaríamos de vê-lo crescer, transformar-se em um adulto livre, liberto em suas opiniões, lutando e mantendo-se firme em suas convicções. E assim, ter a honra e a grandeza de assistir mais uma vez, a sonhos sendo realizados.Dos tantos e milhares de sonhos, que cada mãe e cada pai sonha para seus filhos, dos tantos e milhares de sonhos, que como chaverot ajudamos com nossa força voluntária, tornarem-se reais. Nesta semana, grandiosa na comunidade judaica do Estado, que com ventura assiste ao Coral da Paz, formado por jovens, ou participa de programações festivas nos colégios ou em finais de semana prolongados programados para jovens judeus, gostaríamos com humildade, que um pequeno minuto dentre todos estes minutos destes eventos, fosse dedicado em pensamento a Gilad Shalit, no dia de seu aniversário. Em mais um dia, em que sua juventude foi interrompida, em mais de quase seis anos em que se encontra longe dos seus, preso em cativeiro, já nem mais sabemos ou temos certeza? Vivo ou morto! Hoje e aqui, tal como um dia, se não nós? Quem? E se não agora? Quando? Nesta pequena homenagem, neste simples desejo, estaremos juntos, como sempre, nas alegrias e nas tristezas, dizendo a nosso soldado símbolo, o que ele gostaria de ouvir, o que todos gostaríamos de ouvir ao lhe dizer: Feliz aniversário, Gilad. Pode ser que Gilad, não nos ouça. Pode até ser, que não tenhamos mais outra chance como esta de lhe dizer. Mas e é com esta certeza, alguém haverá de nos escutar. E é com esta mesma certeza, que continuando a lhe lembrar, da forma que entendermos a melhor, estaremos, como sempre, permitindo-lhe e permitindo a cada homem da face da terra: Clamar pela liberdade! E deste modo, realizar seus sonhos, o sonho de cada um de nós, o seu direito à vida! Em homenagem a esta data, transcrevemos a todos a carta de Noam Shalit, lida esta semana, e dedicada a seu filho. Em nome de sua família, e em meio a sua dor, Noam, não desistiu. E assim como ele, nós também não desistiremos!
“Nosso querido Gilad,
Com o sol ardente a bater em nossas cabeças, na calçada junto à casa de primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, estamos tentando digerir o fato de que 1.890 dias se passaram e você ainda não está conosco. Estamos aqui nesta calçada por mais de um ano, tentando, com todo o nosso poder e utilizando todos os meios à nossa disposição para quebrar o muro de impermeabilidade que se ergueu entre nós e aqueles que ainda têm de ser convencidos depois de tantos dias, meses, anos e erros, que é hora de trazê-lo para casa. Que estamos aqui. Nós não desistimos, não nos rendemos, e não nos destroçarão! E não estamos sozinhos. Nosso querido Gilad, muitas , mas muitas pessoas que são estranhas a você, pessoas a que você nunca conheceu, pensam como nós, que é inconcebível falar de solidariedade social, da fortaleza nacional e de ter fé no Estado, e deixar-lhe abandonando a seu destino . Dia após dia, solitário e abandonado em masmorras do Hamas, há mais de meia década. Mais um dia de pesadelo. No verão passado dezenas de milhares marcharam para você, com a crença de que iria ficar definido finalmente o seu retorno. Este verão, dezenas de milhares marcharam nas ruas em protesto pedindo justiça social, o direito do público para viver e ganhar a vida com dignidade, e não só nós mas muitos estão conosco, adicionando ao que demandam para o seu direito de viver, também o seu tão básico direito humano de e à liberdade.
Nosso amado Gilad, sabemos que cada dia que passa é mais um dia de pesadelo, um dia de sofrimento impossível, dias e noites de solidão sufocante infinitas. Mas você deve acreditar que nós não esquecemos de você, nós não esquecemos o fato de que hoje (dia 28 de agosto), será o dia dos seus 25 anos, que este é o seu sexto aniversário em cativeiro, e que mais de um quinto de sua jovem vida foi gasto em um calabouço, um buraco cavado pelo Hamas. Sabemos que você não tem idéia de por que? Este pesadelo ainda não chegou a seu fim, e porque ainda devem os nossos esforços prosseguir para que venham a dar frutos. Esta foi a maneira que encontramos para sustentar as nossas vidas, que tornaram-se irreconhecíveis. Yoel seu irmão já graduou-se pelo Technion, e Hadas sua irmã mais nova está prestes a terminar o seu serviço militar. Era para estarmos felizes com isso, entretanto estamos com nossos corações sangrando diante da realidade de que você, está impedido de viver estes momentos de alegria. Com cada momento que passa, tentamos buscar uma resposta, conselhos sobre o que mais podemos fazer? O que resta para ser julgado? Como podemos convencer as pessoas que você não é apenas um cartaz, uma imagem de papelão ou até mesmo uma imagem que pode ser encontrada em qualquer lugar. Cada momento que passa lembramos a todos tanto aqui em Israel ou no exterior, que aqui você não se encontra, e que não deixamos de jamais perguntar, onde e se você ainda aí está?
Eles constantemente nos oferecem pedaços de esperança, dizendo-nos que fizeram progressos nas negociações, mas o que apenas vemos são os prisioneiros de Israel sendo libertados e em retorno à suas casas. Nós vemos o dinheiro e bens que continuam a fluir para as mãos daqueles que durante anos foram brutalmente lhe aprisionando. Vemos que as condições do Hamas, esta organização cínica, que prende você como uma arma secreta e de seus prisioneiros são melhoradas e apesar de todas as promessas ninguém consegue mudar e que em relação à sua condição, nada é mudado. E nossos corações se enchem de dor. Por quanto tempo mais ? Nos perguntamos. Enquanto os dias se passam a nossa preocupação com sua saúde, sua própria vida, aumenta. Declarações esfarrapadas e renovadas, irão provavelmente fazer o mesmo caminho de sempre, rumo ao gabinete do primeiro-ministro, com os habituais comentários e editoriais publicados nos jornais, através dos especialistas “do terror”, em nome do governo e de forma independente. Afirmações que vão nos dizer "estamos fazendo tudo em nosso poder" (cinco anos nos falando em “fazer tudo” que está em seu poder fazer) afirmações que continuarão a inspirar medo no público israelense, como se um acordo para sua liberação fosse trazer o terror de volta para Israel. Como se deixando-o esquecido, livre para seguir seu destino em Gaza, fosse impedir o país de centenas de futuros acidentes. Infelizmente, nem mesmo quando você por aí, onde não sabemos, os ataques terroristas mortais e as tentativas de realizar ataques terroristas continuam sem cessar. Seu sacrifício em nada muda a situação delicada e instável por que passa o nosso país. Fora isso, com o tempo que passa, somos cada vez mais testemunhas de que outras gerações, mais jovens que a sua, continuam a se alistar, tendo que cumprir seu serviço militar, e que cada vez mais fraco, vem se tornando o pacto firmado entre o Estado e seus soldados, o pacto que lhes garante o dever primário – de os trazer de volta para a sua casa, a cada soldado. Mesmo assim, nós não iremos nos desesperar! E desejamos que você também não! Porque juntos, seremos a única maneira de encontrar um modo que venha a trazer você de volta para a sua casa, para nós. Até breve , até amanhã! Com muito amor e saudade sem fim, mamãe e papai”.
Com o sol ardente a bater em nossas cabeças, na calçada junto à casa de primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, estamos tentando digerir o fato de que 1.890 dias se passaram e você ainda não está conosco. Estamos aqui nesta calçada por mais de um ano, tentando, com todo o nosso poder e utilizando todos os meios à nossa disposição para quebrar o muro de impermeabilidade que se ergueu entre nós e aqueles que ainda têm de ser convencidos depois de tantos dias, meses, anos e erros, que é hora de trazê-lo para casa. Que estamos aqui. Nós não desistimos, não nos rendemos, e não nos destroçarão! E não estamos sozinhos. Nosso querido Gilad, muitas , mas muitas pessoas que são estranhas a você, pessoas a que você nunca conheceu, pensam como nós, que é inconcebível falar de solidariedade social, da fortaleza nacional e de ter fé no Estado, e deixar-lhe abandonando a seu destino . Dia após dia, solitário e abandonado em masmorras do Hamas, há mais de meia década. Mais um dia de pesadelo. No verão passado dezenas de milhares marcharam para você, com a crença de que iria ficar definido finalmente o seu retorno. Este verão, dezenas de milhares marcharam nas ruas em protesto pedindo justiça social, o direito do público para viver e ganhar a vida com dignidade, e não só nós mas muitos estão conosco, adicionando ao que demandam para o seu direito de viver, também o seu tão básico direito humano de e à liberdade.
Nosso amado Gilad, sabemos que cada dia que passa é mais um dia de pesadelo, um dia de sofrimento impossível, dias e noites de solidão sufocante infinitas. Mas você deve acreditar que nós não esquecemos de você, nós não esquecemos o fato de que hoje (dia 28 de agosto), será o dia dos seus 25 anos, que este é o seu sexto aniversário em cativeiro, e que mais de um quinto de sua jovem vida foi gasto em um calabouço, um buraco cavado pelo Hamas. Sabemos que você não tem idéia de por que? Este pesadelo ainda não chegou a seu fim, e porque ainda devem os nossos esforços prosseguir para que venham a dar frutos. Esta foi a maneira que encontramos para sustentar as nossas vidas, que tornaram-se irreconhecíveis. Yoel seu irmão já graduou-se pelo Technion, e Hadas sua irmã mais nova está prestes a terminar o seu serviço militar. Era para estarmos felizes com isso, entretanto estamos com nossos corações sangrando diante da realidade de que você, está impedido de viver estes momentos de alegria. Com cada momento que passa, tentamos buscar uma resposta, conselhos sobre o que mais podemos fazer? O que resta para ser julgado? Como podemos convencer as pessoas que você não é apenas um cartaz, uma imagem de papelão ou até mesmo uma imagem que pode ser encontrada em qualquer lugar. Cada momento que passa lembramos a todos tanto aqui em Israel ou no exterior, que aqui você não se encontra, e que não deixamos de jamais perguntar, onde e se você ainda aí está?
Eles constantemente nos oferecem pedaços de esperança, dizendo-nos que fizeram progressos nas negociações, mas o que apenas vemos são os prisioneiros de Israel sendo libertados e em retorno à suas casas. Nós vemos o dinheiro e bens que continuam a fluir para as mãos daqueles que durante anos foram brutalmente lhe aprisionando. Vemos que as condições do Hamas, esta organização cínica, que prende você como uma arma secreta e de seus prisioneiros são melhoradas e apesar de todas as promessas ninguém consegue mudar e que em relação à sua condição, nada é mudado. E nossos corações se enchem de dor. Por quanto tempo mais ? Nos perguntamos. Enquanto os dias se passam a nossa preocupação com sua saúde, sua própria vida, aumenta. Declarações esfarrapadas e renovadas, irão provavelmente fazer o mesmo caminho de sempre, rumo ao gabinete do primeiro-ministro, com os habituais comentários e editoriais publicados nos jornais, através dos especialistas “do terror”, em nome do governo e de forma independente. Afirmações que vão nos dizer "estamos fazendo tudo em nosso poder" (cinco anos nos falando em “fazer tudo” que está em seu poder fazer) afirmações que continuarão a inspirar medo no público israelense, como se um acordo para sua liberação fosse trazer o terror de volta para Israel. Como se deixando-o esquecido, livre para seguir seu destino em Gaza, fosse impedir o país de centenas de futuros acidentes. Infelizmente, nem mesmo quando você por aí, onde não sabemos, os ataques terroristas mortais e as tentativas de realizar ataques terroristas continuam sem cessar. Seu sacrifício em nada muda a situação delicada e instável por que passa o nosso país. Fora isso, com o tempo que passa, somos cada vez mais testemunhas de que outras gerações, mais jovens que a sua, continuam a se alistar, tendo que cumprir seu serviço militar, e que cada vez mais fraco, vem se tornando o pacto firmado entre o Estado e seus soldados, o pacto que lhes garante o dever primário – de os trazer de volta para a sua casa, a cada soldado. Mesmo assim, nós não iremos nos desesperar! E desejamos que você também não! Porque juntos, seremos a única maneira de encontrar um modo que venha a trazer você de volta para a sua casa, para nós. Até breve , até amanhã! Com muito amor e saudade sem fim, mamãe e papai”.
"Fonte: Jornal ALEF, da comunidade judaica (www.jornalalef.com.br)."
sábado, 27 de agosto de 2011
A Letra P
Apenas a língua portuguesa nos permite escrever isso...
O cara que escreveu isso é bom em português, mas deve ser maluco e dispõe de muito tempo.
Boa leitura!!! Autor: Anônimo.
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma.'?
O cara que escreveu isso é bom em português, mas deve ser maluco e dispõe de muito tempo.
Boa leitura!!! Autor: Anônimo.
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir.
Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas.
Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para Papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los.
Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se.
Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo.
Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas.
Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Porque pintas porcarias? Papai proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém, preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal.
Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando.
Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito.
Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo Pereceu pintando...
Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.
E você ainda se acha o máximo quando consegue dizer:
'O Rato Roeu a Rica Roupa do Rei de Roma.'?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Festa do Peão de Barretos - Selvageria regada a cerveja e shows - Olho por Olho, Dente por Dente
Sempre fui contra a qualquer tipo de maus tratos a qualquer ser. Mesmo com fins de pesquisa e na descoberta de diversos tratamentos para nossa saúde, tenho minhas reservas. Creio que os animais não devam sofrer para que nós matemos nossa fome ou se descubram novos tratamentos para os supostos "seres humanos", afinal eles merecem ter dignidade também.
Agora, teve o lance do bezerro que foi sacrificado em Barretos, porque o Sr Cesar Brosco, presumivelmente "por conta de uma manobra executada de forma irregular" lesionou a vértebra cervical do animal e ele teve que ser sacrificado... Em entrevista para o site UOL, o Sr Marcos Mutra diz ter sido a primeira vez em 56 anos que isso ocorre e segundo esse mesmo senhor, o sedém provoca apenas cócegas... Nessas horas me lembro do "olho por olho, dente por dente"... Porque então não colocamos esses "heróis" na arena, providos de sedém para lhes fazer cócegas nas genitalhas, enquanto um touro os montam? E esses que fazem parte dos "bulldogs", que tal deixarmos que eles mesmos tenham seus pescoços torcidos, tenham que ser sacrificados e depois colocamos uma pessoa como o Sr Marcos Mutra, que se denomina um "defensor dos animais", para dizer que isso pode ocorrer sem intenção, ser apenas um esporte? (Só se esses supostos 'animais' serem seus associados, e não digo animais no sentido próprio da palavra, seria uma ofensa aos mesmos) veja a entrevista em: Morte de Bezerro reacende polêmica sobre animais no rodeio de Barretos - Fonte UOL .
Qual a diferença do Rodeio de Barretos a Farra do Boi do sul?
Me sinto em plena Idade Média, a falta de respeito para com os demais é incrível e esses que se julgam heróis e esportistas... Mas há a culpa dos que vão para assistir e se divertem com essa selvageria, deveriam também irem pra arena e enfrentar os bichos "à unha". São todos Covardes, Sanguinários e Insensíveis! Nesses casos eu defendo o Olho por Olho e Dente por Dente!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Quais são as violações à "Lei de Deus" no texto abaixo?
"Uma professora universitária pagou um jantar para seu marido, que trabalha numa financeira, porque ele finalmente concordou em raspar a barba que ele deixou crescer nas férias. Ele escolheu um restaurante informal onde eles podem usar roupas mais confortáveis, como joggings e camisetas feitas de uma mistura de algodão e poliéster. E ela está usando o colar de ouro e pérolas que ele lhe deu quando ela conseguiu o divórcio do ex-marido. Eles estão consultando o menu mas riem porque já sabem que, como sempre, ele vai pedir costeletas de porco e ela frutos do mar".
RESPOSTA: -Mulheres devem ser submissas a seus maridos ( 1 Pedro 3:1) -Mulheres estão proibidas de ensinar aos homens (1 Timóteo 2:12) -Mulheres não devem usar ouro ou pérolas (1 Timóteo 2:9) -Mulheres não podem usar roupas masculinas (Deuteronônio 22:5). -Carne de porco e frutos do mar são terminantemente proibidos (Levítico 11:7, 10) -A usura é proibida (Deuteronômio 23:199) -Cortar a barba é proibido (Levítico 19::27) -É proibido usar roupas feitas de mais de um material (Levítico 19:19). -A Bíblia não permite que as mulheres peçam o divórcio, o que significa que eles estão cometendo adultério, punível com apedrejamento até a morte (Deuteronômio 22:22) Como, então, eles estão se divertindo tanto? Provavelmente porque nem se preocuparam com leis que lhes parecem ultrapassadas e absurdas. Entretanto, este mesmo casal, supostamente moderno, poderia ser um dos milhões que se apoiam na Bíblia para justificar suas atitudes contra os gays.
Fonte: (Deb Price, escritora lésbica)
Não conferí as informações, mas vejam que interessante...
RESPOSTA: -Mulheres devem ser submissas a seus maridos ( 1 Pedro 3:1) -Mulheres estão proibidas de ensinar aos homens (1 Timóteo 2:12) -Mulheres não devem usar ouro ou pérolas (1 Timóteo 2:9) -Mulheres não podem usar roupas masculinas (Deuteronônio 22:5). -Carne de porco e frutos do mar são terminantemente proibidos (Levítico 11:7, 10) -A usura é proibida (Deuteronômio 23:199) -Cortar a barba é proibido (Levítico 19::27) -É proibido usar roupas feitas de mais de um material (Levítico 19:19). -A Bíblia não permite que as mulheres peçam o divórcio, o que significa que eles estão cometendo adultério, punível com apedrejamento até a morte (Deuteronômio 22:22) Como, então, eles estão se divertindo tanto? Provavelmente porque nem se preocuparam com leis que lhes parecem ultrapassadas e absurdas. Entretanto, este mesmo casal, supostamente moderno, poderia ser um dos milhões que se apoiam na Bíblia para justificar suas atitudes contra os gays.
Fonte: (Deb Price, escritora lésbica)
Não conferí as informações, mas vejam que interessante...
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
O que é um Tsedacá (Tzedakah)
Fonte: www.chabad.org.br
Tsedacá é um dos 613 preceitos dados por D'us no Monte Sinai ao povo judeu. A palavra tsedacá possui sua raiz na palavra hebraica tsedec, que significa integridade, justiça, a coisa certa a fazer. D'us permitiu que existissem pobres e ricos para que os seres humanos exercessem bondade e justiça uns com os outros transformando seu livre arbítrio em ações positivas.O dinheiro não pertence realmente a você, que está obrigado a distribuí-lo. A pessoa deve fazer caridade de acordo com as suas posses.
Em geral, deve-se dar sempre 10% da própria renda. Até um pobre deve fazer caridade.
Desde a época do Templo Sagrado era visível para os judeus que levavam seus sacrifícios, que não importava qual fosse, tanto um sacrifício representado por um animal de porte como um boi, uma ovelha, até uma certa quantidade de farinha, (dependia da posse de cada um), ambos eram aceitos e queridos por D'us. Assim, a pequena doação de um pobre equivale para D'us como a maior doação de um rico.
Aprendemos de nosso patriarca Avraham o dom da generosidade. Assim como sua tenda possuía quatro aberturas que davam para as quatro direções do deserto a fim de visualizar qualquer estrangeiro que passasse próximo ao seu caminho para convidá-lo a usufruir de sua hospitalidade, da mesma forma, devemos ser reconhecidos como seus legítimos descendentes: estender a mão para quem se encontra em nosso caminho e sempre procurar ajudar nosso semelhante.
Há um versículo que diz: "Não endureça seu coração e estenda sua mão ao seu irmão necessitado".Devemos sempre nos colocar em seu lugar, pois da mesma forma que nos dirigimos humildemente ao Criador em busca de bênçãos de saúde, alegrias materiais e espirituais, somos carentes, ocupamos a mesma posição daquele que se encontra diante de nós e pede para que estendamos nossa mão.
Devemos pensar que através das gerações poderemos também ter descendentes que um dia necessitem da ajuda de outros e portanto, nos sensibilizar que cada um de nós poderia estar em seu lugar. Devemos pensar que não nos encontramos em sua situação para que através de nossa ajuda possamos lhe fornecer mais conforto e dignidade, sendo justo com os bens que recebemos de D'us, para usá-lo da maneira que Ele espera que façamos.
Nossos bens é como um penhor que um dia deveremos devolver e restituir ao seu legítimo Dono
É costume se ter um pushke (caixa de tsedacá) em todo lar judaico, e a família é encorajada e dar tsedacá diariamente, especialmente antes de rezar e as mulheres acrescentam a isto o hábito de fazer tsedacá antes do acendimento das velas de Shabat e Yom Tov.
A pessoa nunca deve recusar um pedido de tsedacá. A tsedacá deve ser dada de bom coração, o rosto sorridente e mão aberta.
D'us retribui cada pouquinho de tsedacá que a pessoa faz. Os rabinos nos dizem que se você quer ficar rico, deve dar muita tsedacá.
A tsedacá deve, de preferência, ser dada de maneira anônima, i.e., sem ninguém saber [a menos que você deseje dar um exemplo aos outros].
A tsedacá aproxima a vinda de Mashiach.
Em geral, deve-se dar sempre 10% da própria renda. Até um pobre deve fazer caridade.
Desde a época do Templo Sagrado era visível para os judeus que levavam seus sacrifícios, que não importava qual fosse, tanto um sacrifício representado por um animal de porte como um boi, uma ovelha, até uma certa quantidade de farinha, (dependia da posse de cada um), ambos eram aceitos e queridos por D'us. Assim, a pequena doação de um pobre equivale para D'us como a maior doação de um rico.
Aprendemos de nosso patriarca Avraham o dom da generosidade. Assim como sua tenda possuía quatro aberturas que davam para as quatro direções do deserto a fim de visualizar qualquer estrangeiro que passasse próximo ao seu caminho para convidá-lo a usufruir de sua hospitalidade, da mesma forma, devemos ser reconhecidos como seus legítimos descendentes: estender a mão para quem se encontra em nosso caminho e sempre procurar ajudar nosso semelhante.
Há um versículo que diz: "Não endureça seu coração e estenda sua mão ao seu irmão necessitado".Devemos sempre nos colocar em seu lugar, pois da mesma forma que nos dirigimos humildemente ao Criador em busca de bênçãos de saúde, alegrias materiais e espirituais, somos carentes, ocupamos a mesma posição daquele que se encontra diante de nós e pede para que estendamos nossa mão.
Devemos pensar que através das gerações poderemos também ter descendentes que um dia necessitem da ajuda de outros e portanto, nos sensibilizar que cada um de nós poderia estar em seu lugar. Devemos pensar que não nos encontramos em sua situação para que através de nossa ajuda possamos lhe fornecer mais conforto e dignidade, sendo justo com os bens que recebemos de D'us, para usá-lo da maneira que Ele espera que façamos.
Nossos bens é como um penhor que um dia deveremos devolver e restituir ao seu legítimo Dono
É costume se ter um pushke (caixa de tsedacá) em todo lar judaico, e a família é encorajada e dar tsedacá diariamente, especialmente antes de rezar e as mulheres acrescentam a isto o hábito de fazer tsedacá antes do acendimento das velas de Shabat e Yom Tov.
A pessoa nunca deve recusar um pedido de tsedacá. A tsedacá deve ser dada de bom coração, o rosto sorridente e mão aberta.
D'us retribui cada pouquinho de tsedacá que a pessoa faz. Os rabinos nos dizem que se você quer ficar rico, deve dar muita tsedacá.
A tsedacá deve, de preferência, ser dada de maneira anônima, i.e., sem ninguém saber [a menos que você deseje dar um exemplo aos outros].
A tsedacá aproxima a vinda de Mashiach.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
On the Floor - Jennifer Lopez
[Pitbull]
J-Lo!
You have the sound, man
J-Lo!
You have the sound, man
[J-Lo]
It's a new generation
It's a new generation
[Pitbull]
Mr. Worldwide
Mr. Worldwide
[J-Lo]
Of Party people
Of Party people
[Pitbull]
Get on the floor, darling
Get on the floor
RedOne
Get on the floor, darling
Get on the floor
RedOne
[J-Lo]
Let me introduce you
To my party people
In the club, huh
Let me introduce you
To my party people
In the club, huh
[Pitbull]
I'm loose, loose
And everybody knows I get off the train
Baby it's the truth
I'm like inception, I play with your brain
So I don't sleep, I snooze
I don't play no games so ga-donka-donk don't get it confused, no
'Cause you will lose, yeah
Now pump-a-pump, p-p-p-pump it up
And back it up like a Tonka truck, darling
I'm loose, loose
And everybody knows I get off the train
Baby it's the truth
I'm like inception, I play with your brain
So I don't sleep, I snooze
I don't play no games so ga-donka-donk don't get it confused, no
'Cause you will lose, yeah
Now pump-a-pump, p-p-p-pump it up
And back it up like a Tonka truck, darling
[Jennifer Lopez]
If you go hard you gotta get on the floor
If you're a party freak then step on the floor
If your an animal then tear up the floor
Break a sweat on the floor
Yeah we work on the floor
If you go hard you gotta get on the floor
If you're a party freak then step on the floor
If your an animal then tear up the floor
Break a sweat on the floor
Yeah we work on the floor
Don't stop, keep it moving
Put your drinks up!
Put your drinks up!
Pick your body up and drop it on the floor
Let the rhythm change your world on the floor
You know we're running shit tonight on the floor
Let the rhythm change your world on the floor
You know we're running shit tonight on the floor
[J-Lo e Pitbull]
Brazil, Morocco
London to Ibiza
Straight to LA, New York
Vegas to Africa
Brazil, Morocco
London to Ibiza
Straight to LA, New York
Vegas to Africa
[Refrão]
Dance the night away
Live your life and stay young on the floor
Dance the night away
Grab somebody drink a little more
Dance the night away
Live your life and stay young on the floor
Dance the night away
Grab somebody drink a little more
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
[J-Lo]
I know you got it clap your hands on the floor
And keep on rockin', rock it up on the floor
If you're a criminal kill it on the floor
Steal it quick on the floor, on the floor
I know you got it clap your hands on the floor
And keep on rockin', rock it up on the floor
If you're a criminal kill it on the floor
Steal it quick on the floor, on the floor
Don't stop, keep it moving
Put your drinks up!
Put your drinks up!
Its getting ill it's getting sick on the floor
We never quit, we never rest on the floor
If I ain't wrong we'll probably die on the floor
We never quit, we never rest on the floor
If I ain't wrong we'll probably die on the floor
[J-Lo e Pitbull]
Brazil, Morocco
London to Ibiza
Straight to LA, New York
Vegas to Africa
Brazil, Morocco
London to Ibiza
Straight to LA, New York
Vegas to Africa
[Refrão]
Dance the night away
Live your life and stay young on the floor
Dance the night away
Grab somebody drink a little more
Dance the night away
Live your life and stay young on the floor
Dance the night away
Grab somebody drink a little more
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
[Pibull]
That badonka donk is like a trunk full of bass on an old school Chevy 7 trail donka donkk
All I need is some vodka and some chunky coke
And watch a chick go get donkey konged
Baby if you're ready for things to get heavy
I get on the floor and act a fool if you let me, dale
Don't believe me just vet me
My name ain't Keath but I see why you Sweat me
L.A. Miami New York
Say no more get on the floor
That badonka donk is like a trunk full of bass on an old school Chevy 7 trail donka donkk
All I need is some vodka and some chunky coke
And watch a chick go get donkey konged
Baby if you're ready for things to get heavy
I get on the floor and act a fool if you let me, dale
Don't believe me just vet me
My name ain't Keath but I see why you Sweat me
L.A. Miami New York
Say no more get on the floor
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
Lalalalalalalalalalalalalalaaaa
Tonight we gon' be it on the floor
domingo, 31 de julho de 2011
Cloreto de Magnésio - Cura Natural para Diversos Males
Os desenganados de bico-de-papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação têm cura perfeita, indolor, fácil e barata. E ao mesmo tempo cura para todas as doenças causadas pela carência de magnésio no passado, até a artrose.
CURA DO PADRE BENO - Dez anos antes de começar o tratamento com o cloreto de magnésio, padre Beno J. Schorr estava com 61 anos e quase paralítico. O processo começou com pontadas agudas na região lombar, diagnosticadas como um bico de papagaio, incurável segundo o médico. Depois, tinha um peso crescente na barriga da perna direita, que acabou virando uma dor que só aumentava. Já mal se levantava da cama, sentindo um formigar descer pela perna até aos pés, causado pelo bico de papagaio, que apertava o nervo ciático e quando em pé e curvado lhe dava folga.
Fazia praticamente todos os seus trabalhos sentado, menos a missa, até que sua situação piorou e acabou tendo que rezar a missa também sentado.
Consultando novos médicos, soube que tinha um bando de bicos-de-papagaio calcificados, em grau avançado, e que nada era possível fazer. Aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não tiravam a dor. Dormia enrolado na cama como um gato, sem poder se endireitar, pois a dor o acordava.
Foi então que, num encontro dos jesuítas cientistas em Porto Alegre, encontrou padre Suarez, que falou da cura com CLORETO DE MAGNÉSIO, mostrando o livrinho do padre Puig, jesuíta espanhol que a descobriu.
Fazia praticamente todos os seus trabalhos sentado, menos a missa, até que sua situação piorou e acabou tendo que rezar a missa também sentado.
Consultando novos médicos, soube que tinha um bando de bicos-de-papagaio calcificados, em grau avançado, e que nada era possível fazer. Aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não tiravam a dor. Dormia enrolado na cama como um gato, sem poder se endireitar, pois a dor o acordava.
Foi então que, num encontro dos jesuítas cientistas em Porto Alegre, encontrou padre Suarez, que falou da cura com CLORETO DE MAGNÉSIO, mostrando o livrinho do padre Puig, jesuíta espanhol que a descobriu.
Contou que sua mão estava até dura de tão calcificada, mas com esse sal voltou a se movimentar e que outros parentes seus também já haviam se curado.
Padre Beno começou a tomar o remédio e 20 dias depois acordou estirado na cama, sem dor. Depois de 30 dias nada mais doía. Aos 40 dias, caminhou o dia inteiro, com pequeno peso. Em 3 meses sentia crescer a flexibilidade. Depois de dez meses se dobrava quase como uma cobra.
O magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Além disso, padre Beno tinha a pulsação seguidamente abaixo de 40 e ela se normalizou. O sistema nervoso ficou notoriamente calmo, ganhou maior lucidez, o sangue ficou descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado sumiram, a próstata, que estava para ser operada, já não incomodava muito. E outros efeitos devolveram ao padre a alegria de viver.
Por isso, ele se viu obrigado a repartir o "jeitinho" que o bom Deus deu a ele, divulgando o remédio.
Centenas se curaram em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc. E mandam também cópias a outros desenganados.
IMPORTÂNCIA DO CLORETO DE MAGNÉSIO - O magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos e suas funções (catalisadoras), como os rins para eliminar o ácido úrico nas artroses. Descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, para evitar enfartes, purificando o sangue. Vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade.
Depois dos 40 anos, o organismo absorve sempre menos magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso ele deve ser tomado como preventivo conforme a idade:
a) de 40 aos 55 anos – ½ dose diária.
Padre Beno começou a tomar o remédio e 20 dias depois acordou estirado na cama, sem dor. Depois de 30 dias nada mais doía. Aos 40 dias, caminhou o dia inteiro, com pequeno peso. Em 3 meses sentia crescer a flexibilidade. Depois de dez meses se dobrava quase como uma cobra.
O magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Além disso, padre Beno tinha a pulsação seguidamente abaixo de 40 e ela se normalizou. O sistema nervoso ficou notoriamente calmo, ganhou maior lucidez, o sangue ficou descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado sumiram, a próstata, que estava para ser operada, já não incomodava muito. E outros efeitos devolveram ao padre a alegria de viver.
Por isso, ele se viu obrigado a repartir o "jeitinho" que o bom Deus deu a ele, divulgando o remédio.
Centenas se curaram em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc. E mandam também cópias a outros desenganados.
IMPORTÂNCIA DO CLORETO DE MAGNÉSIO - O magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos e suas funções (catalisadoras), como os rins para eliminar o ácido úrico nas artroses. Descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, para evitar enfartes, purificando o sangue. Vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade.
Depois dos 40 anos, o organismo absorve sempre menos magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso ele deve ser tomado como preventivo conforme a idade:
a) de 40 aos 55 anos – ½ dose diária.
b) de 55 aos 70 anos – 1 dose pela manhã.
c) de 70 aos 100 anos – 1 dose pela manhã e 1 dose à noite.
c) de 70 aos 100 anos – 1 dose pela manhã e 1 dose à noite.
Atenção: para as pessoas da cidade com alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados), um pouco mais; e para as pessoas do campo, um pouco menos.
Não cria hábito, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados.
O magnésio não é remédio, mas alimento sem contra-indicação, por isso é compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a 3 doses e, não o conseguindo, deveria complementá-los, à parte, para não adoecer. Dificilmente passará do limite, por isso as doses indicadas para os de 40 a 100 anos são as mínimas.
Tomando as doses para uma doença só, as demais serão curadas ao mesmo tempo, porque o sal põe em ordem todo o corpo.
FORMAÇÕES ORGÂNICAS
a) Bico de papagaio, nervo ciático, coluna, calcificação, surdez por calcificação: Tomar 1 dose pela manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.
Não cria hábito, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados.
O magnésio não é remédio, mas alimento sem contra-indicação, por isso é compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a 3 doses e, não o conseguindo, deveria complementá-los, à parte, para não adoecer. Dificilmente passará do limite, por isso as doses indicadas para os de 40 a 100 anos são as mínimas.
Tomando as doses para uma doença só, as demais serão curadas ao mesmo tempo, porque o sal põe em ordem todo o corpo.
FORMAÇÕES ORGÂNICAS
a) Bico de papagaio, nervo ciático, coluna, calcificação, surdez por calcificação: Tomar 1 dose pela manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.
b) Artrose (o ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, visivelmente nos dedos, até que incham, porque os rins estão falhando por falta de magnésio): Tomar uma dose de manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não reparar em anormalidades, tomar uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Depois de curado, continuar com as doses como preventivo.
c) Próstata: Tomar 2 doses de manhã, 2 doses à tarde e 2 doses à noite. Ao melhorar tomar como preventivo.
d) Problemas da velhice – rigidez muscular, câimbras, tremor, artérias duras, falta de atividade cerebral: 1 dose de manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite.
e) Câncer: Consiste em células mal formadas por falta de alguma substância (refinados) ou presença de partículas tóxicas. Essas células anárquicas não se harmonizam com as sadias, mas são inofensivas até certa quantidade. E o magnésio consegue combatê-las facilmente, vitalizando as sadias. Infelizmente todo processo canceroso não causa nenhuma dor de alerta, até aparecer o tumor, que segrega tóxicos (vírus muito variados), que invadem as células sadias em ramificações. Aí o magnésio só pode frear um pouco, curar não.
Se no parentesco já houve câncer, nódulos debaixo da pele do seio, o magnésio é o melhor preventivo. Além dos alimentos cancerígenos que devemos evitar, o mais importante é guardar o equilíbrio mineral, tomando cloreto de magnésio em doses de prevenção.
Basta o corpo estar devidamente mineralizado para se ver livre de quase todas as doenças.
ATENÇÃO!
d) Problemas da velhice – rigidez muscular, câimbras, tremor, artérias duras, falta de atividade cerebral: 1 dose de manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite.
e) Câncer: Consiste em células mal formadas por falta de alguma substância (refinados) ou presença de partículas tóxicas. Essas células anárquicas não se harmonizam com as sadias, mas são inofensivas até certa quantidade. E o magnésio consegue combatê-las facilmente, vitalizando as sadias. Infelizmente todo processo canceroso não causa nenhuma dor de alerta, até aparecer o tumor, que segrega tóxicos (vírus muito variados), que invadem as células sadias em ramificações. Aí o magnésio só pode frear um pouco, curar não.
Se no parentesco já houve câncer, nódulos debaixo da pele do seio, o magnésio é o melhor preventivo. Além dos alimentos cancerígenos que devemos evitar, o mais importante é guardar o equilíbrio mineral, tomando cloreto de magnésio em doses de prevenção.
Basta o corpo estar devidamente mineralizado para se ver livre de quase todas as doenças.
ATENÇÃO!
O cloreto de magnésio para uso humano tem que ser do tipo PA (puro para análise) e sua cor é bem branca. É normal empedrar, mas isso não altera seu teor de qualidade.
COMO PREPARAR - Dissolver numa jarra 100 gramas de cloreto de magnésio em 3 litros de água filtrada (33 gramas por litro). Depois de bem misturado, colocar em vidros (não usar recipientes de plástico). A dose é de um copinho de café, conforme a idade e a necessidade.
Fonte: http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/03/cloreto-de-magnsio-cura-natural-para.html
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Brasil no Conselho de Segurança da ONU? Bem... Agora conta a do papagaio...
Sempre gostei da ideia de estarmos presentes como “Membro Permanente” no Conselho de Segurança da ONU, imaginando termos o poder para ajudar as nações e povos que necessitavam e não os vermos sendo julgados por poucas nações que, muitas vezes, visam somente seus interesses... Tinha essa esperança e o orgulho em podermos estar e nos fazer presentes num órgão tão importante. Mas... Estamos nós preparados para isso?
Aí me pergunto: Com essa zona toda, temos credibilidade, amadurecimento e competência para ocuparmos um cargo no Conselho de Segurança da na ONU? Bem... Agora conta a do papagaio...
Desde alguns anos atrás vejo nossa diplomacia (que tanto foi elogiada e usada como modelo por diversas outras nações) ser utilizada como moeda de troca de forma vil, nossos diplomatas serem indicados por “burrocratas” sem o menor preparo para assumir funções tão importantes (deixando os que se formam no Rio Branco para os trabalhos burocráticos e os louros para os indicados pelos “burrocratas”).
Depois, veio à aproximação demasiada com Castro, Chaves, Morales e até o Ahmadinejad (ou seja, para escória do mundo, nossa diplomacia beija-mão).
Agora o STF acabou com tudo, numa decisão que me lembrou uma o de um “cordeiro pronto pro abate”, se curvou aos desmandos do EX-presidente Lula e libertou o Battisti, criando uma situação extremamente desagradável com a Itália, país esse que temos firmado acordo de extradição, em nome da “soberania brasileira” (ou seria soberania lulista?). Uma nação soberana honra e cumpre leis e acordos. Battisti entrou no Brasil com documentação falsa (se não me engano falsificação de documentos é crime no Brasil), é um condenado da Itália, é confesso ser um terrorista (já não chega os que temos até no alto escalão da república... ou se trata de um acordo de profissão?). Também não nos esqueçamos do aluno morto na USP cujo um dos assassinos (por código de honra da ‘profissão’), foi solto por ter comparecido, confessado a participação no crime e não ter delatado seus comparsas por honra ao código de ética e conduta dos marginais.
Realmente, o Brasil não é um país sério. O órgão máximo da Justiça Brasileira se desdiz, vota contra a ordem anterior do mesmo órgão em nome de nossa “soberania nacional” a favor de um suposto assassino italiano e de um delito ocorrido na Itália em que foi julgado à revelia. O STF era o único órgão a quem realmente confiava em sua neutralidade, claro que ainda confio nos Ministros que votaram contra essa sandice e a eles reverencio.
Ah, e o soltaram rapidinho (Battisti), afinal ordem judicial não se contesta, se cumpre! (Mas e quando eles mandaram deportar o mesmo Battisti? Ah é... verdade... O “poder” do Lula sempre foi maior que o do STF). Só pra constar, a Itália já chamou seu embaixador no Brasil.Aí me pergunto: Com essa zona toda, temos credibilidade, amadurecimento e competência para ocuparmos um cargo no Conselho de Segurança da na ONU? Bem... Agora conta a do papagaio...
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Livros pra inguinorantes, por Carlos Eduardo Novaes
Fonte: Jornal do Brasil
Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.
quinta-feira, 2 de junho de 2011
O Ódio a Israel
Fonte: Jornal O Globo - Rodrigo Constantino
O ódio a Israel
Rodrigo Constantino
“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)
As recentes declarações do presidente Obama reacenderam o debate sobre o confronto entre Palestina e Israel. Todos gostam de emitir opinião sobre o assunto, mesmo sem embasamento. Não pretendo entrar na questão histórica em si, até porque isso foge da minha área de conhecimento. Mas gostaria de colaborar com o debate pela via econômica.
Do meu ponto de vista, há muita inveja do relativo sucesso israelense. A tendência natural é defender os mais fracos. Isso nem sempre será o mais justo.
O antissemitismo é tão antigo quanto o próprio judaísmo. Os motivos variaram com o tempo. Mas, em minha opinião, não podemos descartar a inveja como fator importante. A prática da usura era condenada pelos católicos enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica econômica. Shakespeare retratou o antissemitismo de seu tempo em seu clássico “O mercador de Veneza”, em que Shylock representa o típico agiota insensível. Marx, sempre irresponsável com suas finanças, usou os judeus como bode expiatório para atacar o capitalismo. O nacional-socialismo de Hitler foi o ponto máximo do ódio contra judeus.
Vários países existem por causa de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras. Israel é apenas mais um. Curiosamente, parece que somente Israel não tem o direito de existir. Culpa- se sua existência pelo conflito na região, sem levar em conta que os maiores inimigos dos muçulmanos vêm do próprio Islã. O que Israel fez de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”, como os fanáticos defendem?
Israel é um país pequeno, criado apenas em 1948, contando hoje com pouco mais de sete milhões de habitantes. Ao contrário de seus vizinhos, não possui recursos naturais abundantes, e precisa importar petróleo. Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola. A maior parte do sistema operacional do Windows XP foi desenvolvida pela Microsoft de Israel.
O microprocessador Pentium-4 foi desenvolvido pela Intel em Israel. A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel. Microsoft e Cisco construíram unidades de pesquisa e desenvolvimento em Israel. Em resumo, Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo.
O PIB de Israel, acima de US$ 200 bilhões por ano, é muito superior ao de seus vizinhos islâmicos. A renda per capita é de quase US$ 30 mil. Apesar da pequena população e da ausência de recursos naturais, as empresas i sraelenses exportam mais de US$ 50 bilhões por ano. A penetração da internet é uma das maiores do mundo. Israel possui a maior proporção mundial de títulos universitários em relação à população.
Lá são produzidos mais artigos científicos per capita que em qualquer outro país. Israel tem o maior IDH do Oriente, e o 15º do mundo. Não custa lembrar que tudo isso foi conquistado sob constante ameaça terrorista por parte dos vizinhos, forçando um pesado gasto militar do governo. Ainda assim, o país despontou no campo científico e tecnológico, oferecendo enormes avanços para a humanidade.
Quando comparamos a realidade israelense com a situação miserável da maioria dos vizinhos, fica mais fácil entender parte do ódio que é alimentado contra os judeus. Claro que fatores religiosos pesam, assim como o interesse de autoridades islâmicas no clima de guerra. Nada como um inimigo externo para justificar atrocidades domésticas. Mas as gritantes diferenças econômicas e sociais sem dúvida adicionam lenha à fogueira.
Como agravante, Israel é uma democracia parlamentar, enquanto a maioria dos vizinhos vive sob regimes autoritários que ignoram os direitos humanos mais básicos. Isso para não falar das gritantes diferenças quanto às liberdades femininas. Israel não é um paraíso. Longe disso. Seu governo comete abusos que merecem repúdio. Mas, perto da realidade de seus vizinhos islâmicos, o contraste é chocante. Será que isso tem alguma ligação com o ódio a Israel e o constante uso de critérios parciais na hora de julgar os acontecimentos na região? O sucesso costuma despertar a inveja nas almas pequenas, vide o antiamericanismo patológico que ainda sobrevive na esquerda latino-americana. Em tempo: O ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia deveria aprender com Israel como produzir tecnologia de ponta, com ampla abertura econômica e investimento em educação, em vez de tentar resgatar o fracassado protecionismo, no afã de estimular a indústria nacional.
RODRIGO CONSTANTINO- é economista.
O ódio a Israel
Rodrigo Constantino
“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)
As recentes declarações do presidente Obama reacenderam o debate sobre o confronto entre Palestina e Israel. Todos gostam de emitir opinião sobre o assunto, mesmo sem embasamento. Não pretendo entrar na questão histórica em si, até porque isso foge da minha área de conhecimento. Mas gostaria de colaborar com o debate pela via econômica.
Do meu ponto de vista, há muita inveja do relativo sucesso israelense. A tendência natural é defender os mais fracos. Isso nem sempre será o mais justo.
O antissemitismo é tão antigo quanto o próprio judaísmo. Os motivos variaram com o tempo. Mas, em minha opinião, não podemos descartar a inveja como fator importante. A prática da usura era condenada pelos católicos enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica econômica. Shakespeare retratou o antissemitismo de seu tempo em seu clássico “O mercador de Veneza”, em que Shylock representa o típico agiota insensível. Marx, sempre irresponsável com suas finanças, usou os judeus como bode expiatório para atacar o capitalismo. O nacional-socialismo de Hitler foi o ponto máximo do ódio contra judeus.
Vários países existem por causa de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras. Israel é apenas mais um. Curiosamente, parece que somente Israel não tem o direito de existir. Culpa- se sua existência pelo conflito na região, sem levar em conta que os maiores inimigos dos muçulmanos vêm do próprio Islã. O que Israel fez de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”, como os fanáticos defendem?
Israel é um país pequeno, criado apenas em 1948, contando hoje com pouco mais de sete milhões de habitantes. Ao contrário de seus vizinhos, não possui recursos naturais abundantes, e precisa importar petróleo. Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola. A maior parte do sistema operacional do Windows XP foi desenvolvida pela Microsoft de Israel.
O microprocessador Pentium-4 foi desenvolvido pela Intel em Israel. A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel. Microsoft e Cisco construíram unidades de pesquisa e desenvolvimento em Israel. Em resumo, Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo.
O PIB de Israel, acima de US$ 200 bilhões por ano, é muito superior ao de seus vizinhos islâmicos. A renda per capita é de quase US$ 30 mil. Apesar da pequena população e da ausência de recursos naturais, as empresas i sraelenses exportam mais de US$ 50 bilhões por ano. A penetração da internet é uma das maiores do mundo. Israel possui a maior proporção mundial de títulos universitários em relação à população.
Lá são produzidos mais artigos científicos per capita que em qualquer outro país. Israel tem o maior IDH do Oriente, e o 15º do mundo. Não custa lembrar que tudo isso foi conquistado sob constante ameaça terrorista por parte dos vizinhos, forçando um pesado gasto militar do governo. Ainda assim, o país despontou no campo científico e tecnológico, oferecendo enormes avanços para a humanidade.
Quando comparamos a realidade israelense com a situação miserável da maioria dos vizinhos, fica mais fácil entender parte do ódio que é alimentado contra os judeus. Claro que fatores religiosos pesam, assim como o interesse de autoridades islâmicas no clima de guerra. Nada como um inimigo externo para justificar atrocidades domésticas. Mas as gritantes diferenças econômicas e sociais sem dúvida adicionam lenha à fogueira.
Como agravante, Israel é uma democracia parlamentar, enquanto a maioria dos vizinhos vive sob regimes autoritários que ignoram os direitos humanos mais básicos. Isso para não falar das gritantes diferenças quanto às liberdades femininas. Israel não é um paraíso. Longe disso. Seu governo comete abusos que merecem repúdio. Mas, perto da realidade de seus vizinhos islâmicos, o contraste é chocante. Será que isso tem alguma ligação com o ódio a Israel e o constante uso de critérios parciais na hora de julgar os acontecimentos na região? O sucesso costuma despertar a inveja nas almas pequenas, vide o antiamericanismo patológico que ainda sobrevive na esquerda latino-americana. Em tempo: O ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia deveria aprender com Israel como produzir tecnologia de ponta, com ampla abertura econômica e investimento em educação, em vez de tentar resgatar o fracassado protecionismo, no afã de estimular a indústria nacional.
RODRIGO CONSTANTINO- é economista.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
A Paz em 2 Minutos
Autor: Mauro Wainstock, publicitário e jornalista.
Este artigo foi publicado originalmente no Jornal ALEF,
da comunidade judaica, e reproduzido em vários
blogs, sites e veículos de comunicação.
Este artigo foi publicado originalmente no Jornal ALEF,
da comunidade judaica, e reproduzido em vários
blogs, sites e veículos de comunicação.
Também foi entregue ao prefeito de Jerusalém,
Nir Barkat; ao presidente da Agência Judaica,
Nathan Sharansky; e à ex-ministra das
Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni,
que ficaram muito sensibilizados.
Nir Barkat; ao presidente da Agência Judaica,
Nathan Sharansky; e à ex-ministra das
Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni,
que ficaram muito sensibilizados.
- Você já reparou que Israel, este minúsculo país, não possui assessoria de imprensa mas é assunto diário na mídia ? Entendendo ou não sobre política internacional, conhecendo ou não questões diplomáticas, sendo especialistas ou mero curiosos, somos (também estou te incluindo) obrigados a polemizar sobre seus posicionamentos e atitudes. Assim como no futebol, as discussões são tão empolgantes quanto desafiadoras; tão enérgicas quanto inócuas. Assim como no jogo, não entramos em campo, mas gritamos, xingamos, vibramos da arquibancada: criticamos o juiz, nossos próprios jogadores e até mesmo o torcedor do nosso lado... Mas a paz não é uma disputa, em que adversários duelam e só há espaço para um vencedor. A paz não se constrói com palavras “marketeiras” pronunciadas em palanques, com pseudo-sorrisos, abraços hipócritas ou constrangedores apertos de mão diante das câmeras. E menos ainda com fotos que eternizam assinaturas formais.A única caneta da paz que realmente funciona é a usada pelo ”Educador” – entendido como aquele que coloca a paz verdadeira como sincera prioridade, independente de sua ideologia, nacionalidade ou nível sócio-cultural. Apenas ele é quem pode mudar mentes e corações. Que utiliza sua capacidade pessoal mobilizadora para alterar conceitos transmitidos e enraizados através de gerações contaminadas historicamente. Apenas ele tem o poder e a credibilidade para aglutinar e conscientizar. Apenas ele é quem tem a determinação, a liberdade e a vontade espontânea tão imprescindíveis para consolidar o conceito de que o “outro” não é um oponente, mas vem do mesmo berço, possui as mesmas raízes e origens. Que o “outro” não é um adversário, mas apenas pensa diferente. E que é justamente a integração destas diferenças que proporcionou culturas tão ricas, diversificadas, globalizadas e pluralistas.
O “já basta” deve ser uma ação concreta e não uma retórica diplomática. Não precisamos concordar, mas acordar. Temos que substituir o inconsciente coletivo pelo consciente individual. Um trabalho multiplicador, de constante envolvimento: em casa, na sala de aula, nas redes sociais, no dia a dia. Um empenho que nos obriga a sair da “zona do conforto”; que respeita o passado, age no presente e acerta no futuro. Que pensa com otimismo realista e ignora os negativistas ficcionais. Afinal, vidas perdidas são famílias sofrendo. E em famílias sofrendo, as vidas são perdidas. Quantos corações ainda serão atingidos precocemente ? Quantas lágrimas inocentes ainda vão chorar ? Quantos belos sonhos ainda serão transformados em tragédias reais ? Quantas vítimas continuarão sendo meros números do conflito, páginas viradas da história ? Não dá mais para continuar com provocações, agressões e ilusões.
Neste 01 de junho, “Dia de Jerusalém”, cidade sagrada, que une povos e religiões, etnias e raças, gêneros e ideologias, peço ao mundo que faça dois minutos de silêncio: um em homenagem àqueles que, de alguma forma, pereceram em nome da verdadeira paz, e outro para marcar uma nova era, protagonizada por aqueles que, com fé, garra, confiança e coragem, estão convictos de que é viável conquistar goleadas históricas no campo do respeito mútuo, do relacionamento pacífico, onde o preconceito será expulso e a “seleção do bem” sempre ovacionada.
domingo, 29 de maio de 2011
Feira de Doação - dia 04/Junho/2011
Estamos aceitando doação de ração, medicamentos, material de limpeza, cobertores e forração de carpete.
Estamos necessitando de voluntários!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Campanha do Agasalho 2011 - Contribua você também!
O Grupo Escoteiro Guardiões da Fênix, em conjunto com o Distrito Escoteiro do Aricanduva e da Defesa Civil, iniciaram a Campanha do Agasalho 2012.
À partir da semana que vem (dia 30/Maio) já estarão disponíveis nas portarias do Clube Escola Vila Alpina (Av. Francisco Falconi, 83 - Jd Avelino - São Paulo/SP), caixas para depositar os agasalhos para essa nova campanha.
Aqueça seu coração e doe as roupas e cobertores que você não vai usar nesse inverno. Tem muita gente que os necessitam e com certeza, agradecerão muito a sua ajuda.
Se você quiser participar mais ativamente, entre em contato com o e-mail niltoncpaiva@gmail.com e solicite caixas para doação, que poderão ser colocadas em condomínios, supermercados, etc.
Com certeza, essa simples ação vai aquecer você!
Outros pontos de doação:
- Kika Pet Shop
Rua Anhumas, 431 - Vila Ema - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3442-5800
Se você também quiser ajudar e colocar uma Caixa de Doação, mande um e-mail para niltoncpaiva@gmail.com que entraremos em contato. A foto de seu estabelecimento e endereço irão constar aqui.
domingo, 15 de maio de 2011
Saiba o que muda efetivamente com a decisão do STJ sobre as uniões homossexuais
Fonte: http://www.casadamaite.com/node/14175
O Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, que a união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo constitui entidade familiar, como união estável (Código Civil, art. 1273). Pergunta-se: (1) Qual o significado desta decisão? (2) Qual a repercussão para outras áreas? (3) O STF legislou, atropelando o Congresso Nacional? (4) Quais as conseqüências práticas da decisão?
- O significado é inestimável para a consolidação da democracia e dos direitos fundamentais. Afirmaram-se direitos básicos, a todos reconhecidos, como a liberdade sexual, a proibição de discriminação sexual, a privacidade, a intimidade, o respeito à dignidade da pessoa humana, a diversidade e o pluralismo. A afirmação quanto à existência e às conseqüências destes direitos, especialmente na esfera da sexualidade, onde minorias sexuais são discriminadas, deixa claro o dever de respeito e a dignidade constitucional de que são merecedores homossexuais. Isto ainda que eventuais maiorias, por sondagens de opinião ou por representantes eleitos, tentem impor seus preconceitos.
- A repercussão se dá em vários campos. A partir do incontestável dever de respeito às minorias sexuais e da relevância dos direitos sexuais, ficam superadas posturas que tentam justificar discriminações no trabalho, na educação, na saúde e nas mais diversas relações sociais. Fica clara a urgência e a necessidade de medidas antidiscriminatórias, como a criminalização da homofobia. Ganha-se certeza sobre muitos temas, como por exemplo a possibilidade de postulação de adoção conjunta por pessoas do mesmo sexo em união estável. Abrem-se caminhos para levar a igualdade mais a sério, inclusive no direito de família, com o reconhecimento do direito ao casamento, como fez a Corte Constitucional da África do Sul.
- O STF não legislou. Ele aplicou a própria Constituição, que já protege a todos de discriminação sexual, especialmente aqueles objeto de preconceito. Outros direitos também foram aplicados, especialmente a liberdade sexual e o respeito à dignidade humana. Daí a conclusão de que excluir as uniões homossexuais é restrição indevida, contra a Constituição, deixando claro que o parágrafo 3º do art. 226 da CF/88 não torna a união estável exclusiva para heterossexuais.
- As conseqüências são práticas e efetivas. Todos os juízes brasileiros estão vinculados à decisão, não podendo mais rejeitar a união estável pelo fato de serem pessoas do mesmo sexo. Vários direitos daí decorrem, tais como: inclusão em planos de saúde, previdência, associação como dependente em clubes e sociedades, dever de alimentos em caso de necessidade, divisão de bens adquiridos na constância da união, direito à herança, usufruto dos bens do falecido e acompanhamento de parceiro em instituições hospitalares. Sabedores desta posição judicial, os particulares não mais poderão justificar tratamento prejudicial ao prestarem serviços ao público, muito menos sustentar
Para concluir: o STF cumpriu sua missão constitucional de fazer valer os direitos fundamentais de liberdade, de igualdade, de dignidade humana, de privacidade, de intimidade e de proteção às comunidades familiares, afirmando por dez votos a zero que homossexuais podem constituir união estável.
Roger Raupp Rios,
Juiz Federal, Doutor em Direito (UFRGS), Professor do Mestrado em Direitos Humanos (UNIRITTER).
domingo, 8 de maio de 2011
Brasileiro é acusado de pertencer ao Hezbollah
Fontes do serviço secreto israelense revelaram os nomes de líderes extremistas do partido libanês Hezbollah que integram uma rede no exterior "para ações terroristas". Citando a Rádio de Israel, o site naharnet.com diz que um dos líderes é Naiem Hreis, “de nacionalidade brasileira” e responsável pelo recrutamento de agentes do Hezbollah em todo o mundo. A rede inclui ainda Malek Obeid, expert em explosivos, que participou do atentado a embaixada de Buenos Aires em 1992. O grupo, ainda segundo o serviço secreto de Israel, opera sob supervisão de Sayyed Hassan Nasrallah, que fornece frequentes relatórios à Guarda Nacional Iraniana.
Por Jornalista Claudio Humberto
Por Jornalista Claudio Humberto
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