domingo, 29 de maio de 2011
Feira de Doação - dia 04/Junho/2011
Estamos aceitando doação de ração, medicamentos, material de limpeza, cobertores e forração de carpete.
Estamos necessitando de voluntários!
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Campanha do Agasalho 2011 - Contribua você também!
O Grupo Escoteiro Guardiões da Fênix, em conjunto com o Distrito Escoteiro do Aricanduva e da Defesa Civil, iniciaram a Campanha do Agasalho 2012.
À partir da semana que vem (dia 30/Maio) já estarão disponíveis nas portarias do Clube Escola Vila Alpina (Av. Francisco Falconi, 83 - Jd Avelino - São Paulo/SP), caixas para depositar os agasalhos para essa nova campanha.
Aqueça seu coração e doe as roupas e cobertores que você não vai usar nesse inverno. Tem muita gente que os necessitam e com certeza, agradecerão muito a sua ajuda.
Se você quiser participar mais ativamente, entre em contato com o e-mail niltoncpaiva@gmail.com e solicite caixas para doação, que poderão ser colocadas em condomínios, supermercados, etc.
Com certeza, essa simples ação vai aquecer você!
Outros pontos de doação:
- Kika Pet Shop
Rua Anhumas, 431 - Vila Ema - São Paulo - SP
Tel.: (11) 3442-5800
Se você também quiser ajudar e colocar uma Caixa de Doação, mande um e-mail para niltoncpaiva@gmail.com que entraremos em contato. A foto de seu estabelecimento e endereço irão constar aqui.
domingo, 15 de maio de 2011
Saiba o que muda efetivamente com a decisão do STJ sobre as uniões homossexuais
Fonte: http://www.casadamaite.com/node/14175
O Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, que a união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo constitui entidade familiar, como união estável (Código Civil, art. 1273). Pergunta-se: (1) Qual o significado desta decisão? (2) Qual a repercussão para outras áreas? (3) O STF legislou, atropelando o Congresso Nacional? (4) Quais as conseqüências práticas da decisão?
- O significado é inestimável para a consolidação da democracia e dos direitos fundamentais. Afirmaram-se direitos básicos, a todos reconhecidos, como a liberdade sexual, a proibição de discriminação sexual, a privacidade, a intimidade, o respeito à dignidade da pessoa humana, a diversidade e o pluralismo. A afirmação quanto à existência e às conseqüências destes direitos, especialmente na esfera da sexualidade, onde minorias sexuais são discriminadas, deixa claro o dever de respeito e a dignidade constitucional de que são merecedores homossexuais. Isto ainda que eventuais maiorias, por sondagens de opinião ou por representantes eleitos, tentem impor seus preconceitos.
- A repercussão se dá em vários campos. A partir do incontestável dever de respeito às minorias sexuais e da relevância dos direitos sexuais, ficam superadas posturas que tentam justificar discriminações no trabalho, na educação, na saúde e nas mais diversas relações sociais. Fica clara a urgência e a necessidade de medidas antidiscriminatórias, como a criminalização da homofobia. Ganha-se certeza sobre muitos temas, como por exemplo a possibilidade de postulação de adoção conjunta por pessoas do mesmo sexo em união estável. Abrem-se caminhos para levar a igualdade mais a sério, inclusive no direito de família, com o reconhecimento do direito ao casamento, como fez a Corte Constitucional da África do Sul.
- O STF não legislou. Ele aplicou a própria Constituição, que já protege a todos de discriminação sexual, especialmente aqueles objeto de preconceito. Outros direitos também foram aplicados, especialmente a liberdade sexual e o respeito à dignidade humana. Daí a conclusão de que excluir as uniões homossexuais é restrição indevida, contra a Constituição, deixando claro que o parágrafo 3º do art. 226 da CF/88 não torna a união estável exclusiva para heterossexuais.
- As conseqüências são práticas e efetivas. Todos os juízes brasileiros estão vinculados à decisão, não podendo mais rejeitar a união estável pelo fato de serem pessoas do mesmo sexo. Vários direitos daí decorrem, tais como: inclusão em planos de saúde, previdência, associação como dependente em clubes e sociedades, dever de alimentos em caso de necessidade, divisão de bens adquiridos na constância da união, direito à herança, usufruto dos bens do falecido e acompanhamento de parceiro em instituições hospitalares. Sabedores desta posição judicial, os particulares não mais poderão justificar tratamento prejudicial ao prestarem serviços ao público, muito menos sustentar
Para concluir: o STF cumpriu sua missão constitucional de fazer valer os direitos fundamentais de liberdade, de igualdade, de dignidade humana, de privacidade, de intimidade e de proteção às comunidades familiares, afirmando por dez votos a zero que homossexuais podem constituir união estável.
Roger Raupp Rios,
Juiz Federal, Doutor em Direito (UFRGS), Professor do Mestrado em Direitos Humanos (UNIRITTER).
domingo, 8 de maio de 2011
Brasileiro é acusado de pertencer ao Hezbollah
Fontes do serviço secreto israelense revelaram os nomes de líderes extremistas do partido libanês Hezbollah que integram uma rede no exterior "para ações terroristas". Citando a Rádio de Israel, o site naharnet.com diz que um dos líderes é Naiem Hreis, “de nacionalidade brasileira” e responsável pelo recrutamento de agentes do Hezbollah em todo o mundo. A rede inclui ainda Malek Obeid, expert em explosivos, que participou do atentado a embaixada de Buenos Aires em 1992. O grupo, ainda segundo o serviço secreto de Israel, opera sob supervisão de Sayyed Hassan Nasrallah, que fornece frequentes relatórios à Guarda Nacional Iraniana.
Por Jornalista Claudio Humberto
Por Jornalista Claudio Humberto
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Quatro Anjos Sem Asa necessitam de sua ajuda...
A Márcia do Kika Pet Shop pede nossa ajuda.
Ela tem 4 cãezinhos para doação. São super lindos, fofos, brincalhões e estão no Pet Shop, porém, estão crescendo e o espaço diminuindo, por isso pediu ajuda em encontrar um lar definitivo.
O Kika Pet Shop fica na Rua Anhumas, 431- Vila Ema - S.Paulo/SP (Próx do ponto final do Vila Ema).
O telefone deles é: (11)3442-5800.
Vamos ajudar?
Nilton Paiva
terça-feira, 5 de abril de 2011
Onde está o #Pirata? Nosso cão-herói?
Você se lembra do Pirata? ...Não?
Bem vamos lá...
Pirata morava há uns 9 anos num Batalhão da Polícia Militar na Av.Regente Feijó, 871 - no Jd Anália Franco, São Paulo/SP e ficou famoso em Agosto de 2009 quando impediu (dando um sonoro alarme) que meliantes invadissem a corporação e pegassem desprevinidos os soldados que lá estavam. Houve troca de tiros, mas graças a intervenção do Pirata, os policiais conseguiram se defender e aguardar até a chegada de reforços. Segundo consta, os criminosos queriam levar armas e os novos rádios militares.
Ele já tinha o carinho de toda a corporação, carinho esse que somente aumentou com ato heróico e ganhou até uma matéria especial pela Rede Bandeirantes e TV Cultura.
Porém, chegou-me hoje uma informação de que a nova comandante ordenou sua imediata remoção da corporação, fica-se então a pergunta... Para onde enviaram o Pirata, nosso cão-herói?
Alguém sabe? Alguém viu?
Nilton C.Paiva
A saga a procura do paradeiro do #Pirata continua.
Sábado, com entrevista agendada na 3ª Cia do 34º Batalhão da Polícia Militar, fui para entrevistar o Sgto.Alves, porém, após esperar mais de uma hora (Sgto Alves estava cumprindo sua jornada de trabalho nas ruas) me foi explicado que a entrevista havia sido cancelada e ninguém poderia me passar qualquer informação a respeito do paradeiro do animal, somente que ele se encontrava bem (será?).
Ainda perguntei o porque da entrevista ter sido cancelada se o animal estava bem, mas educadamente, o Sgto Alves novamente disse que ele não tinha autorização para me fornecer informações e que deveria contactar o Capitão Paulo Oliveira, da Assessoria de Imprensa na segunda-feira (hoje).
Já contactei porém a informação foi de que ele não se encontrava e voltaria a me chamar... até agora nada, nem memo o Cel. Veloso me atendeu... Se não há nada de errado, por que eles não nos passam informações?
A comunidade local está muito insatisfeita com a remoção do #Pirata.
Muitos vizinhos me disseram que o cachorro era extremamente dócil, nunca avançou sobre ninguém nem perturbava quem passasse na frente do Batalhão. Reconfirmaram a história do ato de heroísmo em novembro de 2009 e não se conformam com sua remoção.
À boca-pequena me reconfirmaram que a atual comandante da corporação, exigiu sua imediata remoção, bem como a retirada do viveiro de aves que há no local.
Enquanto as respostas não vem, continuo perguntando: "Onde está o #Pirata, nosso cão herói?"
No link abaixo há o vídeo da Band: http://mais.uol.com.br/view/298679
SP 07/Abril/2011
Seguimos até o momento sem muitas novidades sobre o Pirata (ou mesmo sobre as aves sob risco de serem soltas).
Uma ótima novidade foi o auxílio de nossa amiga Sheila Moura, do blog O Grito do Bicho, que entrou em contato com Comandante Geral da PM de S.Paulo. Segundo seu relato, eles se prontificaram em enviar uma resposta até amanhã sobre o ocorrido...
http://ogritodobicho.blogspot.com/2011/04/comte-geral-da-pm-de-sp-e-informado.html
Seguimos aguardando e confiantes!!
Parabéns Sheila e Muito Obrigado!
Nilton Paiva
S.Paulo 08/04/2011
Boas Novas sobre o #Pirata
Fonte: Jornal da Tarde - Marici Capitelli
‘Expulsão’ de cão da PM provoca protestos
7 de abril de 2011
23h55
Marici Capitelli
Apesar de uma ficha de bons serviços prestados à Polícia Militar, o vira-lata Pirata foi “expulso” da corporação. O animal, que vivia desde filhote na 2ª Companhia do 2º Batalhão de Trânsito, no Jardim Anália Franco, zona leste, teria sido mandado embora a pedido da nova comandante. Moradores e comerciantes das imediações do posto da PM estão inconformados com a saída do cão.
Na internet, o assunto ganhou repercussão nas redes sociais e nos sites de proteção animal. No twitter foi lançada a campanha “PM cadê o Pirata?”.
Pirata, que é cego do olho esquerdo, virou herói em outubro de 2008. Ele alertou os policiais quando um bandido tentava levar motos que estavam estacionadas no pátio do batalhão. Houve troca de tiros e o ladrão acabou preso. Pirata chegou a acompanhar os policiais até o 30º DP (Tatuapé) onde foi feita a ocorrência. Na época, foi destaque nas TVs.
A comandante Denise Pereira Pinto assumiu o cargo na sexta-feira passada. No mesmo dia, o cão foi levado embora, segundo pessoas ligadas à corporação. A comunidade ficou sabendo da saída do cachorro por um ativista de proteção animal que foi ao local investigar o sumiço de Pirata.
“Gostaria de saber por que o cachorro não pode mais ficar aqui, afinal, essa é a casa dele”, questionou a atendente Rose Batista, de 34 anos, que mora perto do batalhão. A sua maior preocupação é saber o destino do animal.
Assim como outros vizinhos, ela disse que a principal característica do Pirata era a docilidade. “Um animal que nunca mexeu com ninguém e que não é agressor. Todo mundo já está acostumado a vê-lo passar”, ressaltou Simone Fonseca, de 39 anos, que está há 14 anos no bairro.
“É muita maldade fazer isso com o bichinho. Ele é muito tranquilo e só atravessava na faixa de segurança. Estou aborrecida de saber que ele foi embora”, afirmou a moradora Neide Aparecida Barbosa, de 52 anos.
O gerente de um posto de gasolina, Régis Mazon, de 42 anos, contou que todo mundo conhecia o cachorro. “Sempre muito tranquilo. Seria bem legal podermos saber o que foi feito dele.”
Um morador que preferiu não se identificar afirmou que o cachorro acompanhava os policiais quando eles andavam pelo bairro. “Se fossem tomar um café, ele ia junto; se faziam exercícios, ele os seguia. Era o companheiro.”
A reportagem apurou que o cachorro está morando no estacionamento de um supermercado no Pari, zona leste. O casal de proprietários do estabelecimento, que acolheu o animal, garantiu que está muito feliz em poder criá-lo. “Ele é um cão muito querido e muito dócil. Estamos cuidando muito bem dele”, disse a mulher.
O vira-lata foi levado ao estacionamento por um policial do batalhão. Simpático, Pirata abana o rabo para todo mundo que se aproxima e fica ainda mais eufórico quando passam viaturas com as sirenes ligadas. “Vários policiais já vieram visitá-lo”, acrescentou o comerciante.
A comandante foi procurada, mas não estava no batalhão. A assessoria de imprensa da PM afirmou que está apurando o caso e irá prestar informações sobre o cachorro.
http://bit.ly/dVizCW
Bem vamos lá...
Pirata morava há uns 9 anos num Batalhão da Polícia Militar na Av.Regente Feijó, 871 - no Jd Anália Franco, São Paulo/SP e ficou famoso em Agosto de 2009 quando impediu (dando um sonoro alarme) que meliantes invadissem a corporação e pegassem desprevinidos os soldados que lá estavam. Houve troca de tiros, mas graças a intervenção do Pirata, os policiais conseguiram se defender e aguardar até a chegada de reforços. Segundo consta, os criminosos queriam levar armas e os novos rádios militares.
Ele já tinha o carinho de toda a corporação, carinho esse que somente aumentou com ato heróico e ganhou até uma matéria especial pela Rede Bandeirantes e TV Cultura.
Porém, chegou-me hoje uma informação de que a nova comandante ordenou sua imediata remoção da corporação, fica-se então a pergunta... Para onde enviaram o Pirata, nosso cão-herói?
Alguém sabe? Alguém viu?
Nilton C.Paiva
A saga a procura do paradeiro do #Pirata continua.
Sábado, com entrevista agendada na 3ª Cia do 34º Batalhão da Polícia Militar, fui para entrevistar o Sgto.Alves, porém, após esperar mais de uma hora (Sgto Alves estava cumprindo sua jornada de trabalho nas ruas) me foi explicado que a entrevista havia sido cancelada e ninguém poderia me passar qualquer informação a respeito do paradeiro do animal, somente que ele se encontrava bem (será?).
Ainda perguntei o porque da entrevista ter sido cancelada se o animal estava bem, mas educadamente, o Sgto Alves novamente disse que ele não tinha autorização para me fornecer informações e que deveria contactar o Capitão Paulo Oliveira, da Assessoria de Imprensa na segunda-feira (hoje).
Já contactei porém a informação foi de que ele não se encontrava e voltaria a me chamar... até agora nada, nem memo o Cel. Veloso me atendeu... Se não há nada de errado, por que eles não nos passam informações?
A comunidade local está muito insatisfeita com a remoção do #Pirata.
Muitos vizinhos me disseram que o cachorro era extremamente dócil, nunca avançou sobre ninguém nem perturbava quem passasse na frente do Batalhão. Reconfirmaram a história do ato de heroísmo em novembro de 2009 e não se conformam com sua remoção.
À boca-pequena me reconfirmaram que a atual comandante da corporação, exigiu sua imediata remoção, bem como a retirada do viveiro de aves que há no local.
Enquanto as respostas não vem, continuo perguntando: "Onde está o #Pirata, nosso cão herói?"
No link abaixo há o vídeo da Band: http://mais.uol.com.br/view/298679
SP 07/Abril/2011
Seguimos até o momento sem muitas novidades sobre o Pirata (ou mesmo sobre as aves sob risco de serem soltas).
Uma ótima novidade foi o auxílio de nossa amiga Sheila Moura, do blog O Grito do Bicho, que entrou em contato com Comandante Geral da PM de S.Paulo. Segundo seu relato, eles se prontificaram em enviar uma resposta até amanhã sobre o ocorrido...
http://ogritodobicho.blogspot.com/2011/04/comte-geral-da-pm-de-sp-e-informado.html
Seguimos aguardando e confiantes!!
Parabéns Sheila e Muito Obrigado!
Nilton Paiva
S.Paulo 08/04/2011
Boas Novas sobre o #Pirata
Fonte: Jornal da Tarde - Marici Capitelli
‘Expulsão’ de cão da PM provoca protestos
7 de abril de 2011
23h55
Marici Capitelli
Apesar de uma ficha de bons serviços prestados à Polícia Militar, o vira-lata Pirata foi “expulso” da corporação. O animal, que vivia desde filhote na 2ª Companhia do 2º Batalhão de Trânsito, no Jardim Anália Franco, zona leste, teria sido mandado embora a pedido da nova comandante. Moradores e comerciantes das imediações do posto da PM estão inconformados com a saída do cão.
Na internet, o assunto ganhou repercussão nas redes sociais e nos sites de proteção animal. No twitter foi lançada a campanha “PM cadê o Pirata?”.
Pirata, que é cego do olho esquerdo, virou herói em outubro de 2008. Ele alertou os policiais quando um bandido tentava levar motos que estavam estacionadas no pátio do batalhão. Houve troca de tiros e o ladrão acabou preso. Pirata chegou a acompanhar os policiais até o 30º DP (Tatuapé) onde foi feita a ocorrência. Na época, foi destaque nas TVs.
A comandante Denise Pereira Pinto assumiu o cargo na sexta-feira passada. No mesmo dia, o cão foi levado embora, segundo pessoas ligadas à corporação. A comunidade ficou sabendo da saída do cachorro por um ativista de proteção animal que foi ao local investigar o sumiço de Pirata.
“Gostaria de saber por que o cachorro não pode mais ficar aqui, afinal, essa é a casa dele”, questionou a atendente Rose Batista, de 34 anos, que mora perto do batalhão. A sua maior preocupação é saber o destino do animal.
Assim como outros vizinhos, ela disse que a principal característica do Pirata era a docilidade. “Um animal que nunca mexeu com ninguém e que não é agressor. Todo mundo já está acostumado a vê-lo passar”, ressaltou Simone Fonseca, de 39 anos, que está há 14 anos no bairro.
“É muita maldade fazer isso com o bichinho. Ele é muito tranquilo e só atravessava na faixa de segurança. Estou aborrecida de saber que ele foi embora”, afirmou a moradora Neide Aparecida Barbosa, de 52 anos.
O gerente de um posto de gasolina, Régis Mazon, de 42 anos, contou que todo mundo conhecia o cachorro. “Sempre muito tranquilo. Seria bem legal podermos saber o que foi feito dele.”
Um morador que preferiu não se identificar afirmou que o cachorro acompanhava os policiais quando eles andavam pelo bairro. “Se fossem tomar um café, ele ia junto; se faziam exercícios, ele os seguia. Era o companheiro.”
A reportagem apurou que o cachorro está morando no estacionamento de um supermercado no Pari, zona leste. O casal de proprietários do estabelecimento, que acolheu o animal, garantiu que está muito feliz em poder criá-lo. “Ele é um cão muito querido e muito dócil. Estamos cuidando muito bem dele”, disse a mulher.
O vira-lata foi levado ao estacionamento por um policial do batalhão. Simpático, Pirata abana o rabo para todo mundo que se aproxima e fica ainda mais eufórico quando passam viaturas com as sirenes ligadas. “Vários policiais já vieram visitá-lo”, acrescentou o comerciante.
A comandante foi procurada, mas não estava no batalhão. A assessoria de imprensa da PM afirmou que está apurando o caso e irá prestar informações sobre o cachorro.
http://bit.ly/dVizCW
quinta-feira, 31 de março de 2011
PROTEJA O BRASIL DO BOLSONARO
O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar que nós não somos o Brasil retrógrado e preconceituoso que ele representa. Assine a petição agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o preconceito e violência a todos os brasileiros:
Caros amigos,
O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar que nós não somos o Brasil retrógrado e preconceituoso que ele representa. Assine a petição agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o preconceito e violência a todos os brasileiros:
O Deputado Jair Bolsonaro deu uma entrevista homofóbica e racista chocante em rede nacional -- expondo o preconceito terrível que ainda assombra o Brasil. Enquanto já existem leis que protegem pessoas contra a descriminação, pessoas trans, gays e lésbicas ainda não tem nenhuma proteção legal.
Somente no ano passado 250 pessoas foram assassinadas por serem trans ou homossexuais. A homofobia é real e ela mata. Mesmo assim não há lei que proteja pessoas GLBT da discriminação. Ainda se pode demitir alguém somente pela pessoa ser gay e a violência homofóbica não é punida como crime de preconceito.
Vamos direcionar a nossa indignação contra o Bolsonaro em uma ação concreta, acabando com este ataque à igualdade. Vamos pressionar o Congresso a aprovar a lei anti-homofobia que irá salvar vidas inocentes e ampliar proteções para todos os brasileiros. A petição será entregue em uma marcha massiva em Brasília. Clique abaixo para assinar:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl
O Brasil se orgulha em ter uma cultura aberta e tolerante, se colocando como líder na luta por proteções aos direitos humanos no mundo. Mas o nosso país é também um dos lugares mais perigosos do mundo para transexuais -- que sofrem uma violência brutal e execuções sumárias. Até mesmo o Deputado Jean Wyllys recebeu ameaças de morte por defender direitos GLBT no Congresso Nacional.
Nosso país sofre com uma mentalidade discriminatória retrógrada e perigosa que não reflete a sociedade que a maioria de nós quer.
20 Deputados já pediram investigação sobre Bolsonoro pela quebra de decoro parlamentar por racismo. Agora nós precisamos de uma lei contra crimes de homofobia e violência contra a população GLBT do Brasil. Assine a petição abaixo por igualdade e justiça-- ela será entregue em Brasilia com a ajuda dos nossos amigos do All Out e grupos GLBT brasileiros:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl
A Avaaz se mobilizou contra a legislação na Uganda que queria executar gays -- e a proposta foi derrotada! Nós estamos organizando uma campanha contra a prática brutal de estuprar mulheres para "curá-las" do lesbianismo. Agora chegou a hora de nós lutarmos contra a discriminação e violência aqui no nosso país.
Leia mais:
Jair Bolsonaro dá entrevista polêmica no 'CQC', veja:
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/
Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4881858-EI6578,00.html
Grupo de parlamentares entrará com representação contra Bolsonaro por quebra de decoro:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/29/grupo-de-parlamentares-entrara-com-representacao-contra-bolsonaro-por-quebra-de-decoro-924120754.asp
Bolsonaro rasga Constituição a cada frase, diz movimento gay:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037642-EI7896,00-Bolsonaro+rasga+Constituicao+a+cada+frase+diz+movimento+gay.html
Saiba mais sobre All Out, uma nova organização internacional de direitos GLBT:
http://allout.org/pt/index
'Estou me lixando para movimento gay', diz Jair Bolsonaro:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037535-EI7896,00-Estou+me+lixando+para+movimento+gay+diz+Jair+Bolsonaro.html
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A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Fonte: Avaaz.com
sexta-feira, 25 de março de 2011
A Questão Árabe no Mundo Contemporâneo
Fonte: UMAPAZ
A UMAPAZ convida para o Seminário “A Questão árabe no mundo contemporâneo” no próximo dia 30 de março, quarta-feira, às 19h.
O Seminário reúne, em uma mesa de reflexões e debates, personalidades que compartilharão suas diferentes visões sobre o mundo árabe na atualidade.
A mesa será mediada pelo cineasta e arquiteto Flávio Azm Rassekh e terá como participantes:
IRADJ ROBERTO EGHRARI
Professor de Relações Internacionais nas disciplinas de direitos humanos e geopolítica na graduação e coordenador de cursos de pós-graduação em direitos humanos. Ativista em Direitos Humanos, de origem iraniana, conhece profundamente as questões ligadas a esse país. Gerente Executivo da ONG Ágere Cooperação em Advocacy. Organização com sede em Brasília, DF, cujo foco é a capacitação presencial e a distância em direitos humanos, enfatizando as áreas de superação do racismo, sexismo, criança e adolescente, juventude e gestão em direitos humanos.
JAIME SPITZCOVSKY
Jornalista, foi editor internacional do jornal Folha de S. Paulo entre 1988 e 1990 e entre 1997 e 2000, também foi correspondente em Moscou de 1990 a 1994 e em Pequim de 1994 a 1997. Como editor de internacional cobriu questões ligadas ao oriente médio durante dois anos. Atualmente é editor-chefe do sítio de notícias Prima Página.
PAULO DANIEL FARAH
Professor doutor na graduação e na pós-graduação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Autor de "Folha Explica O Islã", "Glossário de Termos Islâmicos" e "ABC do Mundo Árabe", entre outras obras, e co-autor de "Edward Said" e de "Diálogo América do Sul – Países Árabes". Morou no Oriente Médio e na África durante vários anos e dirige o Centro de Estudos Árabes da USP e o Centro de Pesquisa América do Sul/Países Árabes, do qual participam acadêmicos de 34 países. Pesquisador do CNPq, edita a revista Fikr de estudos árabes e sul-americanos e traduziu diversas obras do árabe, francês, inglês, kiswahili e alemão, entre elas O Beco do Pilão, de Naguib Mahfuz, e Homens ao Sol, de Ghassan Kanafani.
FLÁVIO PIOVESAN
Professora doutora em Direito Constitucional e Direitos Humanos da PUC/SP, professora de Direitos Humanos dos Programas de pós-graduação da PUC/SP, da PUC/PR e da Universidade Pablo de Olavide (Espanha), visiting fellow do Human Rights Program da Harvard Law School (1995 e 2000), procuradora do Estado de São Paulo e membro do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.
Serviço: Seminário A QUESTÃO ÁRABE NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Dia e horário: 30 de março, quarta-feira, às 19h
Mediador: Flávio Azm Rassek
Local: UMAPAZ – Av. IV Centenário, 1268 – Portão 7-A – Parque Ibirapuera
Informações: 11-5572-1004
Não é necessária inscrição prévia. Solicita-se chegar 15 minutos antes do início.
A UMAPAZ convida para o Seminário “A Questão árabe no mundo contemporâneo” no próximo dia 30 de março, quarta-feira, às 19h.
O Seminário reúne, em uma mesa de reflexões e debates, personalidades que compartilharão suas diferentes visões sobre o mundo árabe na atualidade.
A mesa será mediada pelo cineasta e arquiteto Flávio Azm Rassekh e terá como participantes:
IRADJ ROBERTO EGHRARI
Professor de Relações Internacionais nas disciplinas de direitos humanos e geopolítica na graduação e coordenador de cursos de pós-graduação em direitos humanos. Ativista em Direitos Humanos, de origem iraniana, conhece profundamente as questões ligadas a esse país. Gerente Executivo da ONG Ágere Cooperação em Advocacy. Organização com sede em Brasília, DF, cujo foco é a capacitação presencial e a distância em direitos humanos, enfatizando as áreas de superação do racismo, sexismo, criança e adolescente, juventude e gestão em direitos humanos.
JAIME SPITZCOVSKY
Jornalista, foi editor internacional do jornal Folha de S. Paulo entre 1988 e 1990 e entre 1997 e 2000, também foi correspondente em Moscou de 1990 a 1994 e em Pequim de 1994 a 1997. Como editor de internacional cobriu questões ligadas ao oriente médio durante dois anos. Atualmente é editor-chefe do sítio de notícias Prima Página.
PAULO DANIEL FARAH
Professor doutor na graduação e na pós-graduação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Autor de "Folha Explica O Islã", "Glossário de Termos Islâmicos" e "ABC do Mundo Árabe", entre outras obras, e co-autor de "Edward Said" e de "Diálogo América do Sul – Países Árabes". Morou no Oriente Médio e na África durante vários anos e dirige o Centro de Estudos Árabes da USP e o Centro de Pesquisa América do Sul/Países Árabes, do qual participam acadêmicos de 34 países. Pesquisador do CNPq, edita a revista Fikr de estudos árabes e sul-americanos e traduziu diversas obras do árabe, francês, inglês, kiswahili e alemão, entre elas O Beco do Pilão, de Naguib Mahfuz, e Homens ao Sol, de Ghassan Kanafani.
FLÁVIO PIOVESAN
Professora doutora em Direito Constitucional e Direitos Humanos da PUC/SP, professora de Direitos Humanos dos Programas de pós-graduação da PUC/SP, da PUC/PR e da Universidade Pablo de Olavide (Espanha), visiting fellow do Human Rights Program da Harvard Law School (1995 e 2000), procuradora do Estado de São Paulo e membro do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.
Serviço: Seminário A QUESTÃO ÁRABE NO MUNDO CONTEMPORÂNEO
Dia e horário: 30 de março, quarta-feira, às 19h
Mediador: Flávio Azm Rassek
Local: UMAPAZ – Av. IV Centenário, 1268 – Portão 7-A – Parque Ibirapuera
Informações: 11-5572-1004
Não é necessária inscrição prévia. Solicita-se chegar 15 minutos antes do início.
terça-feira, 22 de março de 2011
Duas histéricas em Israel
Estréia hoje na GNT o novo programa com Fernanda Young e Camila Machado. Convidadas pelo Ministério de Turismo de Israel, no capítulo de hoje elas apresentam Israel sob um ponto de vista que promete ser hilariante.
Acompanhe: http://gnt.globo.com/duashistericas/Noticias/Fernanda-Young-esta-de-volta-ao-GNT-com--Duas-Histericas-.shtml.
Comente...
Acompanhe: http://gnt.globo.com/duashistericas/Noticias/Fernanda-Young-esta-de-volta-ao-GNT-com--Duas-Histericas-.shtml.
Comente...
segunda-feira, 14 de março de 2011
Associações do bairro da Liberdade vão enviar ajuda ao Japão
Fonte: http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/associacoes-do-bairro-da-liberdade-vao-enviar-ajuda-ao-japao.html
Organizações estão recolhendo contribuições financeiras.
Oitenta famílias já procuraram ajuda da Miyagui Kenjikai do Brasil.
Organizações ligadas à comunidade japonesa do bairro da Liberdade, na região central de São Paulo, se organizaram para ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o país nesta sexta-feira (11). Uma conta bancária foi aberta nesta segunda-feira (14) pela Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil para receber doações.
A associação Miyagui Kenjikai do Brasil, que funciona na Rua Fagundes, 152, aceita contribuições para encaminhar diretamente à província mais atingida pela tragédia. Por enquanto, as doações só podem ser feitas na sede da entidade - outras organizações abriram contas para o recebimento de ajuda. A associação segue recebendo pedidos de ajuda para localizar parentes que habitam na região. Oitenta famílias já procuraram a ajuda da associação. Dez pedidos de localização foram encaminhados à província.
“Enviamos prioritariamente os pedidos relativos às pessoas que moram mais próximo da costa, que foi a área mais atingida”, afirmou o presidente da associação, Koichi Nakazawa, que mora há 47 anos no Brasil. Ele ainda não conseguiu fazer contato com seus oito irmãos que habitam em Miyagi. “Tenho também muitos amigos que trabalham com pesca, criação de ostras, algas. Todos têm moradias muito próximo do litoral”, disse.
O contato com Sendai, capital da província, só foi restabelecido neste domingo (13). “Existem muitas brasileiras casadas com japoneses. O governo da província nem conhecia essas pessoas”, contou. “Vemos muitas informações sobre o terremoto na imprensa brasileira. O Brasil é muito próximo do Japão. Por isso, temos que nos empenhar para ajudar essas famílias brasileiras a encontrar seus parentes”, disse.
A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social também recebe doações para as vítimas do terremoto no Japão. A associação funciona na Rua São Joaquim, 381 (térreo), na Liberdade, região central de São Paulo. O escritório funciona das 9h às 17h30.
Serviço:
Campanha SOS Japão - Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil
Banco do Brasil
Agência: 1196-7
Conta corrente: 29921-9
CNPJ - 46.568.895/0001-66
Miyagui Kenjikai do Brasil
Rua Fagundes, 152, Liberdade
Horário de funcionamento: 9h às17h
Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Rua São Joaquim, 381 (térreo), Liberdade
Horário de funcionamento: 9h às 17h30
Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 112959-7
CNPJ: 61.511.127/0001-60
Beneficência Nipo-Brasileira
Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 131.000-3
CNPJ: 60.992.427/0001-45
Organizações estão recolhendo contribuições financeiras.
Oitenta famílias já procuraram ajuda da Miyagui Kenjikai do Brasil.
Organizações ligadas à comunidade japonesa do bairro da Liberdade, na região central de São Paulo, se organizaram para ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o país nesta sexta-feira (11). Uma conta bancária foi aberta nesta segunda-feira (14) pela Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil para receber doações.
A associação Miyagui Kenjikai do Brasil, que funciona na Rua Fagundes, 152, aceita contribuições para encaminhar diretamente à província mais atingida pela tragédia. Por enquanto, as doações só podem ser feitas na sede da entidade - outras organizações abriram contas para o recebimento de ajuda. A associação segue recebendo pedidos de ajuda para localizar parentes que habitam na região. Oitenta famílias já procuraram a ajuda da associação. Dez pedidos de localização foram encaminhados à província.
“Enviamos prioritariamente os pedidos relativos às pessoas que moram mais próximo da costa, que foi a área mais atingida”, afirmou o presidente da associação, Koichi Nakazawa, que mora há 47 anos no Brasil. Ele ainda não conseguiu fazer contato com seus oito irmãos que habitam em Miyagi. “Tenho também muitos amigos que trabalham com pesca, criação de ostras, algas. Todos têm moradias muito próximo do litoral”, disse.
O contato com Sendai, capital da província, só foi restabelecido neste domingo (13). “Existem muitas brasileiras casadas com japoneses. O governo da província nem conhecia essas pessoas”, contou. “Vemos muitas informações sobre o terremoto na imprensa brasileira. O Brasil é muito próximo do Japão. Por isso, temos que nos empenhar para ajudar essas famílias brasileiras a encontrar seus parentes”, disse.
A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social também recebe doações para as vítimas do terremoto no Japão. A associação funciona na Rua São Joaquim, 381 (térreo), na Liberdade, região central de São Paulo. O escritório funciona das 9h às 17h30.
Serviço:
Campanha SOS Japão - Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil
Banco do Brasil
Agência: 1196-7
Conta corrente: 29921-9
CNPJ - 46.568.895/0001-66
Miyagui Kenjikai do Brasil
Rua Fagundes, 152, Liberdade
Horário de funcionamento: 9h às17h
Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Rua São Joaquim, 381 (térreo), Liberdade
Horário de funcionamento: 9h às 17h30
Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 112959-7
CNPJ: 61.511.127/0001-60
Beneficência Nipo-Brasileira
Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 131.000-3
CNPJ: 60.992.427/0001-45
sexta-feira, 11 de março de 2011
Carnaval e Escolas de torcidas... Guerra dos Estádios no Sambódromo?
Não é segredo pra ninguém: Sou Mocidade Alegre!
Não sou sambista de berço e faz poucos anos que frequento a quadra da Mocidade. Logo no início, perguntei a alguns sambistas de berço sobre as Escolas de Sambas ligadas a times de futebol, pois como palmeirense, achei legal. Infelizmente a explicação que me foi passada por esses mestres foi: “Uma mistura infeliz, seria ótimo para uma renovação e até um sangue novo no samba (inclusive vibrei quando me foi explicado quanto a sua constituição jurídica, incentivo financeiro por parte dos times, eleições livres e caixa aberto para os associados, etc.), porém, o lado negativo será a rivalidade dos campos sendo transferida para o Sambódromo”.
Fui diversas vezes ao Rio de Janeiro assistir aos desfiles e lá não importa se a sua escola era a primeira a passar, o povo fica até o final para saber o que as demais escolas fizeram (para elogiar ou criticar), mas a maioria só sai quando o desfile termina.
Eu senti isso, quando há alguns anos atrás a Mocidade fechou o carnaval paulistano e a Gaviões da Fiel tinha desfilado no mesmo dia; quando entramos na avenida o sambódromo estava praticamente vazio (o mesmo ocorreu esse ano quando a Império da Casa Verde desfilou, no Sambódromo somente pessoas de outras agremiações, além dos torcedores da Império, já que a maioria dos ingressos foram comprados pelos “sambistas de 90 minutos” da Gaviões). Você trabalha firme um ano inteiro, para quando chegar na avenida você mostrar a que veio, vibrar e receber essa energia de volta, mas sem a plateia é meio difícil. A sua escola com certeza estará lá, mas o espetáculo é para todos.
Agora temos três escolas ligadas a times de futebol no Grupo Especial: Mancha Verde, Gaviões da Fiel e Dragões da Real e os previstos problemas começaram: Mudança da ordem no Desfile das Campeãs, separação dos espaços do Sambódromo (ou seria Estádio?) para cada uma das “escolas”, aumento da força policial (com isso um gasto a mais com segurança); e hoje, ouvi na CBN que a partir do ano que vem, as escolas terão um número limitado de frequentadores para ir a Apuração do Sambódromo.
Já tivemos no passado problemas com intrigas entre algumas escolas de samba (que já foi sanado há muito tempo e não chegou aos pés do que há hoje...), será que teremos esse problema novamente com pessoas que não são do samba e confundem Sambódromo com Arena de Gladiadores; Desfile das Escolas de Samba com jogo de futebol (que dura somente 90 minutos e cada um pra sua casa depois das depredações, mortes, brigas, tumultos...)? Será que as famílias terão coragem de levar seus filhos, seus idosos, familiares portadores de necessidades especiais, a um lugar onde não sabe se poderá sair uma muvuca qualquer?
Imagino se daqui 2/3 anos nos perguntaremos: Será que retornarei vivo?
Infelizmente nos fazemos essa pergunta todas as manhãs quando saímos para trabalhar, mas, temos que trabalhar para sobreviver. Daqui a pouco vamos ver as pessoas deixando de frequentar a quase sagrada Passarela do Samba, onde também rendemos homenagens aos nossos baluartes, para evitarmos receber algo na cabeça, jogado por um suposto “sambista” sem educação. Se você não acredita, faça uma pesquisa a partir 2001 e verifique quem “causou” nesse período (seja em Concentração, dispersão, apuração, ameaças, etc...). Se bem que temos que aplaudir, esse ano não vimos nenhum “pitty” por parte da diretoria de uma dessas supostas agremiações... Mas, o que esperar dos torcedores (ou seriam sambistas) dessas escolas quando o destempero começa na diretoria.
Desejo, sinceramente, que haja respeito entre eles, porque senão, irá respingar em todos que querem fazer esse espetáculo cada ano maior.
Ah, antes de tudo, essa é a minha opinião e não a da minha escola, agora quem quiser que comente...
Não sou sambista de berço e faz poucos anos que frequento a quadra da Mocidade. Logo no início, perguntei a alguns sambistas de berço sobre as Escolas de Sambas ligadas a times de futebol, pois como palmeirense, achei legal. Infelizmente a explicação que me foi passada por esses mestres foi: “Uma mistura infeliz, seria ótimo para uma renovação e até um sangue novo no samba (inclusive vibrei quando me foi explicado quanto a sua constituição jurídica, incentivo financeiro por parte dos times, eleições livres e caixa aberto para os associados, etc.), porém, o lado negativo será a rivalidade dos campos sendo transferida para o Sambódromo”.
Fui diversas vezes ao Rio de Janeiro assistir aos desfiles e lá não importa se a sua escola era a primeira a passar, o povo fica até o final para saber o que as demais escolas fizeram (para elogiar ou criticar), mas a maioria só sai quando o desfile termina.
Eu senti isso, quando há alguns anos atrás a Mocidade fechou o carnaval paulistano e a Gaviões da Fiel tinha desfilado no mesmo dia; quando entramos na avenida o sambódromo estava praticamente vazio (o mesmo ocorreu esse ano quando a Império da Casa Verde desfilou, no Sambódromo somente pessoas de outras agremiações, além dos torcedores da Império, já que a maioria dos ingressos foram comprados pelos “sambistas de 90 minutos” da Gaviões). Você trabalha firme um ano inteiro, para quando chegar na avenida você mostrar a que veio, vibrar e receber essa energia de volta, mas sem a plateia é meio difícil. A sua escola com certeza estará lá, mas o espetáculo é para todos.
Agora temos três escolas ligadas a times de futebol no Grupo Especial: Mancha Verde, Gaviões da Fiel e Dragões da Real e os previstos problemas começaram: Mudança da ordem no Desfile das Campeãs, separação dos espaços do Sambódromo (ou seria Estádio?) para cada uma das “escolas”, aumento da força policial (com isso um gasto a mais com segurança); e hoje, ouvi na CBN que a partir do ano que vem, as escolas terão um número limitado de frequentadores para ir a Apuração do Sambódromo.
Já tivemos no passado problemas com intrigas entre algumas escolas de samba (que já foi sanado há muito tempo e não chegou aos pés do que há hoje...), será que teremos esse problema novamente com pessoas que não são do samba e confundem Sambódromo com Arena de Gladiadores; Desfile das Escolas de Samba com jogo de futebol (que dura somente 90 minutos e cada um pra sua casa depois das depredações, mortes, brigas, tumultos...)? Será que as famílias terão coragem de levar seus filhos, seus idosos, familiares portadores de necessidades especiais, a um lugar onde não sabe se poderá sair uma muvuca qualquer?
Imagino se daqui 2/3 anos nos perguntaremos: Será que retornarei vivo?
Infelizmente nos fazemos essa pergunta todas as manhãs quando saímos para trabalhar, mas, temos que trabalhar para sobreviver. Daqui a pouco vamos ver as pessoas deixando de frequentar a quase sagrada Passarela do Samba, onde também rendemos homenagens aos nossos baluartes, para evitarmos receber algo na cabeça, jogado por um suposto “sambista” sem educação. Se você não acredita, faça uma pesquisa a partir 2001 e verifique quem “causou” nesse período (seja em Concentração, dispersão, apuração, ameaças, etc...). Se bem que temos que aplaudir, esse ano não vimos nenhum “pitty” por parte da diretoria de uma dessas supostas agremiações... Mas, o que esperar dos torcedores (ou seriam sambistas) dessas escolas quando o destempero começa na diretoria.
Desejo, sinceramente, que haja respeito entre eles, porque senão, irá respingar em todos que querem fazer esse espetáculo cada ano maior.
Ah, antes de tudo, essa é a minha opinião e não a da minha escola, agora quem quiser que comente...
terça-feira, 1 de março de 2011
Tel Aviv Lança Programa "Tel Aviv GLS", em São Paulo
Na data de 28 de fevereiro, na sede da ABRAT-GLS – Associação Brasileira de Turismo GLS em São Paulo, foi lançado o programa Tel Aviv GLS.
O vice-cônsul de Israel em São Paulo, Hagai Mei-Zahav e a diretora do escritório do Ministério do Turismo de Israel, Cleo Ickowicz, lançaram ao trade turístico de São Paulo o programa, visando concientizar a comunidade LGBT sobre sua aceitação junto ao Estado de Israel, principalmente na cidade de Tel Aviv.
Apresentou o destino como sendo totalmente friendly, como acontece em diversas cidades européias. Uma surpresa para muitos dos presentes, que não imaginavam um cenário tão receptivo por sua localização em pleno Oriente Médio. Mais uma vez, o Estado de Israel se destaca por sua vanguarda e iniciativa.
O Sr. Hagai explicou a todos sobre a liberdade de expressão em Tel Aviv e ressaltou sobre a Parada Gay de Tel Aviv, como sendo uma das mais procuradas atualmente, com muitas participantes sendo dos EUA e Europa.
Contou-se com a participação de representantes diversas agências, operadoras e hotéis.
O vice-cônsul de Israel em São Paulo, Hagai Mei-Zahav e a diretora do escritório do Ministério do Turismo de Israel, Cleo Ickowicz, lançaram ao trade turístico de São Paulo o programa, visando concientizar a comunidade LGBT sobre sua aceitação junto ao Estado de Israel, principalmente na cidade de Tel Aviv.
Apresentou o destino como sendo totalmente friendly, como acontece em diversas cidades européias. Uma surpresa para muitos dos presentes, que não imaginavam um cenário tão receptivo por sua localização em pleno Oriente Médio. Mais uma vez, o Estado de Israel se destaca por sua vanguarda e iniciativa.
O Sr. Hagai explicou a todos sobre a liberdade de expressão em Tel Aviv e ressaltou sobre a Parada Gay de Tel Aviv, como sendo uma das mais procuradas atualmente, com muitas participantes sendo dos EUA e Europa.
Contou-se com a participação de representantes diversas agências, operadoras e hotéis.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Até quando o Judiciário terá que "Legislar"?
STJ decide na 4ª sobre reconhecimento de união gay
Jim Moton/AP
O STJ marcou para esta quarta (23) o julgamento de um caso que pode modificar a forma como a Justiça qualifica a união de casais homossexuais.
Discute-se no processo se o conceito de “união estável”, consagrado em lei para as relações entre homem e mulher, pode ou não ser estendido aos gays.
Última instância da Justiça brasileira para os processos que envolvem causas infraconstitucionais, o STJ já julgou casos análogos.
Porém, nos julgamentos anteriores o relacionamento entre homossexuais foi tipificado como “sociedade de fato”, não como “união estável”.
Qual é a diferença? As pendências judiciais são julgadas, num e noutro caso, por leis pertencentes a ramos distintos do Direito.
A “sociedade de fato” sujeita-se às regras do “Direito de Obrigações”. A união estável, subordina-se ao “Direito de Família”.
Na hipótese de reconhecer a relação entre gays como “união estável”, o STJ dará um salto conceitual. Vai tratar um casal homossexual como “família”.
O processo que vai a julgamento nesta quarta foi aberto por um homem que se separou do parceiro no Rio Grande do Sul.
O autor da ação alega que viveu com seu companheiro uma “união estável” de quase 11 anos –de 1993 a 2004.
Desfeita a união, ele requereu a divisão de bens e uma pensão alimentícia, já que não exercia atividade profissional.
O caso foi submetido a um juiz da Vara de Família, como custuma ocorrer nos casos de litígio entre homens e mulheres. O magistrado julgou procedente a ação.
Reconheceu a “união estável” e determinou a repartição dos bens adquiridos durante o relacionamento. Mais: fixou o pagamento de pensão de R$ 1 mil ao reclamante, até a efetivação da partilha.
O homossexual que perdeu a causa recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Obteve êxito apenas parcial.
O tribunal gaúcho derrubou a pensão alimentícia. Considerou que o gay autor da ação, por jovem, poderia trabalhar.
Manteve, porém, a partilha dos bens. De resto, legitimou a atuação da Vara de Família, chancelando o conceito de “união estável”.
A sentença do tribunal anota que “a união homoafetiva é fato social que se perpetua no tempo, não se podendo admitir a exclusão do abrigamento legal”.
O texto reconhece que houve “a efetiva constituição de família”. Ignorar o fato seria uma “violação dos princípios da igualdade e da dignidade da pessoa humana”.
Inconformado, o homossexual que se viu obrigado a dividir os bens recorreu ao STJ. Pede que seja declarada a “incompetência” da Vara de Família para atuar no caso.
Se as alegações forem aceitas, a divisão de bens será feita segundo as regras da “sociedade de fato”.
Nessa hipótese, o gay reclamante teria de comprovar que participou financeiramente da adquisição dos bens. Só faria jus à parte relativa à sua participação.
O processo corria na 3ª turma do STJ, que cuida dos processos que envolvem Direito de Família. Em função da importância do caso, os cinco ministros da turma decidiram ampliar o plenário.
Optou-se por submeter a decisão a uma Seção, como é chamada a junção de duas turmas. À 3ª turma se juntará a 4ª, que julga casos do “Direito Privado”.
Como cada turma tem cinco ministros, a deliberação será tomada por dez magistrados. O STJ costuma convocar uma Seção em casos excepcionais.
Recorre-se ao plenário mais numeroso quando há o desejo de uniformizar as posições de duas turmas ou até de rever a jurisprudência consolidada no tribunal.
Em dezembro, a 3ª turma do STJ julgou dois casos análogos ao desta quarta-feira. Em ambos, um dos parceiros de uniões gays havia morrido.
O tribunal reconheceu o direito do companheiro vivo a parte dos bens. Aplicou aos casos, porém, o conceito de “sociedade de fato”, não de “união estável”.
Noutro processo, a relatora Nancy Andrighi, da mesma 3ª turma, cruzou as fronteiras da jurisprudência do STJ. Numa causa de partilha de bens, ela reconheceu que o Direito de Família se aplica a uniões homoafetivas.
Interrompido pelo pedido de vista de um dos ministros da turma, o julgamento foi interrompido. O caso desta quarta promove a ressurreição do tema.
Por coincidência, o novo processo tem como relatora a mesma ministra Nancy Andrigui. É de supor que ela repisará a tese que iguala os parceiros gays aos companheiros heterosexuais.
Toda essa ginástica jurídica do STJ seria desnecessária se o Congresso brasileiro já tivesse aprovado uma lei para regular a união civil entre homossexuais.
Há projetos em profusão. Mas o conservadorismo dos congressistas e o lobby católico e evangélico travam o debate. A omissão força o Judiciário, por assim dizer, a "legislar".
Fonte: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2011-02-01_2011-02-28.html
Jim Moton/AP
O STJ marcou para esta quarta (23) o julgamento de um caso que pode modificar a forma como a Justiça qualifica a união de casais homossexuais.
Discute-se no processo se o conceito de “união estável”, consagrado em lei para as relações entre homem e mulher, pode ou não ser estendido aos gays.
Última instância da Justiça brasileira para os processos que envolvem causas infraconstitucionais, o STJ já julgou casos análogos.
Porém, nos julgamentos anteriores o relacionamento entre homossexuais foi tipificado como “sociedade de fato”, não como “união estável”.
Qual é a diferença? As pendências judiciais são julgadas, num e noutro caso, por leis pertencentes a ramos distintos do Direito.
A “sociedade de fato” sujeita-se às regras do “Direito de Obrigações”. A união estável, subordina-se ao “Direito de Família”.
Na hipótese de reconhecer a relação entre gays como “união estável”, o STJ dará um salto conceitual. Vai tratar um casal homossexual como “família”.
O processo que vai a julgamento nesta quarta foi aberto por um homem que se separou do parceiro no Rio Grande do Sul.
O autor da ação alega que viveu com seu companheiro uma “união estável” de quase 11 anos –de 1993 a 2004.
Desfeita a união, ele requereu a divisão de bens e uma pensão alimentícia, já que não exercia atividade profissional.
O caso foi submetido a um juiz da Vara de Família, como custuma ocorrer nos casos de litígio entre homens e mulheres. O magistrado julgou procedente a ação.
Reconheceu a “união estável” e determinou a repartição dos bens adquiridos durante o relacionamento. Mais: fixou o pagamento de pensão de R$ 1 mil ao reclamante, até a efetivação da partilha.
O homossexual que perdeu a causa recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Obteve êxito apenas parcial.
O tribunal gaúcho derrubou a pensão alimentícia. Considerou que o gay autor da ação, por jovem, poderia trabalhar.
Manteve, porém, a partilha dos bens. De resto, legitimou a atuação da Vara de Família, chancelando o conceito de “união estável”.
A sentença do tribunal anota que “a união homoafetiva é fato social que se perpetua no tempo, não se podendo admitir a exclusão do abrigamento legal”.
O texto reconhece que houve “a efetiva constituição de família”. Ignorar o fato seria uma “violação dos princípios da igualdade e da dignidade da pessoa humana”.
Inconformado, o homossexual que se viu obrigado a dividir os bens recorreu ao STJ. Pede que seja declarada a “incompetência” da Vara de Família para atuar no caso.
Se as alegações forem aceitas, a divisão de bens será feita segundo as regras da “sociedade de fato”.
Nessa hipótese, o gay reclamante teria de comprovar que participou financeiramente da adquisição dos bens. Só faria jus à parte relativa à sua participação.
O processo corria na 3ª turma do STJ, que cuida dos processos que envolvem Direito de Família. Em função da importância do caso, os cinco ministros da turma decidiram ampliar o plenário.
Optou-se por submeter a decisão a uma Seção, como é chamada a junção de duas turmas. À 3ª turma se juntará a 4ª, que julga casos do “Direito Privado”.
Como cada turma tem cinco ministros, a deliberação será tomada por dez magistrados. O STJ costuma convocar uma Seção em casos excepcionais.
Recorre-se ao plenário mais numeroso quando há o desejo de uniformizar as posições de duas turmas ou até de rever a jurisprudência consolidada no tribunal.
Em dezembro, a 3ª turma do STJ julgou dois casos análogos ao desta quarta-feira. Em ambos, um dos parceiros de uniões gays havia morrido.
O tribunal reconheceu o direito do companheiro vivo a parte dos bens. Aplicou aos casos, porém, o conceito de “sociedade de fato”, não de “união estável”.
Noutro processo, a relatora Nancy Andrighi, da mesma 3ª turma, cruzou as fronteiras da jurisprudência do STJ. Numa causa de partilha de bens, ela reconheceu que o Direito de Família se aplica a uniões homoafetivas.
Interrompido pelo pedido de vista de um dos ministros da turma, o julgamento foi interrompido. O caso desta quarta promove a ressurreição do tema.
Por coincidência, o novo processo tem como relatora a mesma ministra Nancy Andrigui. É de supor que ela repisará a tese que iguala os parceiros gays aos companheiros heterosexuais.
Toda essa ginástica jurídica do STJ seria desnecessária se o Congresso brasileiro já tivesse aprovado uma lei para regular a união civil entre homossexuais.
Há projetos em profusão. Mas o conservadorismo dos congressistas e o lobby católico e evangélico travam o debate. A omissão força o Judiciário, por assim dizer, a "legislar".
Fonte: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2011-02-01_2011-02-28.html
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Israel - Um Estado Malfeitor...
Gabriel Latner, estudante de Direito da Universidade de Cambridge, participava de um debate em que apoiava a ideia/”moção” de que “Israel é um estado malfeitor”. No entanto, ele resolveu mudar seu pronunciamento, e passou a defender o Estado Judeu. Sua postura foi tão bem recebida que, além de ganhar a discussão, está concorrendo ao cargo de presidente da Sociedade de Estudantes de Cambridge.
Eis o seu discurso:
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Esta é uma guerra de ideais, e outros palestrantes hoje são idealistas. Eu não sou. Sou realista. É tão fácil torcer o significado das “leis internacionais” para fazer o Estado de Israel parecer um estado criminoso. E isto tem sido feito indefinidamente. A verdade é que tratar mal seus cidadãos ou de nações ocupadas não faz um estado ser “criminoso”. Se fosse assim, Canadá, os EUA e Austrália seriam criminosos pelo tratamento de suas populações indígenas. O tratamento da Inglaterra com os irlandeses facilmente os qualificaria a usar este apelido. Estes argumentos, mesmo que emocionalmente válidos, falham em ter rigor intelectual. Neste discurso, vou apresentar cinco argumentos pró-Israel, mostrando que se Israel não é um estado”criminoso”. Eu somente estarei discutindo que Israel é “malfeitor”. A palavra “malfeitor” tornou-se excepcionalmente maldosa. Mas a palavra propriamente dita é neutra. A OED (dicionário de Oxford) define “malfeitor” como “Extravagante, anômalo, mal colocado, ocorrendo em um lugar ou tempo inesperado”. Um estado exatamente como Israel.
O primeiro argumento é estatístico. O fato de Israel ser unicamente um estado judeu já o torna anômalo de tal forma que pode ser rotulado de “malfeitor”. Existem 195 países no mundo. Alguns são cristãos, outros muçulmanos, alguns são seculares. Israel é o único no mundo que é judaico. Ou, para falar por um momento matematicamente, a chance de qualquer estado se tornar judaico é de 0,0051%. Em comparação a chance de alguém ganhar 10 libras na loteria britânica é de 0,017% - mais do que duas vezes. O judaísmo de Israel é uma aberração estatística.
O segundo argumento trata do humanitarismo de Israel - em particular a resposta de Israel ao problema dos refugiados. Não à crise de refugiados palestinos, mas o caso dos refugiados darfurianos. Todos sabem que o que esteve e está acontecendo em Darfur é genocídio, mesmo que a ONU e a Liga Árabe não chame assim. Existe um êxodo da população de Darfur para se salvar. E não tem tido sorte. Muitos foram para o norte - o Egito - onde são tratados indignamente. Os bravos fogem pelo deserto para alcançar Israel. Enfrentam não somente as ameaças naturais do Sinai, como servem de alvo para a prática de tiro dos soldados egípcios que patrulham as fronteiras. Por que correm o risco? Porque em Israel são tratados com compaixão. O governo de Israel foi ainda mais longe ao conceder cidadania israelense a centenas de Darfurianos. Somente isto, coloca Israel à parte do resto do mundo. Mas o verdadeiro ponto de diferença é este: o Exército de Defesa de Israel manda soldados e pessoal médico para patrulhar a fronteira com o Egito. São mandados para procurar refugiados tentando cruzar a fronteira. Não para mandar as pessoas de volta, mas para os salvar da desidratação, exaustão pelo calor e tiros dos soldados. Comparemos isto com a reação dos Estados Unidos à imigração ilegal por suas fronteiras com o México. O governo americano tem aprisionado civis por dar água aos transgressores que estavam morrendo de sede - e aqui o governo de Israel está mandando soldados para salvar imigrantes ilegais. Chamar isso de uma espécie de conduta anômala é um depoimento menos sério.
Meu terceiro argumento é que o governo de Israel faz uma coisa que o resto do mundo evita - ele negocia com terroristas. Esqueçam o último líder da OLP (Organização pela Liberdade da Palestina), Yasser Arafat, um homem que morreu com sangue em suas mãos. Israel está negociando com os terroristas. Yasser Abed Rabbo é um dos condutores dos negociadores da OLP que foi mandado para conversar com Israel. Era um dos líderes da FLP (Frente para Libertação da Palestina) - uma organização de “guerreiros da liberdade” que matou 22 estudantes israelenses de uma escola. E o governo israelense mandou delegados para sentar à mesa com este homem e falar sobre a paz. Nunca vimos o governo espanhol em conversações de paz como líderes do ETA (Movimento de libertação basco) - o governo britânico nunca negociou com Tomas Murphy. E se o presidente Obama conversasse com Osama Bin Laden o mundo veria isso como insanidade. Mas Israel faz exatamente isso. Essa é a definição de “malfeitor” - conduzir-se de uma forma inesperada ou anormal.
Outra parte da definição do dicionário é o comportamento ou atividade “ocorrendo em um tempo ou lugar inesperado”. Quando você compara Israel a seus vizinhos, torna-se claro como Israel é “criminoso”. E aqui temos o quarto argumento: Israel tem o melhor relatório sobre direitos humanos que qualquer um de seus vizinhos. Em nenhum momento existiu um estado democrático no Oriente Médio. Israel é o único país onde a comunidade LGBT (Homossexuais, lésbicas, transsexuais) têm igualdades. No Kuwait, Oman, Qatar e Síria a conduta homossexual é punida com chibatadas, aprisionamento ou ambas. Ainda os homossexuais podem se dar melhor que no Irã, Arábia Saudita e Yemen, onde são condenados à morte. O homossexual israelense pode adotar, servir no exército, entrar nos sindicatos e são protegidos por leis anti-discriminatórias fortes. As leis combatem a pena de morte. De fato, é melhor do que nos EUA. A proteção das liberdades civis dos cidadãos de Israel ganhou o reconhecimento mundial. A “Casa da Liberdade” é uma ONG que solta anualmente um relatório sobre democracia e liberdades civis de 195 países do mundo. Marca o país como “livre”, “parcialmente livre” e “não livre”. No Oriente Médio, Israel é o único que ganhou a designação de “livre”. Não é surpresa. Irã é um país designado como “não livre”, ao lado da China, Zimbawe, Coreia do Norte e Myanmar. No Irã existe um “tribunal da imprensa”, que julga jornalistas por crimes abomináveis como criticar os aitolás, atacar “as fundações da república islâmica”, usar fontes suspeitas (isto é: “ocidentais”), ou insultar o Islã. Irã é o líder mundial em termos de aprisionar jornalistas, com 39 deles (que sabemos) na prisão. Também expulsaram quase todos jornalistas ocidentais durante a eleição de 2009. Realmente, penso que não podemos esperar menos de uma teocracia.
O que a maioria dos países do Oriente Médio é - teocracia e autocracia. E Israel é o único “malfeitor” democrático. Único de todos os países do Oriente Médio, onde protestos anti-governamentais são relatados sem censuras.
Tenho um argumento final. Ele está sentado logo ali em frente na plateia. A presença do Sr.Ran Gidor é toda evidência que precisamos para provar que Israel é um estado “malfeitor”. Para aqueles que nunca ouviram falar do Sr.Gidor, ele é o conselheiro político adido à embaixada de Israel em Londres. É quem o governo de Israel mandou para representá-lo na ONU. Ele está aqui hoje. Consideremos, por um momento, o que sua presença representa. O governo israelense permitir que um alto representante de sua diplomacia participe de um debate sobre sua legitimidade. Isto é extraordinário. Vocês acham, por um minuto, que outro país faria o mesmo? Se a Universidade de Yale organizasse um debate onde a moção fosse: “Esta casa acredita que a Inglaterra é um estado totalitário e racista, que cometeu danos irreparáveis aos povos do mundo”, ela permitiria qualquer de seus funcionários participar de tal debate? Não. A China participaria de um debate sobre Taiwan? Nunca. E não há chance de os EUA participar de um debate sobre os prisioneiros de Guantánamo. Mas Israel mandou o Sr.Gidor para debater com um jovem de 19 anos, estudante de Direito, que está completamente desqualificado para tratar do assunto em pauta. Mais uma vez, Israel está se comportando de forma inesperada ou anormal. Comportando-se como um estado “malfeitor”.
E aqui está o argumento final para todos – Israel, de propósito, desconsidera e não obedece às leis internacionais. Em 1981, Israel destruiu Osirak - o laboratório da bomba nuclear de Saddam Hussein. Todos os governos no mundo sabiam que Hussein estava construindo uma bomba e não fizeram nada. Exceto Israel. Sim, ao fazer isso quebrou a lei internacional e a norma. Mas também nos salvou de um Iraque nuclear. Por essa ação criminosa, Israel deveria ganhar um lugar de respeito aos olhos dos povos amantes da liberdade. Mas não. Mas, hoje à noite, enquanto nós conversamos, quero que se lembrem algo. Enquanto estamos aqui, o Irã de Komeini está fazendo uma bomba. E se você for honesto consigo mesmo, sabe que Israel é o único país que pode e irá fazer algo. Israel agirá, por necessidade, agirá em uma forma que não é normal, e é melhor que faça de uma forma destrutiva. Qualquer pessoa sã prefere um estado “malfeitor” a um Irã nuclear.
Tradução: Jayme Gudel
Fonte: Jornal ALEF - da comunidade judaica - http://www.jornalalef.com.br/
Eis o seu discurso:
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Esta é uma guerra de ideais, e outros palestrantes hoje são idealistas. Eu não sou. Sou realista. É tão fácil torcer o significado das “leis internacionais” para fazer o Estado de Israel parecer um estado criminoso. E isto tem sido feito indefinidamente. A verdade é que tratar mal seus cidadãos ou de nações ocupadas não faz um estado ser “criminoso”. Se fosse assim, Canadá, os EUA e Austrália seriam criminosos pelo tratamento de suas populações indígenas. O tratamento da Inglaterra com os irlandeses facilmente os qualificaria a usar este apelido. Estes argumentos, mesmo que emocionalmente válidos, falham em ter rigor intelectual. Neste discurso, vou apresentar cinco argumentos pró-Israel, mostrando que se Israel não é um estado”criminoso”. Eu somente estarei discutindo que Israel é “malfeitor”. A palavra “malfeitor” tornou-se excepcionalmente maldosa. Mas a palavra propriamente dita é neutra. A OED (dicionário de Oxford) define “malfeitor” como “Extravagante, anômalo, mal colocado, ocorrendo em um lugar ou tempo inesperado”. Um estado exatamente como Israel.
O primeiro argumento é estatístico. O fato de Israel ser unicamente um estado judeu já o torna anômalo de tal forma que pode ser rotulado de “malfeitor”. Existem 195 países no mundo. Alguns são cristãos, outros muçulmanos, alguns são seculares. Israel é o único no mundo que é judaico. Ou, para falar por um momento matematicamente, a chance de qualquer estado se tornar judaico é de 0,0051%. Em comparação a chance de alguém ganhar 10 libras na loteria britânica é de 0,017% - mais do que duas vezes. O judaísmo de Israel é uma aberração estatística.
O segundo argumento trata do humanitarismo de Israel - em particular a resposta de Israel ao problema dos refugiados. Não à crise de refugiados palestinos, mas o caso dos refugiados darfurianos. Todos sabem que o que esteve e está acontecendo em Darfur é genocídio, mesmo que a ONU e a Liga Árabe não chame assim. Existe um êxodo da população de Darfur para se salvar. E não tem tido sorte. Muitos foram para o norte - o Egito - onde são tratados indignamente. Os bravos fogem pelo deserto para alcançar Israel. Enfrentam não somente as ameaças naturais do Sinai, como servem de alvo para a prática de tiro dos soldados egípcios que patrulham as fronteiras. Por que correm o risco? Porque em Israel são tratados com compaixão. O governo de Israel foi ainda mais longe ao conceder cidadania israelense a centenas de Darfurianos. Somente isto, coloca Israel à parte do resto do mundo. Mas o verdadeiro ponto de diferença é este: o Exército de Defesa de Israel manda soldados e pessoal médico para patrulhar a fronteira com o Egito. São mandados para procurar refugiados tentando cruzar a fronteira. Não para mandar as pessoas de volta, mas para os salvar da desidratação, exaustão pelo calor e tiros dos soldados. Comparemos isto com a reação dos Estados Unidos à imigração ilegal por suas fronteiras com o México. O governo americano tem aprisionado civis por dar água aos transgressores que estavam morrendo de sede - e aqui o governo de Israel está mandando soldados para salvar imigrantes ilegais. Chamar isso de uma espécie de conduta anômala é um depoimento menos sério.
Meu terceiro argumento é que o governo de Israel faz uma coisa que o resto do mundo evita - ele negocia com terroristas. Esqueçam o último líder da OLP (Organização pela Liberdade da Palestina), Yasser Arafat, um homem que morreu com sangue em suas mãos. Israel está negociando com os terroristas. Yasser Abed Rabbo é um dos condutores dos negociadores da OLP que foi mandado para conversar com Israel. Era um dos líderes da FLP (Frente para Libertação da Palestina) - uma organização de “guerreiros da liberdade” que matou 22 estudantes israelenses de uma escola. E o governo israelense mandou delegados para sentar à mesa com este homem e falar sobre a paz. Nunca vimos o governo espanhol em conversações de paz como líderes do ETA (Movimento de libertação basco) - o governo britânico nunca negociou com Tomas Murphy. E se o presidente Obama conversasse com Osama Bin Laden o mundo veria isso como insanidade. Mas Israel faz exatamente isso. Essa é a definição de “malfeitor” - conduzir-se de uma forma inesperada ou anormal.
Outra parte da definição do dicionário é o comportamento ou atividade “ocorrendo em um tempo ou lugar inesperado”. Quando você compara Israel a seus vizinhos, torna-se claro como Israel é “criminoso”. E aqui temos o quarto argumento: Israel tem o melhor relatório sobre direitos humanos que qualquer um de seus vizinhos. Em nenhum momento existiu um estado democrático no Oriente Médio. Israel é o único país onde a comunidade LGBT (Homossexuais, lésbicas, transsexuais) têm igualdades. No Kuwait, Oman, Qatar e Síria a conduta homossexual é punida com chibatadas, aprisionamento ou ambas. Ainda os homossexuais podem se dar melhor que no Irã, Arábia Saudita e Yemen, onde são condenados à morte. O homossexual israelense pode adotar, servir no exército, entrar nos sindicatos e são protegidos por leis anti-discriminatórias fortes. As leis combatem a pena de morte. De fato, é melhor do que nos EUA. A proteção das liberdades civis dos cidadãos de Israel ganhou o reconhecimento mundial. A “Casa da Liberdade” é uma ONG que solta anualmente um relatório sobre democracia e liberdades civis de 195 países do mundo. Marca o país como “livre”, “parcialmente livre” e “não livre”. No Oriente Médio, Israel é o único que ganhou a designação de “livre”. Não é surpresa. Irã é um país designado como “não livre”, ao lado da China, Zimbawe, Coreia do Norte e Myanmar. No Irã existe um “tribunal da imprensa”, que julga jornalistas por crimes abomináveis como criticar os aitolás, atacar “as fundações da república islâmica”, usar fontes suspeitas (isto é: “ocidentais”), ou insultar o Islã. Irã é o líder mundial em termos de aprisionar jornalistas, com 39 deles (que sabemos) na prisão. Também expulsaram quase todos jornalistas ocidentais durante a eleição de 2009. Realmente, penso que não podemos esperar menos de uma teocracia.
O que a maioria dos países do Oriente Médio é - teocracia e autocracia. E Israel é o único “malfeitor” democrático. Único de todos os países do Oriente Médio, onde protestos anti-governamentais são relatados sem censuras.
Tenho um argumento final. Ele está sentado logo ali em frente na plateia. A presença do Sr.Ran Gidor é toda evidência que precisamos para provar que Israel é um estado “malfeitor”. Para aqueles que nunca ouviram falar do Sr.Gidor, ele é o conselheiro político adido à embaixada de Israel em Londres. É quem o governo de Israel mandou para representá-lo na ONU. Ele está aqui hoje. Consideremos, por um momento, o que sua presença representa. O governo israelense permitir que um alto representante de sua diplomacia participe de um debate sobre sua legitimidade. Isto é extraordinário. Vocês acham, por um minuto, que outro país faria o mesmo? Se a Universidade de Yale organizasse um debate onde a moção fosse: “Esta casa acredita que a Inglaterra é um estado totalitário e racista, que cometeu danos irreparáveis aos povos do mundo”, ela permitiria qualquer de seus funcionários participar de tal debate? Não. A China participaria de um debate sobre Taiwan? Nunca. E não há chance de os EUA participar de um debate sobre os prisioneiros de Guantánamo. Mas Israel mandou o Sr.Gidor para debater com um jovem de 19 anos, estudante de Direito, que está completamente desqualificado para tratar do assunto em pauta. Mais uma vez, Israel está se comportando de forma inesperada ou anormal. Comportando-se como um estado “malfeitor”.
E aqui está o argumento final para todos – Israel, de propósito, desconsidera e não obedece às leis internacionais. Em 1981, Israel destruiu Osirak - o laboratório da bomba nuclear de Saddam Hussein. Todos os governos no mundo sabiam que Hussein estava construindo uma bomba e não fizeram nada. Exceto Israel. Sim, ao fazer isso quebrou a lei internacional e a norma. Mas também nos salvou de um Iraque nuclear. Por essa ação criminosa, Israel deveria ganhar um lugar de respeito aos olhos dos povos amantes da liberdade. Mas não. Mas, hoje à noite, enquanto nós conversamos, quero que se lembrem algo. Enquanto estamos aqui, o Irã de Komeini está fazendo uma bomba. E se você for honesto consigo mesmo, sabe que Israel é o único país que pode e irá fazer algo. Israel agirá, por necessidade, agirá em uma forma que não é normal, e é melhor que faça de uma forma destrutiva. Qualquer pessoa sã prefere um estado “malfeitor” a um Irã nuclear.
Tradução: Jayme Gudel
Fonte: Jornal ALEF - da comunidade judaica - http://www.jornalalef.com.br/
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Nazista é indiciado pela polícia no Rio de Janeiro
09 de fevereiro de 2011
18h 25
BRUNO BOGHOSSIAN E PEDRO DANTAS - Agência Estado
A Polícia Civil do Rio indiciou hoje um jovem suspeito de incitação ao nazismo durante uma festa universitária realizada dentro do Clube Israelita Brasileiro. No evento, realizado no dia 13 de dezembro, o estudante Luiz Vinícius Cosenza, de 23 anos, exibiu diversas vezes uma tatuagem de uma cruz suástica que tem na coxa esquerda, o que foi encarado pelos investigadores como uma "afronta claramente antissemita".
O jovem foi indiciado com base na Lei do Crime Racial (7.716/89), que prevê prisão de três a cinco anos e multa para casos de discriminação religiosa em que há exibição de símbolos "que utilizem a cruz suástica para fins de divulgação do nazismo". Cosenza prestou depoimento hoje e responderá em liberdade. Outros dois jovens que acompanhavam o estudante na festa foram considerados envolvidos no crime e, segundo o delegado Antenor Martins, da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), também serão indiciados. A polícia também fez buscas em três endereços, e apreendeu computadores e revistas alusivas ao nazismo.
"Nos computadores, encontramos diálogos e fotografias de sites de relacionamento, além de revistas da Gestapo", disse o delegado, referindo-se à polícia secreta alemã, que perseguia grupos considerados inimigos pelo regime nazista, inclusive judeus. Um dos jovens alegou que o material apreendido era usado para a análise táticas de propaganda do nazismo durante o curso de publicidade.
O delegado responsável pela investigação afirmou que a polícia vai aplicar todo o rigor da lei para evitar movimentos ou atitudes nazistas. O chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, é judeu e integrante da terceira geração de uma família que escapou do nazismo.
18h 25
BRUNO BOGHOSSIAN E PEDRO DANTAS - Agência Estado
A Polícia Civil do Rio indiciou hoje um jovem suspeito de incitação ao nazismo durante uma festa universitária realizada dentro do Clube Israelita Brasileiro. No evento, realizado no dia 13 de dezembro, o estudante Luiz Vinícius Cosenza, de 23 anos, exibiu diversas vezes uma tatuagem de uma cruz suástica que tem na coxa esquerda, o que foi encarado pelos investigadores como uma "afronta claramente antissemita".
O jovem foi indiciado com base na Lei do Crime Racial (7.716/89), que prevê prisão de três a cinco anos e multa para casos de discriminação religiosa em que há exibição de símbolos "que utilizem a cruz suástica para fins de divulgação do nazismo". Cosenza prestou depoimento hoje e responderá em liberdade. Outros dois jovens que acompanhavam o estudante na festa foram considerados envolvidos no crime e, segundo o delegado Antenor Martins, da 12ª Delegacia de Polícia (Copacabana), também serão indiciados. A polícia também fez buscas em três endereços, e apreendeu computadores e revistas alusivas ao nazismo.
"Nos computadores, encontramos diálogos e fotografias de sites de relacionamento, além de revistas da Gestapo", disse o delegado, referindo-se à polícia secreta alemã, que perseguia grupos considerados inimigos pelo regime nazista, inclusive judeus. Um dos jovens alegou que o material apreendido era usado para a análise táticas de propaganda do nazismo durante o curso de publicidade.
O delegado responsável pela investigação afirmou que a polícia vai aplicar todo o rigor da lei para evitar movimentos ou atitudes nazistas. O chefe da Polícia Civil do Rio, Allan Turnowski, é judeu e integrante da terceira geração de uma família que escapou do nazismo.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Rhodes/Grécia - Essa cidade é Colossal
Colossal não por causa do tamanho físico e sim por sua importância na história mundial. É incrível, como sempre digo, a Grécia é um país fascinante, além da culinária... claro... glutão como sou não vou me esquecer das delícias dessa cozinha, mas a Grécia tem uma coisa interessante, além de sua parte continental, suas ilhas são especiais... todas com suas particularidades... creio que as únicas parecidas (eu disse parecidas) são Mykonos e Santorini (suas construções, mas a geografia é completamente diferente)... Uma das coisas boas de se trabalhar em navios é chegar no porto e conhecer particularidades interessantes praticamente todos os dias. Rhodes foi incrível, jamais pensei em conhecer uma cidade medieval dentro de uma pequena ilha da Grécia, contrastando com a sua cultura... É incrível... Você sai do navio, e dá de cara com uma cidade medieval toda murada e caminha como se estivesse em pleno séc XII ou XIII... Ruas de pedra, casas de pedra... tudo muito bem conservado; claro que algumas ruínas, mas faz parte. Um comércio bem hospitaleiro e com preços módicos (claro, módicos em se tratando de Europa, onde tudo é MUITO caro).
Abaixo segue um vídeo com algumas tomadas que fiz de lá... Não se esqueça de postar seu comentário!!
Abaixo segue um vídeo com algumas tomadas que fiz de lá... Não se esqueça de postar seu comentário!!
VERGONHA!! Estamos muito MAL representados em Brasília, vejam o por que...
Cada um tem o governo que merece, vejam a reportagem abaixo feita pelo CQC e vejam o nível de representantes estamos colocando em Brasília, depois respondam as perguntas: Quanto é mesmo o salário deles? E quanto é o seu?
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Bispo recusa comenda e impõem constrangimento ao Senado Federal
Num plenário esvaziado, apenas com alguns parlamentares, parentes e amigos do homenageado, o bispo cearense de Limoeiro do Norte, Dom Manuel Edmilson Cruz, impôs um espetacular constrangimento ao Senado Federal, ontem.
Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários.
“A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”.
O público aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.
Dom Manuel chegou a receber a placa de referência da Comenda dos Direitos Humanos Dom Hélder Câmara das mãos do senador Inácio Arruda (PCdoB/CE). Mas, ao discursar, ele recusou a homenagem em protesto ao reajuste de 61,8% concedido pelos próprios deputados e senadores aos seus salários.
“A comenda hoje outorgada não representa a pessoa do cearense maior que foi Dom Hélder Câmara. Desfigura-a, porém. De seguro, sem ressentimentos e agindo por amor e com respeito a todos os senhores e senhoras, pelos quais oro todos os dias, só me resta uma atitude: recusá-la”.
O público aplaudiu a decisão. O bispo destacou que a realidade da população mais carente, obrigada a enfrentar filas nos hospitais da rede pública, contrasta com a confortável situação salarial dos parlamentares. E acrescentou que o aumento “é um atentado, uma afronta ao povo brasileiro, ao cidadão contribuinte. Fere a dignidade do povo brasileiro que com o suor de seu rosto santifica o trabalho diário.
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Cancelamento da Taxa Telefônica, eu já fiz e você??...
Pensei que fosse mais um SPAM divulgado pelos e-mails, mas realmente é verdade:
CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08
(comercial).
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.
Ligue 0800-61-9619 . Quando a secretária eletrônica atender, então digite: 1 (um), 1 (um), 1 (um) . Assim você votou a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo.
O Projeto de Lei é o de n.º 5476, do ano de 2001.
Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso.
Então nós é que temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!
O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 08 às 20h) é da Câmara dos Deputados Federal.
Passe para frente esta mensagem para o maior número possível. A ligação É GRATUÍTA, ou seja, não será desculpa o custo de um interurbano por sua não colaboração!
LIGUE: 0800-61-9619 . Vamos divulgar!!!
Se aprovado o projeto, passará a ser lei e, a partir de então, cada um só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal.
Este projeto está tramitando na 'COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR', na Câmara.
Quanto mais ligar, maior a chance de ser aprovado.
NÓS BRASILEIROS AGRADECEMOS!
Não adianta a gente ficar só reclamando. É preciso que cada um contribua para que possamos conseguir aprovar o que nos interessa.
Quando podemos, temos que tomar alguma atitude contra os ladrões que surrupiam nossas pequenas economias...
CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08
(comercial).
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado.
Ligue 0800-61-9619 . Quando a secretária eletrônica atender, então digite: 1 (um), 1 (um), 1 (um) . Assim você votou a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo.
O Projeto de Lei é o de n.º 5476, do ano de 2001.
Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso.
Então nós é que temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós!
O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 08 às 20h) é da Câmara dos Deputados Federal.
Passe para frente esta mensagem para o maior número possível. A ligação É GRATUÍTA, ou seja, não será desculpa o custo de um interurbano por sua não colaboração!
LIGUE: 0800-61-9619 . Vamos divulgar!!!
Se aprovado o projeto, passará a ser lei e, a partir de então, cada um só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal.
Este projeto está tramitando na 'COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR', na Câmara.
Quanto mais ligar, maior a chance de ser aprovado.
NÓS BRASILEIROS AGRADECEMOS!
Não adianta a gente ficar só reclamando. É preciso que cada um contribua para que possamos conseguir aprovar o que nos interessa.
Quando podemos, temos que tomar alguma atitude contra os ladrões que surrupiam nossas pequenas economias...
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