domingo, 31 de julho de 2011

Cloreto de Magnésio - Cura Natural para Diversos Males


Os desenganados de bico-de-papagaio, nervo ciático, coluna e calcificação têm cura perfeita, indolor, fácil e barata. E ao mesmo tempo cura para todas as doenças causadas pela carência de magnésio no passado, até a artrose.

CURA DO PADRE BENO - Dez anos antes de começar o tratamento com o cloreto de magnésio, padre Beno J. Schorr estava com 61 anos e quase paralítico. O processo começou com pontadas agudas na região lombar, diagnosticadas como um bico de papagaio, incurável segundo o médico. Depois, tinha um peso crescente na barriga da perna direita, que acabou virando uma dor que só aumentava. Já mal se levantava da cama, sentindo um formigar descer pela perna até aos pés, causado pelo bico de papagaio, que apertava o nervo ciático e quando em pé e curvado lhe dava folga.
Fazia praticamente todos os seus trabalhos sentado, menos a missa, até que sua situação piorou e acabou tendo que rezar a missa também sentado.
Consultando novos médicos, soube que tinha um bando de bicos-de-papagaio calcificados, em grau avançado, e que nada era possível fazer. Aplicações de ondas curtas e distensões da coluna não tiravam a dor. Dormia enrolado na cama como um gato, sem poder se endireitar, pois a dor o acordava.

Foi então que, num encontro dos jesuítas cientistas em Porto Alegre, encontrou padre Suarez, que falou da cura com CLORETO DE MAGNÉSIO, mostrando o livrinho do padre Puig, jesuíta espanhol que a descobriu.
Contou que sua mão estava até dura de tão calcificada, mas com esse sal voltou a se movimentar e que outros parentes seus também já haviam se curado.
Padre Beno começou a tomar o remédio e 20 dias depois acordou estirado na cama, sem dor. Depois de 30 dias nada mais doía. Aos 40 dias, caminhou o dia inteiro, com pequeno peso. Em 3 meses sentia crescer a flexibilidade. Depois de dez meses se dobrava quase como uma cobra.
O magnésio arranca o cálcio dos lugares indevidos e o fixa solidamente nos ossos. Além disso, padre Beno tinha a pulsação seguidamente abaixo de 40 e ela se normalizou. O sistema nervoso ficou notoriamente calmo, ganhou maior lucidez, o sangue ficou descalcificado e fluido. As freqüentes pontadas do fígado sumiram, a próstata, que estava para ser operada, já não incomodava muito. E outros efeitos devolveram ao padre a alegria de viver.
Por isso, ele se viu obrigado a repartir o "jeitinho" que o bom Deus deu a ele, divulgando o remédio.
Centenas se curaram em Santa Catarina, depois de anos de sofrimento de males da coluna, artrose, etc. E mandam também cópias a outros desenganados.

IMPORTÂNCIA DO CLORETO DE MAGNÉSIO - O magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos e suas funções (catalisadoras), como os rins para eliminar o ácido úrico nas artroses. Descalcifica até as finas membranas nas articulações e as escleroses calcificadas, para evitar enfartes, purificando o sangue. Vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a juventude até alta idade.
Depois dos 40 anos, o organismo absorve sempre menos magnésio, produzindo velhice e doenças. Por isso ele deve ser tomado como preventivo conforme a idade:

a) de 40 aos 55 anos – ½ dose diária.
b) de 55 aos 70 anos – 1 dose pela manhã.
c) de 70 aos 100 anos – 1 dose pela manhã e 1 dose à noite.
Atenção: para as pessoas da cidade com alimentos de baixa qualidade (refinados e enlatados), um pouco mais; e para as pessoas do campo, um pouco menos.
Não cria hábito, mas deixando de tomá-lo perde-se a proteção. As doenças, dores e o desgaste natural serão bem atenuados ou até eliminados.

O magnésio não é remédio, mas alimento sem contra-indicação, por isso é compatível com qualquer medicamento simultâneo. O adulto precisaria obter dos alimentos o equivalente a 3 doses e, não o conseguindo, deveria complementá-los, à parte, para não adoecer. Dificilmente passará do limite, por isso as doses indicadas para os de 40 a 100 anos são as mínimas.
Tomando as doses para uma doença só, as demais serão curadas ao mesmo tempo, porque o sal põe em ordem todo o corpo.

FORMAÇÕES ORGÂNICAS

a) Bico de papagaio, nervo ciático, coluna, calcificação, surdez por calcificação: Tomar 1 dose pela manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite. Quando curado, deve-se tomar o cloreto de magnésio como preventivo, isto é, conforme a idade.
b) Artrose (o ácido úrico se deposita nas articulações do corpo, visivelmente nos dedos, até que incham, porque os rins estão falhando por falta de magnésio): Tomar uma dose de manhã. Se em 20 dias não sentir melhoras e não reparar em anormalidades, tomar uma dose pela manhã e 1 dose à noite. Depois de curado, continuar com as doses como preventivo.
c) Próstata: Tomar 2 doses de manhã, 2 doses à tarde e 2 doses à noite. Ao melhorar tomar como preventivo.
d) Problemas da velhice – rigidez muscular, câimbras, tremor, artérias duras, falta de atividade cerebral: 1 dose de manhã, 1 dose à tarde e 1 dose à noite.
e) Câncer: Consiste em células mal formadas por falta de alguma substância (refinados) ou presença de partículas tóxicas. Essas células anárquicas não se harmonizam com as sadias, mas são inofensivas até certa quantidade. E o magnésio consegue combatê-las facilmente, vitalizando as sadias. Infelizmente todo processo canceroso não causa nenhuma dor de alerta, até aparecer o tumor, que segrega tóxicos (vírus muito variados), que invadem as células sadias em ramificações. Aí o magnésio só pode frear um pouco, curar não.

Se no parentesco já houve câncer, nódulos debaixo da pele do seio, o magnésio é o melhor preventivo. Além dos alimentos cancerígenos que devemos evitar, o mais importante é guardar o equilíbrio mineral, tomando cloreto de magnésio em doses de prevenção.
Basta o corpo estar devidamente mineralizado para se ver livre de quase todas as doenças.

ATENÇÃO!
O cloreto de magnésio para uso humano tem que ser do tipo PA (puro para análise) e sua cor é bem branca. É normal empedrar, mas isso não altera seu teor de qualidade.

COMO PREPARAR - Dissolver numa jarra 100 gramas de cloreto de magnésio em 3 litros de água filtrada (33 gramas por litro). Depois de bem misturado, colocar em vidros (não usar recipientes de plástico). A dose é de um copinho de café, conforme a idade e a necessidade.



Fonte: http://curapelanatureza.blogspot.com/2008/03/cloreto-de-magnsio-cura-natural-para.html

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Brasil no Conselho de Segurança da ONU? Bem... Agora conta a do papagaio...

Sempre gostei da ideia de estarmos presentes como “Membro Permanente” no Conselho de Segurança da ONU, imaginando termos o poder para ajudar as nações e povos que necessitavam  e não os vermos sendo julgados por poucas nações que, muitas vezes, visam somente seus interesses... Tinha essa esperança e o orgulho em podermos estar e nos fazer presentes num órgão tão importante. Mas... Estamos nós preparados para isso?
Desde alguns anos atrás vejo nossa diplomacia (que tanto foi elogiada e usada como modelo por diversas outras nações) ser utilizada como moeda de troca de forma vil, nossos diplomatas serem indicados por “burrocratas” sem o menor preparo para assumir funções tão importantes (deixando os que se formam no Rio Branco para os trabalhos burocráticos e os louros para os indicados pelos “burrocratas”). 
 Depois, veio à aproximação demasiada com Castro, Chaves, Morales e até o Ahmadinejad (ou seja, para escória do mundo, nossa diplomacia beija-mão).

Agora o STF acabou com tudo, numa decisão que me lembrou uma o de um “cordeiro pronto pro abate”, se curvou aos desmandos do EX-presidente Lula e libertou o Battisti, criando uma situação extremamente desagradável com a Itália, país esse que temos firmado acordo de extradição, em nome da “soberania brasileira” (ou seria soberania lulista?). Uma nação soberana honra e cumpre leis e acordos. Battisti entrou no Brasil com documentação falsa (se não me engano falsificação de documentos é crime no Brasil), é um condenado da Itália, é confesso ser um terrorista (já não chega os que temos até no alto escalão da república... ou se trata de um acordo de profissão?). Também não nos esqueçamos do aluno morto na USP cujo um dos assassinos (por código de honra da ‘profissão’), foi solto por ter comparecido, confessado a participação no crime e não ter delatado seus comparsas por honra ao código de ética e conduta dos marginais.
Realmente, o Brasil não é um país sério. O órgão máximo da Justiça Brasileira se desdiz, vota contra a ordem anterior do mesmo órgão em nome de nossa “soberania nacional” a favor de um suposto assassino italiano e de um delito ocorrido na Itália em que foi julgado à revelia.

O STF era o único órgão a quem realmente confiava em sua neutralidade, claro que ainda confio nos Ministros que votaram contra essa sandice e a eles reverencio.
Ah, e o soltaram rapidinho (Battisti), afinal ordem judicial não se contesta, se cumpre! (Mas e quando eles mandaram deportar o mesmo Battisti? Ah é... verdade... O “poder” do Lula sempre foi maior que o do STF). Só pra constar, a Itália já chamou seu embaixador no Brasil.

Aí me pergunto: Com essa zona toda, temos credibilidade, amadurecimento e competência para ocuparmos um cargo no Conselho de Segurança da na ONU? Bem... Agora conta a do papagaio...

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Livros pra inguinorantes, por Carlos Eduardo Novaes

Fonte: Jornal do Brasil

Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!
A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.
A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

O Ódio a Israel

Fonte: Jornal O Globo - Rodrigo Constantino

O ódio a Israel

Rodrigo Constantino

“Não é possível discutir racionalmente com alguém que prefere matar-nos a ser convencido pelos nossos argumentos.” (Karl Popper)

As recentes declarações do presidente Obama reacenderam o debate sobre o confronto entre Palestina e Israel. Todos gostam de emitir opinião sobre o assunto, mesmo sem embasamento. Não pretendo entrar na questão histórica em si, até porque isso foge da minha área de conhecimento. Mas gostaria de colaborar com o debate pela via econômica.
Do meu ponto de vista, há muita inveja do relativo sucesso israelense. A tendência natural é defender os mais fracos. Isso nem sempre será o mais justo.
O antissemitismo é tão antigo quanto o próprio judaísmo. Os motivos variaram com o tempo. Mas, em minha opinião, não podemos descartar a inveja como fator importante. A prática da usura era condenada pelos católicos enquanto os judeus desfrutavam de sua evidente lógica econômica. Shakespeare retratou o antissemitismo de seu tempo em seu clássico “O mercador de Veneza”, em que Shylock representa o típico agiota insensível. Marx, sempre irresponsável com suas finanças, usou os judeus como bode expiatório para atacar o capitalismo. O nacional-socialismo de Hitler foi o ponto máximo do ódio contra judeus.
Vários países existem por causa de decisões arbitrárias de governos, principalmente após guerras. Israel é apenas mais um. Curiosamente, parece que somente Israel não tem o direito de existir. Culpa- se sua existência pelo conflito na região, sem levar em conta que os maiores inimigos dos muçulmanos vêm do próprio Islã. O que Israel fez de tão terrível para que mereça ser “varrido do mapa”, como os fanáticos defendem?
Israel é um país pequeno, criado apenas em 1948, contando hoje com pouco mais de sete milhões de habitantes. Ao contrário de seus vizinhos, não possui recursos naturais abundantes, e precisa importar petróleo. Entretanto, o telefone celular foi desenvolvido lá, pela filial da Motorola. A maior parte do sistema operacional do Windows XP foi desenvolvida pela Microsoft de Israel.
O microprocessador Pentium-4 foi desenvolvido pela Intel em Israel. A tecnologia da “caixa postal” foi desenvolvida em Israel. Microsoft e Cisco construíram unidades de pesquisa e desenvolvimento em Israel. Em resumo, Israel possui uma das indústrias de tecnologia mais avançadas do mundo.
O PIB de Israel, acima de US$ 200 bilhões por ano, é muito superior ao de seus vizinhos islâmicos. A renda per capita é de quase US$ 30 mil. Apesar da pequena população e da ausência de recursos naturais, as empresas i sraelenses exportam mais de US$ 50 bilhões por ano. A penetração da internet é uma das maiores do mundo. Israel possui a maior proporção mundial de títulos universitários em relação à população.
Lá são produzidos mais artigos científicos per capita que em qualquer outro país. Israel tem o maior IDH do Oriente, e o 15º do mundo. Não custa lembrar que tudo isso foi conquistado sob constante ameaça terrorista por parte dos vizinhos, forçando um pesado gasto militar do governo. Ainda assim, o país despontou no campo científico e tecnológico, oferecendo enormes avanços para a humanidade.
Quando comparamos a realidade israelense com a situação miserável da maioria dos vizinhos, fica mais fácil entender parte do ódio que é alimentado contra os judeus. Claro que fatores religiosos pesam, assim como o interesse de autoridades islâmicas no clima de guerra. Nada como um inimigo externo para justificar atrocidades domésticas. Mas as gritantes diferenças econômicas e sociais sem dúvida adicionam lenha à fogueira.
Como agravante, Israel é uma democracia parlamentar, enquanto a maioria dos vizinhos vive sob regimes autoritários que ignoram os direitos humanos mais básicos. Isso para não falar das gritantes diferenças quanto às liberdades femininas. Israel não é um paraíso. Longe disso. Seu governo comete abusos que merecem repúdio. Mas, perto da realidade de seus vizinhos islâmicos, o contraste é chocante. Será que isso tem alguma ligação com o ódio a Israel e o constante uso de critérios parciais na hora de julgar os acontecimentos na região? O sucesso costuma despertar a inveja nas almas pequenas, vide o antiamericanismo patológico que ainda sobrevive na esquerda latino-americana. Em tempo: O ministro brasileiro da Ciência e Tecnologia deveria aprender com Israel como produzir tecnologia de ponta, com ampla abertura econômica e investimento em educação, em vez de tentar resgatar o fracassado protecionismo, no afã de estimular a indústria nacional.

RODRIGO CONSTANTINO- é economista.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

A Paz em 2 Minutos

Autor: Mauro Wainstock, publicitário e jornalista.

Este artigo foi publicado originalmente no Jornal ALEF,
da comunidade judaica, e reproduzido em vários
blogs, sites e veículos de comunicação.

Também foi entregue ao prefeito de Jerusalém,
Nir Barkat; ao presidente da Agência Judaica,
Nathan Sharansky; e à ex-ministra das
Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni,
que ficaram muito sensibilizados.


 - Você já reparou que Israel, este minúsculo país, não possui assessoria de imprensa mas é assunto diário na mídia ? Entendendo ou não sobre política internacional, conhecendo ou não questões diplomáticas, sendo especialistas ou mero curiosos, somos (também estou te incluindo) obrigados a polemizar sobre seus posicionamentos e atitudes. Assim como no futebol, as discussões são tão empolgantes quanto desafiadoras; tão enérgicas quanto inócuas. Assim como no jogo, não entramos em campo, mas gritamos, xingamos, vibramos da arquibancada: criticamos o juiz, nossos próprios jogadores e até mesmo o torcedor do nosso lado... Mas a paz não é uma disputa, em que adversários duelam e só há espaço para um vencedor. A paz não se constrói com palavras “marketeiras” pronunciadas em palanques, com pseudo-sorrisos, abraços hipócritas ou constrangedores apertos de mão diante das câmeras. E menos ainda com fotos que eternizam assinaturas formais.

A única caneta da paz que realmente funciona é a usada pelo ”Educador” – entendido como aquele que coloca a paz verdadeira como sincera prioridade, independente de sua ideologia, nacionalidade ou nível sócio-cultural. Apenas ele é quem pode mudar mentes e corações. Que utiliza sua capacidade pessoal mobilizadora para alterar conceitos transmitidos e enraizados através de gerações contaminadas historicamente. Apenas ele tem o poder e a credibilidade para aglutinar e conscientizar. Apenas ele é quem tem a determinação, a liberdade e a vontade espontânea tão imprescindíveis para consolidar o conceito de que o “outro” não é um oponente, mas vem do mesmo berço, possui as mesmas raízes e origens. Que o “outro” não é um adversário, mas apenas pensa diferente. E que é justamente a integração destas diferenças que proporcionou culturas tão ricas, diversificadas, globalizadas e pluralistas.

O “já basta” deve ser uma ação concreta e não uma retórica diplomática. Não precisamos concordar, mas acordar. Temos que substituir o inconsciente coletivo pelo consciente individual. Um trabalho multiplicador, de constante envolvimento: em casa, na sala de aula, nas redes sociais, no dia a dia. Um empenho que nos obriga a sair da “zona do conforto”; que respeita o passado, age no presente e acerta no futuro. Que pensa com otimismo realista e ignora os negativistas ficcionais. Afinal, vidas perdidas são famílias sofrendo. E em famílias sofrendo, as vidas são perdidas. Quantos corações ainda serão atingidos precocemente ? Quantas lágrimas inocentes ainda vão chorar ? Quantos belos sonhos ainda serão transformados em tragédias reais ? Quantas vítimas continuarão sendo meros números do conflito, páginas viradas da história ? Não dá mais para continuar com provocações, agressões e ilusões.

Neste 01 de junho, “Dia de Jerusalém”, cidade sagrada, que une povos e religiões, etnias e raças, gêneros e ideologias, peço ao mundo que faça dois minutos de silêncio: um em homenagem àqueles que, de alguma forma, pereceram em nome da verdadeira paz, e outro para marcar uma nova era, protagonizada por aqueles que, com fé, garra, confiança e coragem, estão convictos de que é viável conquistar goleadas históricas no campo do respeito mútuo, do relacionamento pacífico, onde o preconceito será expulso e a “seleção do bem” sempre ovacionada.

domingo, 29 de maio de 2011

Feira de Doação - dia 04/Junho/2011



Estamos aceitando doação de ração, medicamentos, material de limpeza, cobertores e forração de carpete.
Estamos necessitando de voluntários!

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Budalocci da Sorte

Campanha do Agasalho 2011 - Contribua você também!

 

O Grupo Escoteiro Guardiões da Fênix, em conjunto com o Distrito Escoteiro do Aricanduva e da Defesa Civil,  iniciaram a Campanha do Agasalho 2012.
À partir da semana que vem (dia 30/Maio) já estarão disponíveis nas portarias do Clube Escola Vila Alpina (Av. Francisco Falconi, 83 - Jd Avelino - São Paulo/SP), caixas para depositar os agasalhos para essa nova campanha.
Aqueça seu coração e doe as roupas e cobertores que você não vai usar nesse inverno. Tem muita gente que os necessitam e com certeza, agradecerão muito a sua ajuda.
Se você quiser participar mais ativamente, entre em contato com o e-mail niltoncpaiva@gmail.com e solicite caixas para doação, que poderão ser colocadas em condomínios, supermercados, etc.
Com certeza, essa simples ação vai aquecer você!

Outros pontos de doação:

   

  • Kika Pet Shop

          Rua Anhumas, 431 - Vila Ema - São Paulo - SP
          Tel.: (11) 3442-5800


Se você também quiser ajudar e colocar uma Caixa de Doação, mande um e-mail para niltoncpaiva@gmail.com que entraremos em contato. A foto de seu estabelecimento e endereço irão constar aqui.

domingo, 15 de maio de 2011

Saiba o que muda efetivamente com a decisão do STJ sobre as uniões homossexuais

Fonte: http://www.casadamaite.com/node/14175

O Supremo Tribunal Federal decidiu, por unanimidade, que a união contínua, pública e duradoura entre pessoas do mesmo sexo constitui entidade familiar, como união estável (Código Civil, art. 1273). Pergunta-se: (1) Qual o significado desta decisão? (2) Qual a repercussão para outras áreas? (3) O STF legislou, atropelando o Congresso Nacional? (4) Quais as conseqüências práticas da decisão?
  1. O significado é inestimável para a consolidação da democracia e dos direitos fundamentais. Afirmaram-se direitos básicos, a todos reconhecidos, como a liberdade sexual, a proibição de discriminação sexual, a privacidade, a intimidade, o respeito à dignidade da pessoa humana, a diversidade e o pluralismo. A afirmação quanto à existência e às conseqüências destes direitos, especialmente na esfera da sexualidade, onde minorias sexuais são discriminadas, deixa claro o dever de respeito e a dignidade constitucional de que são merecedores homossexuais. Isto ainda que eventuais maiorias, por sondagens de opinião ou por representantes eleitos, tentem impor seus preconceitos.
  2. A repercussão se dá em vários campos. A partir do incontestável dever de respeito às minorias sexuais e da relevância dos direitos sexuais, ficam superadas posturas que tentam justificar discriminações no trabalho, na educação, na saúde e nas mais diversas relações sociais. Fica clara a urgência e a necessidade de medidas antidiscriminatórias, como a criminalização da homofobia. Ganha-se certeza sobre muitos temas, como por exemplo a possibilidade de postulação de adoção conjunta por pessoas do mesmo sexo em união estável. Abrem-se caminhos para levar a igualdade mais a sério, inclusive no direito de família, com o reconhecimento do direito ao casamento, como fez a Corte Constitucional da África do Sul.
  3. O STF não legislou. Ele aplicou a própria Constituição, que já protege a todos de discriminação sexual, especialmente aqueles objeto de preconceito. Outros direitos também foram aplicados, especialmente a liberdade sexual e o respeito à dignidade humana. Daí a conclusão de que excluir as uniões homossexuais é restrição indevida, contra a Constituição, deixando claro que o parágrafo 3º do art. 226 da CF/88 não torna a união estável exclusiva para heterossexuais.
  4. As conseqüências são práticas e efetivas. Todos os juízes brasileiros estão vinculados à decisão, não podendo mais rejeitar a união estável pelo fato de serem pessoas do mesmo sexo. Vários direitos daí decorrem, tais como: inclusão em planos de saúde, previdência, associação como dependente em clubes e sociedades, dever de alimentos em caso de necessidade, divisão de bens adquiridos na constância da união, direito à herança, usufruto dos bens do falecido e acompanhamento de parceiro em instituições hospitalares. Sabedores desta posição judicial, os particulares não mais poderão justificar tratamento prejudicial ao prestarem serviços ao público, muito menos sustentar
Para concluir: o STF cumpriu sua missão constitucional de fazer valer os direitos fundamentais de liberdade, de igualdade, de dignidade humana, de privacidade, de intimidade e de proteção às comunidades familiares, afirmando por dez votos a zero que homossexuais podem constituir união estável.
Roger Raupp Rios,
Juiz Federal, Doutor em Direito (UFRGS), Professor do Mestrado em Direitos Humanos (UNIRITTER).
Informou: LIBERTOS Comunicação www.libertos.com.br

domingo, 8 de maio de 2011

Brasileiro é acusado de pertencer ao Hezbollah

Fontes do serviço secreto israelense revelaram os nomes de líderes extremistas do partido libanês Hezbollah que integram uma rede no exterior "para ações terroristas".  Citando a Rádio de Israel, o site naharnet.com diz que um dos líderes é Naiem Hreis, “de nacionalidade brasileira” e responsável pelo recrutamento de agentes do Hezbollah em todo o mundo. A rede inclui ainda Malek Obeid, expert em explosivos, que participou do atentado a embaixada de Buenos Aires em 1992. O grupo, ainda segundo o serviço secreto de Israel, opera sob supervisão de Sayyed Hassan Nasrallah, que fornece frequentes relatórios à Guarda Nacional Iraniana.

Por Jornalista Claudio Humberto

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Quatro Anjos Sem Asa necessitam de sua ajuda...



A Márcia do Kika Pet Shop pede nossa ajuda.
Ela tem 4 cãezinhos para doação. São super lindos, fofos, brincalhões e estão no Pet Shop, porém, estão crescendo e o espaço diminuindo, por isso pediu ajuda em encontrar um lar definitivo.
O Kika Pet Shop fica na Rua Anhumas, 431- Vila Ema - S.Paulo/SP (Próx do ponto final do Vila Ema).
O telefone deles é: (11)3442-5800.

Vamos ajudar?

Nilton Paiva

terça-feira, 5 de abril de 2011

Onde está o #Pirata? Nosso cão-herói?

Você se lembra do Pirata? ...Não?


Bem vamos lá...

Pirata morava há uns 9 anos num Batalhão da Polícia Militar na Av.Regente Feijó, 871 - no Jd Anália Franco, São Paulo/SP e ficou famoso em Agosto de 2009 quando impediu (dando um sonoro alarme) que meliantes invadissem a corporação e pegassem desprevinidos os soldados que lá estavam. Houve troca de tiros, mas graças a intervenção do Pirata, os policiais conseguiram se defender e aguardar até a chegada de reforços. Segundo consta, os criminosos queriam levar armas e os novos rádios militares.

Ele já tinha o carinho de toda a corporação, carinho esse que somente aumentou com ato heróico e ganhou até uma matéria especial pela Rede Bandeirantes e TV Cultura.

Porém, chegou-me hoje uma informação de que a nova comandante ordenou sua imediata remoção da corporação, fica-se então a pergunta... Para onde enviaram o Pirata, nosso cão-herói?

Alguém sabe? Alguém viu?



Nilton C.Paiva





A saga a procura do paradeiro do #Pirata continua.

Sábado, com entrevista agendada na 3ª Cia do 34º Batalhão da Polícia Militar, fui para entrevistar o Sgto.Alves, porém, após esperar mais de uma hora (Sgto Alves estava cumprindo sua jornada de trabalho nas ruas) me foi explicado que a entrevista havia sido cancelada e ninguém poderia me passar qualquer informação a respeito do paradeiro do animal, somente que ele se encontrava bem (será?).

Ainda perguntei o porque da entrevista ter sido cancelada se o animal estava bem, mas educadamente, o Sgto Alves novamente disse que ele não tinha autorização para me fornecer informações e que deveria contactar o Capitão Paulo Oliveira, da Assessoria de Imprensa na segunda-feira (hoje).

Já contactei porém a informação foi de que ele não se encontrava e voltaria a me chamar... até agora nada, nem memo o Cel. Veloso me atendeu... Se não há nada de errado, por que eles não nos passam informações?

A comunidade local está muito insatisfeita com a remoção do #Pirata.

Muitos vizinhos me disseram que o cachorro era extremamente dócil, nunca avançou sobre ninguém nem perturbava quem passasse na frente do Batalhão. Reconfirmaram a história do ato de heroísmo em novembro de 2009 e não se conformam com sua remoção.

À boca-pequena me reconfirmaram que a atual comandante da corporação, exigiu sua imediata remoção, bem como a retirada do viveiro de aves que há no local.

Enquanto as respostas não vem, continuo perguntando: "Onde está o #Pirata, nosso cão herói?"

No link abaixo há o vídeo da Band: http://mais.uol.com.br/view/298679


SP 07/Abril/2011

Seguimos até o momento sem muitas novidades sobre o Pirata (ou mesmo sobre as aves sob risco de serem soltas).
Uma ótima novidade foi o auxílio de nossa amiga Sheila Moura, do blog O Grito do Bicho, que entrou em contato com Comandante Geral da PM de S.Paulo. Segundo seu relato, eles se prontificaram em enviar uma resposta até amanhã sobre o ocorrido...
http://ogritodobicho.blogspot.com/2011/04/comte-geral-da-pm-de-sp-e-informado.html
Seguimos aguardando e confiantes!!
Parabéns Sheila e Muito Obrigado!

Nilton Paiva



S.Paulo 08/04/2011
Boas Novas sobre o #Pirata
Fonte: Jornal da Tarde - Marici Capitelli

‘Expulsão’ de cão da PM provoca protestos


7 de abril de 2011
23h55
Marici Capitelli

Apesar de uma ficha de bons serviços prestados à Polícia Militar, o vira-lata Pirata foi “expulso” da corporação. O animal, que vivia desde filhote na 2ª Companhia do 2º Batalhão de Trânsito, no Jardim Anália Franco, zona leste, teria sido mandado embora a pedido da nova comandante. Moradores e comerciantes das imediações do posto da PM estão inconformados com a saída do cão.
Na internet, o assunto ganhou repercussão nas redes sociais e nos sites de proteção animal. No twitter foi lançada a campanha “PM cadê o Pirata?”.
Pirata, que é cego do olho esquerdo, virou herói em outubro de 2008. Ele alertou os policiais quando um bandido tentava levar motos que estavam estacionadas no pátio do batalhão. Houve troca de tiros e o ladrão acabou preso. Pirata chegou a acompanhar os policiais até o 30º DP (Tatuapé) onde foi feita a ocorrência. Na época, foi destaque nas TVs.
A comandante Denise Pereira Pinto assumiu o cargo na sexta-feira passada. No mesmo dia, o cão foi levado embora, segundo pessoas ligadas à corporação. A comunidade ficou sabendo da saída do cachorro por um ativista de proteção animal que foi ao local investigar o sumiço de Pirata.
“Gostaria de saber por que o cachorro não pode mais ficar aqui, afinal, essa é a casa dele”, questionou a atendente Rose Batista, de 34 anos, que mora perto do batalhão. A sua maior preocupação é saber o destino do animal.
Assim como outros vizinhos, ela disse que a principal característica do Pirata era a docilidade. “Um animal que nunca mexeu com ninguém e que não é agressor. Todo mundo já está acostumado a vê-lo passar”, ressaltou Simone Fonseca, de 39 anos, que está há 14 anos no bairro.
“É muita maldade fazer isso com o bichinho. Ele é muito tranquilo e só atravessava na faixa de segurança. Estou aborrecida de saber que ele foi embora”, afirmou a moradora Neide Aparecida Barbosa, de 52 anos.
O gerente de um posto de gasolina, Régis Mazon, de 42 anos, contou que todo mundo conhecia o cachorro. “Sempre muito tranquilo. Seria bem legal podermos saber o que foi feito dele.”
Um morador que preferiu não se identificar afirmou que o cachorro acompanhava os policiais quando eles andavam pelo bairro. “Se fossem tomar um café, ele ia junto; se faziam exercícios, ele os seguia. Era o companheiro.”
A reportagem apurou que o cachorro está morando no estacionamento de um supermercado no Pari, zona leste. O casal de proprietários do estabelecimento, que acolheu o animal, garantiu que está muito feliz em poder criá-lo. “Ele é um cão muito querido e muito dócil. Estamos cuidando muito bem dele”, disse a mulher.
O vira-lata foi levado ao estacionamento por um policial do batalhão. Simpático, Pirata abana o rabo para todo mundo que se aproxima e fica ainda mais eufórico quando passam viaturas com as sirenes ligadas. “Vários policiais já vieram visitá-lo”, acrescentou o comerciante.
A comandante foi procurada, mas não estava no batalhão. A assessoria de imprensa da PM afirmou que está apurando o caso e irá prestar informações sobre o cachorro.

http://bit.ly/dVizCW

quinta-feira, 31 de março de 2011

PROTEJA O BRASIL DO BOLSONARO


O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar que nós não somos o Brasil retrógrado e preconceituoso que ele representa. Assine a petição agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o preconceito e violência a todos os brasileiros:



Caros amigos,


O Deputado Jair Bolsonaro não tem vergonha de se dizer racista e homofóbico em rede nacional. Precisamos mostrar que nós não somos o Brasil retrógrado e preconceituoso que ele representa. Assine a petição agora pela lei anti-homofobia para ampliar direitos contra o preconceito e violência a todos os brasileiros:

O Deputado Jair Bolsonaro deu uma entrevista homofóbica e racista chocante em rede nacional -- expondo o preconceito terrível que ainda assombra o Brasil. Enquanto já existem leis que protegem pessoas contra a descriminação, pessoas trans, gays e lésbicas ainda não tem nenhuma proteção legal.

Somente no ano passado 250 pessoas foram assassinadas por serem trans ou homossexuais. A homofobia é real e ela mata. Mesmo assim não há lei que proteja pessoas GLBT da discriminação. Ainda se pode demitir alguém somente pela pessoa ser gay e a violência homofóbica não é punida como crime de preconceito.

Vamos direcionar a nossa indignação contra o Bolsonaro em uma ação concreta, acabando com este ataque à igualdade. Vamos pressionar o Congresso a aprovar a lei anti-homofobia que irá salvar vidas inocentes e ampliar proteções para todos os brasileiros. A petição será entregue em uma marcha massiva em Brasília. Clique abaixo para assinar:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl

O Brasil se orgulha em ter uma cultura aberta e tolerante, se colocando como líder na luta por proteções aos direitos humanos no mundo. Mas o nosso país é também um dos lugares mais perigosos do mundo para transexuais -- que sofrem uma violência brutal e execuções sumárias. Até mesmo o Deputado Jean Wyllys recebeu ameaças de morte por defender direitos GLBT no Congresso Nacional.

Nosso país sofre com uma mentalidade discriminatória retrógrada e perigosa que não reflete a sociedade que a maioria de nós quer.

20 Deputados já pediram investigação sobre Bolsonoro pela quebra de decoro parlamentar por racismo. Agora nós precisamos de uma lei contra crimes de homofobia e violência contra a população GLBT do Brasil. Assine a petição abaixo por igualdade e justiça-- ela será entregue em Brasilia com a ajuda dos nossos amigos do All Out e grupos GLBT brasileiros:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/?vl

A Avaaz se mobilizou contra a legislação na Uganda que queria executar gays -- e a proposta foi derrotada! Nós estamos organizando uma campanha contra a prática brutal de estuprar mulheres para "curá-las" do lesbianismo. Agora chegou a hora de nós lutarmos contra a discriminação e violência aqui no nosso país.

Leia mais:

Jair Bolsonaro dá entrevista polêmica no 'CQC', veja:

http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/

Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País:

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4881858-EI6578,00.html

Grupo de parlamentares entrará com representação contra Bolsonaro por quebra de decoro:

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/29/grupo-de-parlamentares-entrara-com-representacao-contra-bolsonaro-por-quebra-de-decoro-924120754.asp

Bolsonaro rasga Constituição a cada frase, diz movimento gay:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037642-EI7896,00-Bolsonaro+rasga+Constituicao+a+cada+frase+diz+movimento+gay.html

Saiba mais sobre All Out, uma nova organização internacional de direitos GLBT:

http://allout.org/pt/index

'Estou me lixando para movimento gay', diz Jair Bolsonaro:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037535-EI7896,00-Estou+me+lixando+para+movimento+gay+diz+Jair+Bolsonaro.html

--------------------------------------------------------------------------------

A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Fonte: Avaaz.com

sexta-feira, 25 de março de 2011

A Questão Árabe no Mundo Contemporâneo

Fonte: UMAPAZ


A UMAPAZ convida para o Seminário “A Questão árabe no mundo contemporâneo” no próximo dia 30 de março, quarta-feira, às 19h.

O Seminário reúne, em uma mesa de reflexões e debates, personalidades que compartilharão suas diferentes visões sobre o mundo árabe na atualidade.

A mesa será mediada pelo cineasta e arquiteto Flávio Azm Rassekh e terá como participantes:

IRADJ ROBERTO EGHRARI
Professor de Relações Internacionais nas disciplinas de direitos humanos e geopolítica na graduação e coordenador de cursos de pós-graduação em direitos humanos. Ativista em Direitos Humanos, de origem iraniana, conhece profundamente as questões ligadas a esse país. Gerente Executivo da ONG Ágere Cooperação em Advocacy. Organização com sede em Brasília, DF, cujo foco é a capacitação presencial e a distância em direitos humanos, enfatizando as áreas de superação do racismo, sexismo, criança e adolescente, juventude e gestão em direitos humanos.

JAIME SPITZCOVSKY
Jornalista, foi editor internacional do jornal Folha de S. Paulo entre 1988 e 1990 e entre 1997 e 2000, também foi correspondente em Moscou de 1990 a 1994 e em Pequim de 1994 a 1997. Como editor de internacional cobriu questões ligadas ao oriente médio durante dois anos. Atualmente é editor-chefe do sítio de notícias Prima Página.

PAULO DANIEL FARAH
Professor doutor na graduação e na pós-graduação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Autor de "Folha Explica O Islã", "Glossário de Termos Islâmicos" e "ABC do Mundo Árabe", entre outras obras, e co-autor de "Edward Said" e de "Diálogo América do Sul – Países Árabes". Morou no Oriente Médio e na África durante vários anos e dirige o Centro de Estudos Árabes da USP e o Centro de Pesquisa América do Sul/Países Árabes, do qual participam acadêmicos de 34 países. Pesquisador do CNPq, edita a revista Fikr de estudos árabes e sul-americanos e traduziu diversas obras do árabe, francês, inglês, kiswahili e alemão, entre elas O Beco do Pilão, de Naguib Mahfuz, e Homens ao Sol, de Ghassan Kanafani.

FLÁVIO PIOVESAN
Professora doutora em Direito Constitucional e Direitos Humanos da PUC/SP, professora de Direitos Humanos dos Programas de pós-graduação da PUC/SP, da PUC/PR e da Universidade Pablo de Olavide (Espanha), visiting fellow do Human Rights Program da Harvard Law School (1995 e 2000), procuradora do Estado de São Paulo e membro do Conselho Nacional de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.

Serviço: Seminário A QUESTÃO ÁRABE NO MUNDO CONTEMPORÂNEO

Dia e horário: 30 de março, quarta-feira, às 19h

Mediador: Flávio Azm Rassek

Local: UMAPAZ – Av. IV Centenário, 1268 – Portão 7-A – Parque Ibirapuera

Informações: 11-5572-1004

Não é necessária inscrição prévia. Solicita-se chegar 15 minutos antes do início.

terça-feira, 22 de março de 2011

Duas histéricas em Israel

Estréia hoje na GNT o novo programa com Fernanda Young e Camila Machado. Convidadas pelo Ministério de Turismo de Israel, no capítulo de hoje elas apresentam Israel sob um ponto de vista que promete ser hilariante.

Acompanhe: http://gnt.globo.com/duashistericas/Noticias/Fernanda-Young-esta-de-volta-ao-GNT-com--Duas-Histericas-.shtml.

Comente...

segunda-feira, 14 de março de 2011

Associações do bairro da Liberdade vão enviar ajuda ao Japão

Fonte: http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/associacoes-do-bairro-da-liberdade-vao-enviar-ajuda-ao-japao.html

Organizações estão recolhendo contribuições financeiras.



Oitenta famílias já procuraram ajuda da Miyagui Kenjikai do Brasil.

Organizações ligadas à comunidade japonesa do bairro da Liberdade, na região central de São Paulo, se organizaram para ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami que atingiram o país nesta sexta-feira (11). Uma conta bancária foi aberta nesta segunda-feira (14) pela Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil para receber doações.


A associação Miyagui Kenjikai do Brasil, que funciona na Rua Fagundes, 152, aceita contribuições para encaminhar diretamente à província mais atingida pela tragédia. Por enquanto, as doações só podem ser feitas na sede da entidade - outras organizações abriram contas para o recebimento de ajuda. A associação segue recebendo pedidos de ajuda para localizar parentes que habitam na região. Oitenta famílias já procuraram a ajuda da associação. Dez pedidos de localização foram encaminhados à província.
“Enviamos prioritariamente os pedidos relativos às pessoas que moram mais próximo da costa, que foi a área mais atingida”, afirmou o presidente da associação, Koichi Nakazawa, que mora há 47 anos no Brasil. Ele ainda não conseguiu fazer contato com seus oito irmãos que habitam em Miyagi. “Tenho também muitos amigos que trabalham com pesca, criação de ostras, algas. Todos têm moradias muito próximo do litoral”, disse.

O contato com Sendai, capital da província, só foi restabelecido neste domingo (13). “Existem muitas brasileiras casadas com japoneses. O governo da província nem conhecia essas pessoas”, contou. “Vemos muitas informações sobre o terremoto na imprensa brasileira. O Brasil é muito próximo do Japão. Por isso, temos que nos empenhar para ajudar essas famílias brasileiras a encontrar seus parentes”, disse.


A Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social também recebe doações para as vítimas do terremoto no Japão. A associação funciona na Rua São Joaquim, 381 (térreo), na Liberdade, região central de São Paulo. O escritório funciona das 9h às 17h30.

Serviço:

Campanha SOS Japão - Federação das Associações de Províncias do Japão no Brasil
Banco do Brasil
Agência: 1196-7
Conta corrente: 29921-9
CNPJ - 46.568.895/0001-66

Miyagui Kenjikai do Brasil
Rua Fagundes, 152, Liberdade
Horário de funcionamento: 9h às17h

Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa e de Assistência Social
Rua São Joaquim, 381 (térreo), Liberdade
Horário de funcionamento: 9h às 17h30
Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 112959-7
CNPJ: 61.511.127/0001-60

Beneficência Nipo-Brasileira
Bradesco
Agência: 0131-7
Conta corrente: 131.000-3
CNPJ: 60.992.427/0001-45

sexta-feira, 11 de março de 2011

Carnaval e Escolas de torcidas... Guerra dos Estádios no Sambódromo?

Não é segredo pra ninguém: Sou Mocidade Alegre!


Não sou sambista de berço e faz poucos anos que frequento a quadra da Mocidade. Logo no início, perguntei a alguns sambistas de berço sobre as Escolas de Sambas ligadas a times de futebol, pois como palmeirense, achei legal. Infelizmente a explicação que me foi passada por esses mestres foi: “Uma mistura infeliz, seria ótimo para uma renovação e até um sangue novo no samba (inclusive vibrei quando me foi explicado quanto a sua constituição jurídica, incentivo financeiro por parte dos times, eleições livres e caixa aberto para os associados, etc.), porém, o lado negativo será a rivalidade dos campos sendo transferida para o Sambódromo”.

Fui diversas vezes ao Rio de Janeiro assistir aos desfiles e lá não importa se a sua escola era a primeira a passar, o povo fica até o final para saber o que as demais escolas fizeram (para elogiar ou criticar), mas a maioria só sai quando o desfile termina.

Eu senti isso, quando há alguns anos atrás a Mocidade fechou o carnaval paulistano e a Gaviões da Fiel tinha desfilado no mesmo dia; quando entramos na avenida o sambódromo estava praticamente vazio (o mesmo ocorreu esse ano quando a Império da Casa Verde desfilou, no Sambódromo somente pessoas de outras agremiações, além dos torcedores da Império, já que a maioria dos ingressos foram comprados pelos “sambistas de 90 minutos” da Gaviões). Você trabalha firme um ano inteiro, para quando chegar na avenida você mostrar a que veio, vibrar e receber essa energia de volta, mas sem a plateia é meio difícil. A sua escola com certeza estará lá, mas o espetáculo é para todos.

Agora temos três escolas ligadas a times de futebol no Grupo Especial: Mancha Verde, Gaviões da Fiel e Dragões da Real e os previstos problemas começaram: Mudança da ordem no Desfile das Campeãs, separação dos espaços do Sambódromo (ou seria Estádio?) para cada uma das “escolas”, aumento da força policial (com isso um gasto a mais com segurança); e hoje, ouvi na CBN que a partir do ano que vem, as escolas terão um número limitado de frequentadores para ir a Apuração do Sambódromo.

Já tivemos no passado problemas com intrigas entre algumas escolas de samba (que já foi sanado há muito tempo e não chegou aos pés do que há hoje...), será que teremos esse problema novamente com pessoas que não são do samba e confundem Sambódromo com Arena de Gladiadores; Desfile das Escolas de Samba com jogo de futebol (que dura somente 90 minutos e cada um pra sua casa depois das depredações, mortes, brigas, tumultos...)? Será que as famílias terão coragem de levar seus filhos, seus idosos, familiares portadores de necessidades especiais, a um lugar onde não sabe se poderá sair uma muvuca qualquer?

Imagino se daqui 2/3 anos nos perguntaremos: Será que retornarei vivo?

Infelizmente nos fazemos essa pergunta todas as manhãs quando saímos para trabalhar, mas, temos que trabalhar para sobreviver. Daqui a pouco vamos ver as pessoas deixando de frequentar a quase sagrada Passarela do Samba, onde também rendemos homenagens aos nossos baluartes, para evitarmos receber algo na cabeça, jogado por um suposto “sambista” sem educação. Se você não acredita, faça uma pesquisa a partir 2001 e verifique quem “causou” nesse período (seja em Concentração, dispersão, apuração, ameaças, etc...). Se bem que temos que aplaudir, esse ano não vimos nenhum “pitty” por parte da diretoria de uma dessas supostas agremiações... Mas, o que esperar dos torcedores (ou seriam sambistas) dessas escolas quando o destempero começa na diretoria.

Desejo, sinceramente, que haja respeito entre eles, porque senão, irá respingar em todos que querem fazer esse espetáculo cada ano maior.

Ah, antes de tudo, essa é a minha opinião e não a da minha escola, agora quem quiser que comente...

terça-feira, 1 de março de 2011

Tel Aviv Lança Programa "Tel Aviv GLS", em São Paulo

Na data de 28 de fevereiro, na sede da ABRAT-GLS – Associação Brasileira de Turismo GLS em São Paulo, foi lançado o programa Tel Aviv GLS.


O vice-cônsul de Israel em São Paulo, Hagai Mei-Zahav e a diretora do escritório do Ministério do Turismo de Israel, Cleo Ickowicz, lançaram ao trade turístico de São Paulo o programa, visando concientizar a comunidade LGBT sobre sua aceitação junto ao Estado de Israel, principalmente na cidade de Tel Aviv.

Apresentou o destino como sendo totalmente friendly, como acontece em diversas cidades européias. Uma surpresa para muitos dos presentes, que não imaginavam um cenário tão receptivo por sua localização em pleno Oriente Médio. Mais uma vez, o Estado de Israel se destaca por sua vanguarda e iniciativa.

O Sr. Hagai explicou a todos sobre a liberdade de expressão em Tel Aviv e ressaltou sobre a Parada Gay de Tel Aviv, como sendo uma das mais procuradas atualmente, com muitas participantes sendo dos EUA e Europa.

Contou-se com a participação de representantes diversas agências, operadoras e hotéis.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Até quando o Judiciário terá que "Legislar"?

STJ decide na 4ª sobre reconhecimento de união gay


Jim Moton/AP
O STJ marcou para esta quarta (23) o julgamento de um caso que pode modificar a forma como a Justiça qualifica a união de casais homossexuais.
Discute-se no processo se o conceito de “união estável”, consagrado em lei para as relações entre homem e mulher, pode ou não ser estendido aos gays.
Última instância da Justiça brasileira para os processos que envolvem causas infraconstitucionais, o STJ já julgou casos análogos.
Porém, nos julgamentos anteriores o relacionamento entre homossexuais foi tipificado como “sociedade de fato”, não como “união estável”.
Qual é a diferença? As pendências judiciais são julgadas, num e noutro caso, por leis pertencentes a ramos distintos do Direito.
A “sociedade de fato” sujeita-se às regras do “Direito de Obrigações”. A união estável, subordina-se ao “Direito de Família”.
Na hipótese de reconhecer a relação entre gays como “união estável”, o STJ dará um salto conceitual. Vai tratar um casal homossexual como “família”.
O processo que vai a julgamento nesta quarta foi aberto por um homem que se separou do parceiro no Rio Grande do Sul.
O autor da ação alega que viveu com seu companheiro uma “união estável” de quase 11 anos –de 1993 a 2004.
Desfeita a união, ele requereu a divisão de bens e uma pensão alimentícia, já que não exercia atividade profissional.
O caso foi submetido a um juiz da Vara de Família, como custuma ocorrer nos casos de litígio entre homens e mulheres. O magistrado julgou procedente a ação.
Reconheceu a “união estável” e determinou a repartição dos bens adquiridos durante o relacionamento. Mais: fixou o pagamento de pensão de R$ 1 mil ao reclamante, até a efetivação da partilha.
O homossexual que perdeu a causa recorreu ao Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Obteve êxito apenas parcial.
O tribunal gaúcho derrubou a pensão alimentícia. Considerou que o gay autor da ação, por jovem, poderia trabalhar.
Manteve, porém, a partilha dos bens. De resto, legitimou a atuação da Vara de Família, chancelando o conceito de “união estável”.
A sentença do tribunal anota que “a união homoafetiva é fato social que se perpetua no tempo, não se podendo admitir a exclusão do abrigamento legal”.
O texto reconhece que houve “a efetiva constituição de família”. Ignorar o fato seria uma “violação dos princípios da igualdade e da dignidade da pessoa humana”.
Inconformado, o homossexual que se viu obrigado a dividir os bens recorreu ao STJ. Pede que seja declarada a “incompetência” da Vara de Família para atuar no caso.
Se as alegações forem aceitas, a divisão de bens será feita segundo as regras da “sociedade de fato”.
Nessa hipótese, o gay reclamante teria de comprovar que participou financeiramente da adquisição dos bens. Só faria jus à parte relativa à sua participação.
O processo corria na 3ª turma do STJ, que cuida dos processos que envolvem Direito de Família. Em função da importância do caso, os cinco ministros da turma decidiram ampliar o plenário.
Optou-se por submeter a decisão a uma Seção, como é chamada a junção de duas turmas. À 3ª turma se juntará a 4ª, que julga casos do “Direito Privado”.
Como cada turma tem cinco ministros, a deliberação será tomada por dez magistrados. O STJ costuma convocar uma Seção em casos excepcionais.
Recorre-se ao plenário mais numeroso quando há o desejo de uniformizar as posições de duas turmas ou até de rever a jurisprudência consolidada no tribunal.
Em dezembro, a 3ª turma do STJ julgou dois casos análogos ao desta quarta-feira. Em ambos, um dos parceiros de uniões gays havia morrido.
O tribunal reconheceu o direito do companheiro vivo a parte dos bens. Aplicou aos casos, porém, o conceito de “sociedade de fato”, não de “união estável”.
Noutro processo, a relatora Nancy Andrighi, da mesma 3ª turma, cruzou as fronteiras da jurisprudência do STJ. Numa causa de partilha de bens, ela reconheceu que o Direito de Família se aplica a uniões homoafetivas.
Interrompido pelo pedido de vista de um dos ministros da turma, o julgamento foi interrompido. O caso desta quarta promove a ressurreição do tema.
Por coincidência, o novo processo tem como relatora a mesma ministra Nancy Andrigui. É de supor que ela repisará a tese que iguala os parceiros gays aos companheiros heterosexuais.
Toda essa ginástica jurídica do STJ seria desnecessária se o Congresso brasileiro já tivesse aprovado uma lei para regular a união civil entre homossexuais.

Há projetos em profusão. Mas o conservadorismo dos congressistas e o lobby católico e evangélico travam o debate. A omissão força o Judiciário, por assim dizer, a "legislar".

Fonte: http://josiasdesouza.folha.blog.uol.com.br/arch2011-02-01_2011-02-28.html

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Israel - Um Estado Malfeitor...

Gabriel Latner, estudante de Direito da Universidade de Cambridge, participava de um debate em que apoiava a ideia/”moção” de que “Israel é um estado malfeitor”. No entanto, ele resolveu mudar seu pronunciamento, e passou a defender o Estado Judeu. Sua postura foi tão bem recebida que, além de ganhar a discussão, está concorrendo ao cargo de presidente da Sociedade de Estudantes de Cambridge.

Eis o seu discurso:
--------------------------------------------------------------------------------
Esta é uma guerra de ideais, e outros palestrantes hoje são idealistas. Eu não sou. Sou realista. É tão fácil torcer o significado das “leis internacionais” para fazer o Estado de Israel parecer um estado criminoso. E isto tem sido feito indefinidamente. A verdade é que tratar mal seus cidadãos ou de nações ocupadas não faz um estado ser “criminoso”. Se fosse assim, Canadá, os EUA e Austrália seriam criminosos pelo tratamento de suas populações indígenas. O tratamento da Inglaterra com os irlandeses facilmente os qualificaria a usar este apelido. Estes argumentos, mesmo que emocionalmente válidos, falham em ter rigor intelectual. Neste discurso, vou apresentar cinco argumentos pró-Israel, mostrando que se Israel não é um estado”criminoso”. Eu somente estarei discutindo que Israel é “malfeitor”. A palavra “malfeitor” tornou-se excepcionalmente maldosa. Mas a palavra propriamente dita é neutra. A OED (dicionário de Oxford) define “malfeitor” como “Extravagante, anômalo, mal colocado, ocorrendo em um lugar ou tempo inesperado”. Um estado exatamente como Israel.

O primeiro argumento é estatístico. O fato de Israel ser unicamente um estado judeu já o torna anômalo de tal forma que pode ser rotulado de “malfeitor”. Existem 195 países no mundo. Alguns são cristãos, outros muçulmanos, alguns são seculares. Israel é o único no mundo que é judaico. Ou, para falar por um momento matematicamente, a chance de qualquer estado se tornar judaico é de 0,0051%. Em comparação a chance de alguém ganhar 10 libras na loteria britânica é de 0,017% - mais do que duas vezes. O judaísmo de Israel é uma aberração estatística.

O segundo argumento trata do humanitarismo de Israel - em particular a resposta de Israel ao problema dos refugiados. Não à crise de refugiados palestinos, mas o caso dos refugiados darfurianos. Todos sabem que o que esteve e está acontecendo em Darfur é genocídio, mesmo que a ONU e a Liga Árabe não chame assim. Existe um êxodo da população de Darfur para se salvar. E não tem tido sorte. Muitos foram para o norte - o Egito - onde são tratados indignamente. Os bravos fogem pelo deserto para alcançar Israel. Enfrentam não somente as ameaças naturais do Sinai, como servem de alvo para a prática de tiro dos soldados egípcios que patrulham as fronteiras. Por que correm o risco? Porque em Israel são tratados com compaixão. O governo de Israel foi ainda mais longe ao conceder cidadania israelense a centenas de Darfurianos. Somente isto, coloca Israel à parte do resto do mundo. Mas o verdadeiro ponto de diferença é este: o Exército de Defesa de Israel manda soldados e pessoal médico para patrulhar a fronteira com o Egito. São mandados para procurar refugiados tentando cruzar a fronteira. Não para mandar as pessoas de volta, mas para os salvar da desidratação, exaustão pelo calor e tiros dos soldados. Comparemos isto com a reação dos Estados Unidos à imigração ilegal por suas fronteiras com o México. O governo americano tem aprisionado civis por dar água aos transgressores que estavam morrendo de sede - e aqui o governo de Israel está mandando soldados para salvar imigrantes ilegais. Chamar isso de uma espécie de conduta anômala é um depoimento menos sério.

Meu terceiro argumento é que o governo de Israel faz uma coisa que o resto do mundo evita - ele negocia com terroristas. Esqueçam o último líder da OLP (Organização pela Liberdade da Palestina), Yasser Arafat, um homem que morreu com sangue em suas mãos. Israel está negociando com os terroristas. Yasser Abed Rabbo é um dos condutores dos negociadores da OLP que foi mandado para conversar com Israel. Era um dos líderes da FLP (Frente para Libertação da Palestina) - uma organização de “guerreiros da liberdade” que matou 22 estudantes israelenses de uma escola. E o governo israelense mandou delegados para sentar à mesa com este homem e falar sobre a paz. Nunca vimos o governo espanhol em conversações de paz como líderes do ETA (Movimento de libertação basco) - o governo britânico nunca negociou com Tomas Murphy. E se o presidente Obama conversasse com Osama Bin Laden o mundo veria isso como insanidade. Mas Israel faz exatamente isso. Essa é a definição de “malfeitor” - conduzir-se de uma forma inesperada ou anormal.

Outra parte da definição do dicionário é o comportamento ou atividade “ocorrendo em um tempo ou lugar inesperado”. Quando você compara Israel a seus vizinhos, torna-se claro como Israel é “criminoso”. E aqui temos o quarto argumento: Israel tem o melhor relatório sobre direitos humanos que qualquer um de seus vizinhos. Em nenhum momento existiu um estado democrático no Oriente Médio. Israel é o único país onde a comunidade LGBT (Homossexuais, lésbicas, transsexuais) têm igualdades. No Kuwait, Oman, Qatar e Síria a conduta homossexual é punida com chibatadas, aprisionamento ou ambas. Ainda os homossexuais podem se dar melhor que no Irã, Arábia Saudita e Yemen, onde são condenados à morte. O homossexual israelense pode adotar, servir no exército, entrar nos sindicatos e são protegidos por leis anti-discriminatórias fortes. As leis combatem a pena de morte. De fato, é melhor do que nos EUA. A proteção das liberdades civis dos cidadãos de Israel ganhou o reconhecimento mundial. A “Casa da Liberdade” é uma ONG que solta anualmente um relatório sobre democracia e liberdades civis de 195 países do mundo. Marca o país como “livre”, “parcialmente livre” e “não livre”. No Oriente Médio, Israel é o único que ganhou a designação de “livre”. Não é surpresa. Irã é um país designado como “não livre”, ao lado da China, Zimbawe, Coreia do Norte e Myanmar. No Irã existe um “tribunal da imprensa”, que julga jornalistas por crimes abomináveis como criticar os aitolás, atacar “as fundações da república islâmica”, usar fontes suspeitas (isto é: “ocidentais”), ou insultar o Islã. Irã é o líder mundial em termos de aprisionar jornalistas, com 39 deles (que sabemos) na prisão. Também expulsaram quase todos jornalistas ocidentais durante a eleição de 2009. Realmente, penso que não podemos esperar menos de uma teocracia.

O que a maioria dos países do Oriente Médio é - teocracia e autocracia. E Israel é o único “malfeitor” democrático. Único de todos os países do Oriente Médio, onde protestos anti-governamentais são relatados sem censuras.

Tenho um argumento final. Ele está sentado logo ali em frente na plateia. A presença do Sr.Ran Gidor é toda evidência que precisamos para provar que Israel é um estado “malfeitor”. Para aqueles que nunca ouviram falar do Sr.Gidor, ele é o conselheiro político adido à embaixada de Israel em Londres. É quem o governo de Israel mandou para representá-lo na ONU. Ele está aqui hoje. Consideremos, por um momento, o que sua presença representa. O governo israelense permitir que um alto representante de sua diplomacia participe de um debate sobre sua legitimidade. Isto é extraordinário. Vocês acham, por um minuto, que outro país faria o mesmo? Se a Universidade de Yale organizasse um debate onde a moção fosse: “Esta casa acredita que a Inglaterra é um estado totalitário e racista, que cometeu danos irreparáveis aos povos do mundo”, ela permitiria qualquer de seus funcionários participar de tal debate? Não. A China participaria de um debate sobre Taiwan? Nunca. E não há chance de os EUA participar de um debate sobre os prisioneiros de Guantánamo. Mas Israel mandou o Sr.Gidor para debater com um jovem de 19 anos, estudante de Direito, que está completamente desqualificado para tratar do assunto em pauta. Mais uma vez, Israel está se comportando de forma inesperada ou anormal. Comportando-se como um estado “malfeitor”.

E aqui está o argumento final para todos – Israel, de propósito, desconsidera e não obedece às leis internacionais. Em 1981, Israel destruiu Osirak - o laboratório da bomba nuclear de Saddam Hussein. Todos os governos no mundo sabiam que Hussein estava construindo uma bomba e não fizeram nada. Exceto Israel. Sim, ao fazer isso quebrou a lei internacional e a norma. Mas também nos salvou de um Iraque nuclear. Por essa ação criminosa, Israel deveria ganhar um lugar de respeito aos olhos dos povos amantes da liberdade. Mas não. Mas, hoje à noite, enquanto nós conversamos, quero que se lembrem algo. Enquanto estamos aqui, o Irã de Komeini está fazendo uma bomba. E se você for honesto consigo mesmo, sabe que Israel é o único país que pode e irá fazer algo. Israel agirá, por necessidade, agirá em uma forma que não é normal, e é melhor que faça de uma forma destrutiva. Qualquer pessoa sã prefere um estado “malfeitor” a um Irã nuclear.

Tradução: Jayme Gudel
Fonte: Jornal ALEF - da comunidade judaica - http://www.jornalalef.com.br/